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	<title>contusão | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>contusão | Graciemag</title>
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	<item>
		<title>A arte de recomeçar a treinar Jiu-Jitsu, por Tarsis Paula Neto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 14:40:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O lema de Tarsis, que ele costuma passar para os alunos de todas as idades, é aquele clássico: “Pequenas ações repetidas ao longo do tempo nos transformam.”</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_240446" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-240446" class="wp-image-240446 size-large" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-04-at-19.20.05-1024x664.jpeg" alt="" width="650" height="421" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-04-at-19.20.05-1024x664.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-04-at-19.20.05-300x195.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-04-at-19.20.05-768x498.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-04-at-19.20.05-150x97.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2023/04/WhatsApp-Image-2023-04-04-at-19.20.05.jpeg 1170w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-240446" class="wp-caption-text">Tarsis Neto tem no currículo títulos como o ouro pan-americano pela IBJJF.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há uma pergunta que volta e meia o professor <a href="https://elementumjiujitsu.com" target="_blank" rel="noopener">Tarsis Paula Neto, da escola Elementum Jiu-Jitsu</a> na Flórida, escuta de pais, novatos e curiosos:</p>
<p>– Que época seria ideal para se começar no Jiu Jitsu?</p>
<p>Sua resposta predileta: todo dia é perfeito para ir treinar, mas o melhor dia para começar é hoje.</p>
<p>Para Tarsis, o Jiu-Jitsu o faz lembrar de um pequeno e poderoso mantra, que ele gosta de repetir aos alunos:</p>
<p>“Pequenas ações repetidas ao longo do tempo nos transformam.”</p>
<p>O campeão e professor que ensina em Winter Park gosta de recordar uma história ocorrida com uma amiga, que após se contundir ficou em dúvidas sobre quando, e de que forma, ela deveria retornar aos treinos.</p>
<p>Deixemos que o professor Tarsis mesmo conte:</p>
<p>“Certa vez, uma amiga estava visitando a Flórida e, de passagem por Orlando, apareceu na nossa escola. Ela era uma aluna empolgada, com alguns anos de treino, e que adorava competir. Mas, depois de uma contusão, ficou um tempo receosa de retornar aos tatames, compreensivelmente.</p>
<p>Até que a saudade do kimono foi maior e ela decidiu aparecer. Chegou ao dojo, pôs sua joelheira, fez vários exercícios de aquecimento sozinha e ingressou na nossa classe noturna, entre os avançados.</p>
<p>Sempre começamos na Elementum as aulas avançadas com exercícios em pé, drills de repetição. Os exercícios são para entrar no ritmo e aumentar a velocidade dos praticantes, e o foco está em fazer os pés trabalharem rápido em vez de procurar executar a técnica perfeita. Exercícios que demandam velocidade e mobilidade.</p>
<p>Acionei o cronômetro para 30 segundos e vi nossa visitante hesitante em repetir o exercício. Ela cedia a vez ao seu parceiro, e ao longo de 30 segundos ficou apenas olhando ao redor do tatame, enquanto seu colega e o resto da turma faziam dez repetições ou mais, ao buscarem completar rapidamente a tarefa.<br />
Soou o relógio e eu ordenei que o povo trocasse de duplas. Mais uma vez, nossa visita começava, olhava em volta e parava, claramente frustrada pela limitação imposta por seu tempo no estaleiro e pelo uso da joelheira. Ela não era uma debutante no Jiu-Jitsu, mas sua mente estava travada ao começar aquela nova jornada, a partir de um novo capítulo.</p>
<p>Eu me aproximei então e a confortei:</p>
<p>– Faça o que conseguir. Talvez uma vez, talvez três, mas tente. Na próxima, talvez você faça cinco, sete ou oito. Até fazer dez. Faça o que puder, afinal o mais importante é que você esteja aqui nos tatames. Lembre-se: hoje é um novo começo para você.”</p>
<p>Como o professor Tarsis ensina, assim, não importa se você é experiente ou está nas primeiras páginas do seu treinamento do Jiu-Jitsu. Se você está retornando após uma longa pausa, vire as páginas devagar, mas não abandone a leitura. Afinal, nunca haverá um momento 100% perfeito para começar, ou recomeçar sua jornada no Jiu-Jitsu.</p>
<p>“Todos os dias surgem pela nossa porta pessoas de todos os tamanhos, históricos ou experiência em artes marciais&#8221;, reflete Tarsis Neto. &#8220;Cada uma delas representa uma jornada pessoal única, todas elas com as mesmas hesitações e desculpas para não aparecer nos tatames. Sempre vamos ter um empecilho para começar ou retornar ao Jiu-Jitsu, da timidez à má forma física. Mas há uma boa notícia: eu garanto a você que praticamente toda e qualquer desculpa que você tenha será solucionada durante sua jornada no Jiu-Jitsu. Venha encontrar seu equilíbrio conosco”.</p>
<p>Junte-se à comunidade do esporte que mais cresce no planeta. Nossa comunidade está pronta para apoiar quem chegar. Oss!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/a-arte-de-recomecar-a-treinar-jiu-jitsu-por-tarsis-paula/">A arte de recomeçar a treinar Jiu-Jitsu, por Tarsis Paula Neto</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Matheus Gabriel finaliza 3 no Houston Open e vai embalado ao Mundial</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2022 13:53:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Mundial 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matheus Gabriel, 25 anos, voltou a lutar do jeito que os fãs estão acostumados a ver. No último fim de semana em Houston, no Texas, o faixa-preta da Checkmat dominou o peso leve do Houston Open ao finalizar três lutas. Na disputa pelo ouro, Matheus finalizou Fabricio Barbarotti (Cícero Costha). Matheus reencontrou a felicidade de&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_231566" style="width: 810px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-231566" class="size-full wp-image-231566" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/Campeão-mundial-peso-pena-Matheus-é-favorito-no-GP-de-10-mil-dólares.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/Campeão-mundial-peso-pena-Matheus-é-favorito-no-GP-de-10-mil-dólares.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/Campeão-mundial-peso-pena-Matheus-é-favorito-no-GP-de-10-mil-dólares-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/Campeão-mundial-peso-pena-Matheus-é-favorito-no-GP-de-10-mil-dólares-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/04/Campeão-mundial-peso-pena-Matheus-é-favorito-no-GP-de-10-mil-dólares-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-231566" class="wp-caption-text">O campeão mundial está de volta ao jogo, depois de ficar afastado por lesão. Foto: Vitor Freitas</p></div>
<p>Matheus Gabriel, 25 anos, voltou a lutar do jeito que os fãs estão acostumados a ver. No último fim de semana em Houston, no Texas, o faixa-preta da Checkmat dominou o peso leve do Houston Open ao finalizar três lutas. Na disputa pelo ouro, Matheus finalizou Fabricio Barbarotti (Cícero Costha).</p>
<p>Matheus reencontrou a felicidade de poder trabalhar sem sentir dores e pôde constatar que está recuperado da lesão no ombro, imprevisto que o deixou fora das competições por longos meses.</p>
<p>“Foi uma lesão séria… Realmente, me preocupei em ficar fora das competições. Fiquei com medo de não poder mais lutar. Deus me guiou, me curou e por conta da fisioterapia eu não precisei fazer cirurgia. Foi um momento complicado da minha carreira, mas nada melhor do que voltar a vencer e ainda mais finalizando, que é o que mais gosto”, destaca Matheus.</p>
<p>Dos momentos sem poder competir e treinar em alto nível, o campeão mundial relembra as lições que aprendeu, ao &#8220;atravessar o deserto&#8221;:</p>
<p>“O que aprendi nesse tempo foi ter um pouco mais de paciência e controlar mais minhas decisões. Por um tempo, eu agia por impulso e nesse período passei a pensar mais antes de agir e decidir algo. Nesse tempo ausente nos treinos, eu trabalhei muito a minha parte mental e passei a estudar metodicamente o Jiu-Jitsu. O mais difícil foi ficar sem treinar, ver a galera competir e eu não. Só pensava em como eu queria estar competindo e cumprindo as metas que planejei, mas não aconteceu como eu queria”, conta o atleta da Checkmat.</p>
<p>Matheus está em camp na Checkmat, na Califórnia, e segue treinando diariamente com o professor Lucas Leite.</p>
<p>“Já deu para fazer uma força com o mestrão. É sempre bom levar um amasso dele. Eu aprendo muito sempre, ele é uma pessoa que vou levar para a vida toda, é um professor e amigo para vida”, encerra Matheus.</p>
<p><iframe title="Matheus Gabriel v Lucas Valente / World Championship 2021" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/jYKncHAITY4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/matheus-gabriel-finaliza-3-no-houston-open-e-vai-embalado-ao-mundial-de-jiu-jitsu/">Matheus Gabriel finaliza 3 no Houston Open e vai embalado ao Mundial</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Craque sem kimono, Salomão fala da evolução do esporte no Brasil</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Mar 2022 09:31:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Aos 35 anos, o bicampeão brasileiro sem kimono Salomão Ribeiro passou a ser mais estratégico em sua carreira. O faixa-preta decidiu, nas últimas semanas, se ausentar das competições de grappling e Jiu-Jitsu. De acordo com o atleta, a decisão não impede de receber convites para superlutas. Salomão quer mais tempo para cuidar de pequenas contusões&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_236518" style="width: 779px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-236518" class=" wp-image-236518" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8533-scaled.jpg" alt="" width="769" height="513" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8533-scaled.jpg 2560w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8533-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8533-1024x683.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8533-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8533-1536x1024.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8533-2048x1365.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8533-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 769px) 100vw, 769px" /><p id="caption-attachment-236518" class="wp-caption-text">Salomão Ribeiro, bicampeão brasileiro sem kimono, fala do crescimento do grappling. Foto: Milena Maldonado/Divulgação</p></div>
<p>Aos 35 anos, o bicampeão brasileiro sem kimono Salomão Ribeiro passou a ser mais estratégico em sua carreira. O faixa-preta decidiu, nas últimas semanas, se ausentar das competições de grappling e Jiu-Jitsu.</p>
<p>De acordo com o atleta, a decisão não impede de receber convites para superlutas. Salomão quer mais tempo para cuidar de pequenas contusões e estar mais próximo de seus alunos em Doha, no Qatar.</p>
<p>“Tomei essa decisão para cuidar do meu corpo, estou em alto nível por muito tempo&#8221;, disse Salomão. &#8220;Tenho mais de 15 anos de experiências no MMA e isso me rendeu muito desgaste físico, mental e uma série de lesões que preciso cuidar por agora. A decisão foi para respeitar o meu corpo. Com esse tempo para recuperar também vou estar mais próximo dos meus alunos. Quero ajudá-los a conquistarem seus objetivos”, diz a fera, que já aprendeu muito com Anderson Silva, Rodrigo Minotauro e Rousimar Toquinho.</p>
<p>Craque do Jiu-Jitsu, Salomão tem no currículo dois títulos do Campeonato Europeu da IBJJF (International Brazilian Jiu-Jitsu Federation). Nas linhas a seguir, ele fala da importância do esporte como ferramenta de desenvolvimento pessoal.</p>
<p>“O Jiu-Jitsu é uma ferramenta essencial que pode e deve ser usado na formação do ser humano, pois agrega valores em todos os sentidos. Apesar do Jiu-Jitsu ser relativamente novo aqui no Qatar, com o tempo as pessoas vão entendendo melhor e cada vez mais aderir essa prática. Toda pessoa no mundo deveria treinar Jiu-Jitsu ao menos uma vez na vida. Com o Jiu-Jitsu, você pode alcançar um outro nível emocional, de autoconhecimento, autoconfiança e muitos outros benefícios para a vida”, aposta o campeão.</p>
<div id="attachment_236520" style="width: 690px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-236520" class=" wp-image-236520" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8565-scaled.jpg" alt="" width="680" height="442" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8565-scaled.jpg 2560w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8565-300x195.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8565-1024x665.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8565-768x499.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8565-1536x998.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8565-2048x1330.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/03/IMG_8565-150x97.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 680px) 100vw, 680px" /><p id="caption-attachment-236520" class="wp-caption-text">Salomão Ribeiro é faixa-preta de Alexandre &#8220;Gigi&#8221; Paiva. Foto: Milena Maldonado/Divulgação</p></div>
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<p>Campeão da seletiva do ADCC em 2017, Salomão detalha a evolução dos atletas brasileiros com a popularização do grappling. Em sua visão, os lutadores precisam de mais estrutura:</p>
<p>“Acredito que o Brasil sempre vai ter atletas que vão estar no topo do cenário mundial, mas no geral temos que melhorar no investimento e planejamento da formação dos atletas. Você vê que a maioria dos bons lutadores estão fora do país, porque não recebem estrutura para viver e treinar no Brasil. Mesmo com todas as dificuldades nós, brasileiros, conseguimos ficar mais inteligentes ao longo dos anos. E, agora, com essa globalização e acesso a informação não podemos ficar parados. Temos que continuar treinando para evoluir nosso jogo&#8221;.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/craque-do-grappling-salomao-fala-da-evolucao-do-esporte-no-brasil/">Craque sem kimono, Salomão fala da evolução do esporte no Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Dicas de alta performance para atletas da categoria master, por Rafa Ribeiro</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Feb 2022 03:10:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O veterano Helvecio Penna em ação. Foto: FlashSport.  &#160; Por Rafael Ribeiro* Após a explosão do Jiu-Jitsu competitivo em todo o planeta, tornou-se crucial a classificação dos praticantes em níveis de competitividade.  É comum, numa mesma academia, haver atletas em momentos de vida completamente diferentes, ambos objetivando o título mundial da IBJJF. Por exemplo:&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-221777" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Screenshot_20200311-235250_Instagram-300x199.jpg" alt="" width="677" height="449" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Screenshot_20200311-235250_Instagram-300x199.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Screenshot_20200311-235250_Instagram-1024x681.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Screenshot_20200311-235250_Instagram-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Screenshot_20200311-235250_Instagram-150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Screenshot_20200311-235250_Instagram.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 677px) 100vw, 677px" /></p>
<p><em>O veterano Helvecio Penna em ação. Foto: FlashSport. </em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Rafael Ribeiro*</em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Após a explosão do Jiu-Jitsu competitivo em todo o planeta, tornou-se crucial a classificação dos praticantes em níveis de competitividade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É comum, numa mesma academia, haver atletas em momentos de vida completamente diferentes, ambos objetivando o título mundial da IBJJF. Por exemplo: num mesmo dojô, um faixa-azul de 53 anos e um faixa-preta adulto, cada um à sua maneira desejando a respectiva glória no principal evento do <em>grand slam</em> do Jiu-Jitsu.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Definir o perfil do atleta, portanto, é o ponto de partida de qualquer treinamento. Alguns atletas já me procuraram com o objetivo de serem campeões mundiais no adulto da faixa-preta, porém, com tempo e energia limitados para investir no processo que leva alguém a alcançar tal meta. Família, filhos e trabalho demandam um tempo que o atleta poderia estar investindo no próprio treinamento. Até mesmo o tempo para descansar pode ser um fator decisivo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pensando nisso, elaborei cinco níveis de competitividade numa recente edição da revista GRACIEMAG. Minha ideia era facilitar o entendimento de onde cada um está e assim traçar alguns possíveis e concretos caminhos. Vamos então relembrar os cinco níveis: </span></p>
<p><strong>1- Praticante comum</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É aquele lutador que frequenta a academia sem nenhum tipo de cobrança por resultados competitivos. Quando os colegas se animam para competir todos juntos, ele passa um mês treinando mais forte e até participa de um torneio local. Mas isso é algo esporádico, sem um planejamento prévio que envolva toda a temporada. </span></p>
<p><strong>2- Recreacional</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aquele que treina com um certo grau de preocupação com a performance. Alimentação saudável e preparação física, além dos treinos de tatame. Esse é aquele lutador que sempre disputa as competições locais e algumas até fora do seu estado. </span></p>
<p><strong>3- Amador</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui a vida já é de profissional e tudo começa a ser feito com planejamento. O lutador faz preparação física, tem nutricionista e fisioterapeuta, ambos desportivos, faz em média dez treinos por semana, somando os treinos de tatame, os drills e o treino físico, luta todos os campeonatos que pode e tem calendário estruturado com o objetivo final nos quatro grandes eventos da IBJJF (Europeu, Pan, Brasileiro e Mundial adulto ou master), mas não recebe salário para isso. Geralmente são os professores da modalidade e líderes de equipe. Aqui se enquadra grande parte dos integrantes das categorias master. Têm apoios pequenos de empresas e até para viagens, mas o seu sustento diário não provém das competições. </span></p>
<p><strong>4- Profissional </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Realiza tudo que um amador faz, porém, é pago para isso. Geralmente são aqueles atletas da categoria adulto, tanto na faixa-marrom como também na faixa-preta, já conhecidos pelo público e que sempre estão nos pódios das competições (sejam elas pequenas, médias ou grandes). Conseguem se manter de renda entre patrocinadores, premiações, aulas e também seminários. Diferente dos amadores, os profissionais têm essa última fonte de renda bastante estabelecida no mercado. Mas vivem com o orçamento sempre no limite e assim sendo não conseguem investir como gostariam no aumento da performance. </span></p>
<p><strong>5- Profissional de elite</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">São aqueles profissionais que estão sempre no topo dos campeonatos grandes. Os campeões mundiais da IBJJF e de grandes eventos com premiações altas em dinheiro. O que difere do profissional, além dos resultados, é a maneira que eles se propõem a fazer suas missões. Tudo planejado nos mínimos detalhes. A preocupação com a renda já não importa mais, portanto, a dedicação é exclusiva para o treinamento. A performance aqui também é alavancada por profissionais q</span>ue fazem coaching. Neste estágio, a consciência de que todo e qualquer detalhe do dia a dia pode fazer total diferença é o grande trampolim para a glória.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-221781" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154248-2-1-300x259.jpg" alt="" width="467" height="403" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154248-2-1-300x259.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154248-2-1-768x662.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154248-2-1-150x129.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154248-2-1.jpg 870w" sizes="auto, (max-width: 467px) 100vw, 467px" /></p>
<p><em>Rafa Ribeiro puxando o treino de musculação de Isaque Bahiense. </em></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Geralmente os atletas da categoria master têm perfis que vão de “praticante comum” a “amador”. Existem algumas exceções, como os casos de alguns super campeões que lutam somente de adulto, mas já teriam idade (acima dos 30) para competirem na categoria master. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Existem também aqueles que lutam também ambas as categorias e estão no topo de cada uma. Verdadeiras pedreiras e que têm vida de atleta profissional ou fazem camps durante uma parte do ano, focados num determinado evento. A verdade é que com todo esse crescimento do BJJ como modalidade esportiva, o “mundo master” está cada vez maior, mais atrativo e também mais viável do ponto de vista financeiro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pois bem, depois de determinar o perfil do atleta, o próximo passo é entender um pouco sobre o envelhecimento humano. Com o passar dos anos, nós perdemos algumas capacidades físicas, como força, velocidade e potência aeróbica. Perdemos também massa muscular e densidade óssea. E isso se dá em paralelo à diminuição da nossa capacidade de recuperação. Ou seja, precisamos ao mesmo tempo melhorar essas capacidades físicas e entender os mecanismos de recuperação muscular. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vamos analisar por tópicos: </span></p>
<p><strong>1- Tempo de luta </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este é um fator decisivo, a progressiva diminuição do tempo de combate nos campeonatos: 10 min (adulto), 6 min (master 1), 5 min (master 2 em diante). Não vejo necessidade de atletas da categoria master treinarem com tempos de combate na academia superiores a 6 min. Esse é um ponto de partida importante para a prescrição do treinamento: diminuição dos tempos de rola/sparring diários para no máximo 5/6 minutos para os veteranos. Para os adultos, treinos de 10 minutos são fundamentais. </span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-221783" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Pergunta-1-treinamento-b--300x278.jpg" alt="" width="428" height="397" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Pergunta-1-treinamento-b--300x278.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Pergunta-1-treinamento-b--768x713.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Pergunta-1-treinamento-b--150x139.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Pergunta-1-treinamento-b-.jpg 874w" sizes="auto, (max-width: 428px) 100vw, 428px" /></p>
<p><strong>2- Início de luta </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com as lutas sendo mais curtas, começar na frente é uma estratégia que tende definir o resultado dos combates entre os veteranos. Então é de suma importância fazer treinos específicos de início de luta. Para quem tem um bom judô ou wresteling e até mesmo competiu nessas modalidades em algum momento, investir tempo em uma ou duas sessões de quedas por semana é muito bem-vindo para os competidores da categoria master.</span></p>
<p><strong>3- Estilo de luta </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Geralmente as categorias da divisão master têm um modelo tático de luta mais parecido com o que se convecionou chamar de “old school”. Muita gente faz guarda fechada e meia, e passa com mais pressão do que velocidade. Então o primeiro ponto é estudar aquilo que a turma da sua categoria anda fazendo ou mesmo escolher um modelo que o seu corpo aguente. Fazer berimbolo todos os dias aos 50 anos pode ser bem prejudicial à sua coluna. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Repare como é bem comum no master haver atletas com força isométrica bem alta. Tem um atleta com quem treino que até brinca e chama isso de “força de velho”. A explicação fisiológica vem desse modelo tático que cada um usa com bastante isometria e também da maturação e densidade muscular que chega ao auge entre 30 e 40 anos. Por exemplo, os top do fisiculturismo atingem os seus melhores resultados depois dos 30. E isso se deve ao alcance de uma certa maturidade muscular que vem após 7 a 10 longos anos de treinos com pesos. Na parte do treinamento para quem é master, pensar em algo com isometria vai ajudar bastante.</span></p>
<p><strong>4- Lesões</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os adultos têm o ritmo de treino mais forte, com mais velocidade e com uso de posições técnicas como a 50/50, que fazem muitas torções no joelho. Já com os masters existe uma outra problemática: o processo de envelhecimento aliado a uma cultura na qual “treinar com dor fortalece o espírito do guerreiro”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o atleta já tem por volta de 40-50 anos, é provável que possua algumas lesões crônicas e mal curadas. Temos, portanto, uma combinação perigosa para o aumento do risco de lesões em ambas as categorias e por motivos diferentes. Com o treinamento as principais preocupações são o fortalecimento e o controle da fadiga diária. Essa fadiga nos adultos é gerada pelo acúmulo de treinos e nos masters pelo somatório de responsabilidades diárias (treino, trabalho, família). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como falei no tópico anterior, alguns modelos táticos ou técnicos que exigem mais flexibilidade não são uma boa opção para os masters. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aliás, uma recomendação para os veteranos é usar eventualmente alguns treinos de DSE (Desenvolvimento de Sistemas Energéticos), popularmente chamados de “cardio”. Usar esse tipo de estratégia vai deixar o atleta no gás e menos exposto ao risco de lesão que uma sessão intensa de BJJ oferece. É a famosa relação de custo/benefício.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-221785" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Pergunta-2-Motivacao--300x200.jpg" alt="" width="684" height="456" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Pergunta-2-Motivacao--300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Pergunta-2-Motivacao--150x100.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/Pergunta-2-Motivacao-.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 684px) 100vw, 684px" /></p>
<p><strong>5- Recuperação</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste quesito, uma dica que realmente faz a diferença é o trabalho de fisioterapeutas manuais. Como falei no tópico anterior, os dois públicos (adultos e veteranos) têm altos riscos de lesões, por motivos diferentes. No entanto, ter um fisio vai ajudar bastante no processo de recuperação muscular ou mesmo no controle de lesões crônicas. Outra dica que vale ser mencionada é o monitoramento da Variabilidade da Frequência Cardíaca (VFC). Isso me dá um gráfico diário, a partir do qual ajusto o treino do dia a fim de controlar a fadiga do atleta. </span></p>
<p><strong>6- Volume de treino</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este ponto é crucial para o sucesso e longevidade do treinamento. Pegue todos os outros tópicos, misture no liquidificador e agora ache a razão ideal de treino para cada atleta. Essa realmente é uma tarefa quase que impossível de realizar. O que fazemos é na verdade ir construindo com cada atleta ao longo do tempo a relação ideal entre necessidade da quantidade de treino e de descanso. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fomos educados a acreditar que, quanto mais treinamos, melhores ficamos. Essa é a cultura do alto volume. O que acaba indo contra a intensidade do treino. Pense: você consegue treinar mais forte num rola de 5 ou 50 minutos? Quanto maior o tempo de treino, menor a intensidade dele. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ciência do treinamento e os resultados de atletas olímpicos estão aí para provar que não é somente o volume que resolve. Atletas da natação, por exemplo, hoje nadam 25% do volume que se praticava na década de 1970. Achar essa relação ideal entre volume e intensidade, levando em conta cada perfil, é o mais importante. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ah, claro, dentro desse terreno de relatividades, posso ao menos afirmar uma coisa com convicção: o volume total de treino de um atleta master deve ser menor que o de um atleta adulto.</span></p>
<p><strong>7- Viagens</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto o problema dos adultos é conseguir verba para custear as viagens competitivas, os veteranos precisam arrumar tempo na agenda para isso ocorrer. Geralmente os masters são profissionais já bem estabelecidos em suas áreas ou mesmo ex atletas que agora são professores e donos de suas próprias academias.</span></p>
<p><strong>8- Comprometimento </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por incrível que pareça, a disciplina e o comprometimento dos atletas masters tendem a serem  maiores do que os dos profissionais. Isso se deve muito ao nível de maturidade, é claro. Outro ponto é que os masters sabem que precisam fazer o mais perfeito possível para compensar a falta de tempo ou mesmo os sinais eminentes do envelhecimento. Hoje trabalho com 85 atletas de diferentes níveis dos quais 33 são profissionais. De todos esses atletas, existem três masters entre os Top 5 nesse quesito. E isso é algo que dá bastante prazer ao treinador e acaba virando uma “bola de neve” com ações positivas. Costumo dizer a todos que quanto mais informações e mais detalhes o atleta me passa, mais fundo conseguimos ir na individualização do próprio treino dele.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-221787" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154121-1-300x300.jpg" alt="" width="399" height="399" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154121-1-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154121-1-1024x1024.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154121-1-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154121-1-768x768.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/03/20190228_154121-1.jpg 1075w" sizes="auto, (max-width: 399px) 100vw, 399px" /></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">* Rafael Ribeiro é preparador esportivo de atletas amadores e profissionais, com foco em MEC (Modalidades Esportivas de Combate) e surfe. Ministra cursos de extensão e pós-graduação. Foi responsável pela preparação esportiva de profissionais de Jiu-Jitsu como Isaque Bahiense, Mahamed Aly e Pedro “Paquito” Ramalho e Michael Langhi, entre outros campeões. Instagram: <a href="https://www.instagram.com/rafaribeirojj" target="_blank" rel="noopener">@rafaribeirojj</a></span></em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>5 dicas de Rafael Lang para voltar bem de uma contusão</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Jan 2022 14:56:07 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_230463" style="width: 942px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/01/lang.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-230463" class="size-full wp-image-230463" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/01/lang.jpg" alt="" width="932" height="638" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/01/lang.jpg 932w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/01/lang-300x205.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/01/lang-768x526.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/01/lang-150x103.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 932px) 100vw, 932px" /></a><p id="caption-attachment-230463" class="wp-caption-text">Lang na banheira de gelo após uma sessão pesada de treinos. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Após se recuperar de um grave acidente de moto em 2013, o professor Rafael Lang, da Octagon MMA, pôde escrever sua própria história de superação – nos tatames e fora deles.</p>
<p>Mesmo com a recuperação em quadro delicado, o atleta não se deixou abalar mentalmente e dedicou-se em dobro. O resultado compensou, e em 2020 ele subiu ao pódio duas vezes no Pan de Jiu-Jitsu.</p>
<p>Para isto, o professor seguiu um treinamento rigoroso, que fez provar o valor do foco e da consistência. A pedido da equipe GRACIEMAG, o lutador dividiu com os leitores as cinco principais instruções que o guiaram nesse momento duro para a carreira de qualquer faixa-preta.</p>
<p><strong>1. Aceitar</strong> que seus planos mudam. Nessa primeira etapa, será crucial entender que é necessário reajustar muitos de seus objetivos. Que serão adiados, não impedidos.</p>
<p><strong>2. Disciplina</strong>. Levar tão a sério sua recuperação quanto o seu treinamento para um campeonato ou luta profissional.<br />
<strong><br />
3. Cercar-se </strong>de pessoas certas. Profissionais competentes, amigos e familiares serão peças fundamentais para auxiliar na sua recuperação. Junte-se com pessoas positivas e que torcem por você.<br />
<strong><br />
4. Invista</strong> em você, lembre que seu corpo e sua mente são as principais ferramentas para o sucesso de qualquer artista marcial.<br />
<strong><br />
5. Respeitar</strong> o tempo certo para o seu retorno é vital. Mas procure se manter o mais ativo possível, sempre é possível se movimentar de algum modo e fazer algo. Ficar totalmente inerte e parado é a pior decisão, e é ruim para a cabeça também.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/5-dicas-de-rafael-lang-para-voltar-bem-de-uma-contusao/">5 dicas de Rafael Lang para voltar bem de uma contusão</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>7 dicas para você vencer mentalmente uma contusão séria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2020 12:00:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Paulista formado no Jiu-Jitsu pela BTT, o campeão de Jiu-Jitsu Adriano Ornellas coleciona, há mais de 20 anos, histórias bonitas de superação. &#8220;Nunca foi fácil&#8221;, diz o faixa-preta. &#8220;Treinei na época de ouro da BTT no Rio. Eu vi e fiz lutas na academia que ninguém jamais vai ver igual, nem no UFC&#8221;. Em 2017,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_228889" style="width: 806px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Screenshot_20201007-085519.png"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-228889" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Screenshot_20201007-085519.png" alt="" width="796" height="636" class="size-full wp-image-228889" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Screenshot_20201007-085519.png 796w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Screenshot_20201007-085519-300x240.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Screenshot_20201007-085519-768x614.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2020/10/Screenshot_20201007-085519-150x120.png 150w" sizes="auto, (max-width: 796px) 100vw, 796px" /></a><p id="caption-attachment-228889" class="wp-caption-text">Professor Ornellas com o mestre Murilo Bustamante, líder da BTT. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Paulista formado no Jiu-Jitsu pela BTT, o campeão de Jiu-Jitsu Adriano Ornellas coleciona, há mais de 20 anos, histórias bonitas de superação. &#8220;Nunca foi fácil&#8221;, diz o faixa-preta. &#8220;Treinei na época de ouro da BTT no Rio. Eu vi e fiz lutas na academia que ninguém jamais vai ver igual, nem no UFC&#8221;.</p>
<p>Em 2017, ele sofreu uma contusão e passou por três cirurgias complexas no joelho, por conta de uma infecção severa. Parecia difícil que voltasse ao topo do pódio, mas ele confiou, escutou os médicos, e ralou o triplo. Voltou aos torneios em 2018, com a medalha de ouro.</p>
<p>Confira sete lições do professor Ornellas:</p>
<p><strong>1</strong>. Tenha bons profissionais a seu lado, e escute as dicas dos médicos e fisioterapeutas. Meu médico foi crucial até para mudar minha alimentação, e me ajudou a voltar ainda melhor após a recuperação.</p>
<p><strong>2</strong>. A musculatura do lutador precisa ser reconstruída de grão em grão, para proteger a articulação. Não se descuide do trabalho diário, nem exagere no início.</p>
<p><strong>3</strong>. Tenha muita disciplina, tanto na fisioterapia como na alimentação. A mesma garra e consistência que você tem nos treinos é preciso ter na recuperação. Sua vontade vai determinar seus limites.</p>
<p><strong>4</strong>. Mantenha o equilíbrio emocional, para compensar a temporada sem poder treinar.</p>
<p><strong>5</strong>. Visualize os resultados, trace metas e mantenha seus hábitos alinhados às metas.</p>
<p><strong>6</strong>. Seu corpo precisa estar bem abastecido para se curar. Eu cortei leites e derivados e comi muita castanha, seguindo receita de um especialista em nutrição. À noite, só comia saladas e proteínas.</p>
<p><strong>7</strong>. Você provavelmente vai ouvir que dificilmente vai voltar a lutar em alto nível. Pois bem, eu adotei o lema: &#8220;Eu quero, eu posso, eu mereço, eu acredito.&#8221; E em 2018 voltei a vencer um campeonato da IBJJF entre os faixas-pretas. Não desista jamais. </p>
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		<title>6 dicas de Rickson Gracie para você turbinar seu Jiu-Jitsu, hoje e sempre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2020 12:00:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>1. Contusão não é desculpa para ficar no sofá vendo TV e não se exercitar. Poupe a região lesionada e exercite o resto do corpo. 2. Treinamento físico que cai na rotina pode ser chato para o lutador e menos exigente para a musculatura. Varie suas atividades, busque cenários ao ar livre e seja criativo.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-217494 aligncenter" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr.jpg" alt="" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/08/rickson-gallerr-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><br />
<strong>1. Contusão não é desculpa</strong> para ficar no sofá vendo TV e não se exercitar. Poupe a região lesionada e exercite o resto do corpo.</p>
<p>2. Treinamento físico que cai na rotina pode ser chato para o lutador e menos exigente para a musculatura. Varie suas atividades, busque cenários ao ar livre e seja criativo. Natação, surfe, pedalada, escalada, ioga, corrida, tudo vale.</p>
<p><strong>3. Pratique exercícios diariamente.</strong> Um dia sem exercícios é um dia irrecuperável.</p>
<p>4. Não está com a cabeça boa? O corpo pediu descanso? Lembre-se que a água é ótima fonte natural de energia. Procure o mar, piscina ou ducha fresca mais perto para refrescar as ideias e as articulações.</p>
<p><strong>5. Durante o treino, não pense apenas nas posições do corpo.</strong> Fique atento principalmente ao ritmo da sua respiração, algo que pode ser crucial para a vitória – ou para a derrota.</p>
<p>6. Se você anda se sentindo um pouco estagnado no Jiu-Jitsu, procure investir seu tempo de treinamento conforme a seguinte fórmula: 50% com Jiu-Jitsu, na academia; 30% com treinos para ganhar gás, como corridas, tiros na praia e nado; e 20% de treinos de força, como musculação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>* As lições acima, inspiradas por Rickson, foram publicadas anteriormente nas páginas de GRACIEMAG. Se você curtiu e quer saber mais, assine <a title="Assine sua revista de Jiu-Jitsu GRACIEMAG" href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">sua revista de Jiu-Jitsu favorita hoje mesmo. Clique aqui.</a></em></strong></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-dicas-de-rickson-gracie-para-voce-turbinar-seus-treinos-de-jiu-jitsu-hoje/">6 dicas de Rickson Gracie para você turbinar seu Jiu-Jitsu, hoje e sempre</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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