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	<title>conquista | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>Rickson explica qual é a faixa mais difícil de conquistar no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Jun 2024 12:10:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lenda do Jiu-Jitsu e do clássico vale-tudo, Rickson Gracie construiu uma base sólida na arte suave e seu entendimento do meio se tornou referência. Certa vez, mestre Rickson foi perguntado qual seria, na visão do Gracie, a faixa mais difícil de ganhar no Jiu-Jitsu. Se você achou que é a faixa-preta, errou de longe. Para&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_39721" style="width: 510px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/07/rickson-gracie.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-39721" class="size-full wp-image-39721" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/07/rickson-gracie.jpg" alt="Rickson Gracie mostra suas técnicas no seu seminário, no Rio. Foto: Carlos Ozório" width="500" height="333"></a><p id="caption-attachment-39721" class="wp-caption-text">Rickson Gracie explica seu entendimento sobre a faixa mais dificil do Jiu-Jitsu. Foto: Carlos Ozório</p></div>
<p>Lenda do Jiu-Jitsu e do clássico vale-tudo, Rickson Gracie construiu uma base sólida na arte suave e seu entendimento do meio se tornou referência. Certa vez, mestre Rickson foi perguntado qual seria, na visão do Gracie, a faixa mais difícil de ganhar no Jiu-Jitsu. Se você achou que é a faixa-preta, errou de longe.</p>
<p>Para o Gracie, a &nbsp;faixa-azul é uma das mais complicadas de se conquistar. Segundo ele, a mudança da faixa-branca para a azul consiste não só na assiduidade do atleta na academia, mas sim na base que ele construiu durante sua jornada.</p>
<p>&#8220;Na faixa-branca você não tem muita ideia&#8221;, explica o mestre. &#8220;Lá você começa a criar seus reflexos e seu entendimento do jogo. Para se tornar faixa-azul, você precisa saber um pouco de tudo no esporte. Você sabe montar, estrangular, chaves de braço e escapar do aperto. Já sentiu a pressão dos adversários, consegue durar mais nos treinos e sabe como respirar devidamente. Você já se tornou uma criatura do Jiu-Jitsu.&#8221;</p>
<p>A partir daí, para Rickson, o praticante se torna apto a usar a faixa-azul. E, nesse ponto, o atleta tem tudo para seguir seu caminho até a faixa-preta. O que o atleta precisa daí em diante se chama perseverança para aprimorar sua técnica.</p>
<p>&#8220;O que falta ao atleta depois da faixa-azul é a prática e os reflexos. Ele tem tudo que precisa até a faixa-preta, só precisa manter a calma e a constância&#8221;, respondeu Rickson.</p>
<p>E para você, amigo leitor, a faixa-azul é de fato o marco que torna uma pessoa comum numa criatura do Jiu-Jitsu? Comente conosco!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rickson-gracie-explica-qual-e-a-faixa-mais-dificil-de-ganhar-no-jiu-jitsu/">Rickson explica qual é a faixa mais difícil de conquistar no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Atitudes fundamentais para você adotar após conquistar a faixa-preta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2021 12:13:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sonho para alguns, objetivo para outros, realidade para aqueles poucos que tiveram a capacidade de persistir até chegar nela. A faixa-preta de Jiu-Jitsu é um marco na vida do atleta, que ao conquistá-la entra para um grupo seleto de pessoas. Contudo, se enganam aqueles que acham que a faixa-preta é o ápice do conhecimento. Sempre&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_62976" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/06/Faixa-preta-Mundial-2012-1.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-62976" class="size-full wp-image-62976" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/06/Faixa-preta-Mundial-2012-1.jpg" alt="Você sabe como nasceu o uso das faixas? Foto: GRACIEMAG" width="800" height="533" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/06/Faixa-preta-Mundial-2012-1.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/06/Faixa-preta-Mundial-2012-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/06/Faixa-preta-Mundial-2012-1-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/06/Faixa-preta-Mundial-2012-1-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><p id="caption-attachment-62976" class="wp-caption-text">Foto: GRACIEMAG</p></div>
<p>Sonho para alguns, objetivo para outros, realidade para aqueles poucos que tiveram a capacidade de persistir até chegar nela. A faixa-preta de Jiu-Jitsu é um marco na vida do atleta, que ao conquistá-la entra para um grupo seleto de pessoas.</p>
<p>Contudo, se enganam aqueles que acham que a faixa-preta é o ápice do conhecimento. Sempre em evolução, a arte suave segue mutável ao longo dos anos, e o aprendizado do praticante que chega à faixa-preta deve continuar. Assim, compilamos 30 coisas que você deve fazer após a conquista da faixa, em artigo publicado na edição <a href="https://www.graciemag.com/2018/03/08/graciemag-253-a-despedida-de-vitor-belfort/" target="_blank" rel="noopener">GRACIEMAG número #253.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>1. Pise na sua vaidade.</em></p>
<p><strong>2.</strong> Pise na sua vaidade mais uma vez.</p>
<p><em><strong>3.</strong> Retribua o que você aprendeu até este ponto da sua trajetória, transmitindo o seu conhecimento de forma gentil e</em><br />
<em>prestativa, sempre que um menos graduado pedir ajuda.</em></p>
<p><strong>4.</strong> Aprofunde-se no estudo das chaves de perna, conhecimento ainda um pouco &#8220;recente&#8221; na sua formação. Tente, por exemplo, aplicar chaves de pé e leglocks nos treinos à vera com os blacks da sua academia.</p>
<p><em><strong>5.</strong> Não ache que agora, só porque chegou à faixa-preta, você deve amolecer nos treinos e diminuir a frequência na academia. É justamente o contrário. Agora que seu aprendizado está realmente começando, pise fundo e intensifique os treinos.</em></p>
<p><strong>6.</strong> É inevitável que, mais cedo ou mais tarde, você seja finalizado por alguém menos graduado. Isso acontece, não se martirizar por isso. Perca com elegância. A sua única obrigação agora é oferecer um bom treino (técnico e dinâmico) aos seus colegas de academia.</p>
<p><em><strong>7.</strong> Siga valorizando os fundamentos que você aprendeu nas primeiras aulas. O básico continua sendo o seu maior aliado, independente da cor da sua faixa.</em></p>
<p>** Curtiu? Leia as demais dicas na sua revista de Jiu-Jitsu predileta, <a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">clicando aqui</a>!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/atitudes-fundamentais-para-voce-realizar-apos-conquistar-a-faixa-preta-de-jiu-jitsu/">Atitudes fundamentais para você adotar após conquistar a faixa-preta</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>De uma equipe pequena a campeão mundial de Jiu-Jitsu: a lição de Ronaldo Junior</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Jul 2019 21:21:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O menino sonhador chegou lá. Cria de Teresópolis, no Rio de Janeiro, Ronaldo Junior nunca teve medo de lutar longe de casa. Batalhador, o atleta de 22 de anos conquistou todos os principais títulos nas faixas-coloridas (roxa e marrom), desde Pan, Brasileiro e até Mundial, todos com selo da IBJJF. Em 2019, no seu melhor&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_217053" style="width: 1207px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/Ronaldo-Junior-e-seu-professor-André-Galvão.png"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-217053" class="size-full wp-image-217053" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/Ronaldo-Junior-e-seu-professor-André-Galvão.png" alt="" width="1197" height="800" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/Ronaldo-Junior-e-seu-professor-André-Galvão.png 1197w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/Ronaldo-Junior-e-seu-professor-André-Galvão-300x201.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/Ronaldo-Junior-e-seu-professor-André-Galvão-768x513.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/Ronaldo-Junior-e-seu-professor-André-Galvão-1024x684.png 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/07/Ronaldo-Junior-e-seu-professor-André-Galvão-150x100.png 150w" sizes="(max-width: 1197px) 100vw, 1197px" /></a><p id="caption-attachment-217053" class="wp-caption-text">Ronaldo Junior e seu professor André Galvão. Foto: Reprodução</p></div>
<p>O menino sonhador chegou lá. Cria de Teresópolis, no Rio de Janeiro, Ronaldo Junior nunca teve medo de lutar longe de casa. Batalhador, o atleta de 22 de anos conquistou todos os principais títulos nas faixas-coloridas (roxa e marrom), desde Pan, Brasileiro e até Mundial, todos com selo da IBJJF.</p>
<p>Em 2019, no seu melhor momento como atleta competidor, Ronaldo conquistou o Mundial como faixa-marrom de forma convicta, ao superar sete adversários na divisão de peso meio-pesado. Foi o terceiro ouro seguido do lutador, que vinha de vitória no Pan e Brasileiro, meses antes do maior campeonato do calendário do Jiu-Jitsu.</p>
<p>Depois do maior teste antes de virar um atleta de elite, Ronaldo foi condecorado faixa-preta de Jiu-Jitsu pelas mãos de André Galvão, seu professor na Atos, em San Diego.</p>
<p>Nesta entrevista, Ronaldo conta como iniciou no Jiu-Jitsu há 11 anos, fala das dificuldades que teve driblar na América e das sua primeira lutas na faixa-preta, no Fight to Win, Subversiv 2 e Fresno Open da IBJJF.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Qual foi a maior lição de Jiu Jitsu que você aprendeu e que fez de você um atleta melhor? </strong></p>
<p><strong>Ronaldo Junior:</strong> Não duvidar do meu potencial. Eu comecei no Jiu-Jitsu em uma equipe pequena no Brasil. Com as minhas dificuldades financeiras e falta de informações era quase impossível chegar até a Califórniana e ser campeão mundial igual eu fiz. Tive que acreditar no meu potencial e trabalhar muito para chegar onde estou hoje. Sou grato e realizado.</p>
<p><strong>Qual título mais te marcou durante sua jornada como faixa colorida?</strong></p>
<p>O Mundial na faixa-roxa em 2018 foi o meu primeiro Mundial naquele ano. Eu tive muitos altos e baixos como, por exemplo, problemas de saúde que me fizeram ficar internado no hospital e problemas financeiros. Eu não tinha uma casa para morar. Eu tinha um visto de estudante que me obrigava a ir para escola quatro vezes na semana em um horário muito complicado, que me impedia de participar do treino de competição na Atos.</p>
<p>Mesmo sem treinar apropriadamente, eu nunca desisti de mim. Com inspiração dos meus professores e suporte, ganhei o Mundial e também a equipe Atos ganhou o primeiro lugar com equipe. Como eu não tinha carro, eu usava uma bicicleta que a professora Angélica Galvão me deu para ir à escola, onde era 1h50m pedalando ida e volta. Tudo isso foi para sustentar o meu sonho que foi realizado no Mundial 2018. Foi uma das maiores superações que eu já tive na minha carreira. Deus honrou todo meu trabalho nesse título.</p>
<p><strong>De faixa-preta, você já lutou duas vezes. Como você se vê lutando contra os maiores nome do peso médio?</strong></p>
<p>Me sinto preparado para qualquer desafio na faixa-preta. Estou treinando muito para conseguir o meu espaço no nível mais alto do esporte, com trabalho duro e atitude certa. Na direção correta eu chegarei, onde quero chegar igual eu sempre fiz durante esses 11 anos de Jiu-Jitsu. É só uma questão de tempo. Se o meu professor me deu a faixa preta é porque ele acredita no meu potencial e eu confio no trabalho dele.</p>
<p><em>Veja Ronaldo Junior em ação no Jiu-Jitsu. No último fim de semana, o novo craque venceu peso e absoluto no Fresno Open, ao vencer cinco lutas e finalizar quatro delas.</em></p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=9RyVGBtznlE</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/de-uma-equipe-pequena-a-campeao-mundial-de-jiu-jitsu-a-licao-de-ronaldo-junior/">De uma equipe pequena a campeão mundial de Jiu-Jitsu: a lição de Ronaldo Junior</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>André Almeida e a missão de chegar ainda mais longe com o Jiu-Jitsu em 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 20:59:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Atleta de alto rendimento, com inúmeras conquistas nos torneios mais disputados do mundo, André Almeida visa uma campanha ainda mais dourada para 2019. Depois de sofrer com uma  lesão por quase uma temporada e se recuperar, graças ao Jiu-Jitsu, a fera está solta para este ano alçar vôos ainda maiores. Competidor da equipe Gracie Barra,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_213450" style="width: 666px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/WhatsApp-Image-2019-01-20-at-19.40.52.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-213450" class="size-full wp-image-213450" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/WhatsApp-Image-2019-01-20-at-19.40.52.jpeg" alt="" width="656" height="493" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/WhatsApp-Image-2019-01-20-at-19.40.52.jpeg 656w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/WhatsApp-Image-2019-01-20-at-19.40.52-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/WhatsApp-Image-2019-01-20-at-19.40.52-150x113.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 656px) 100vw, 656px" /></a><p id="caption-attachment-213450" class="wp-caption-text">André com as quatro medalhas conquistas apenas no Chicago Open de 2018 em resultado expressivo. Foto: Arquivo pessoal</p></div>
<p>Atleta de alto rendimento, com inúmeras conquistas nos torneios mais disputados do mundo, André Almeida visa uma campanha ainda mais dourada para 2019. Depois de sofrer com uma  lesão por quase uma temporada e se recuperar, graças ao Jiu-Jitsu, a fera está solta para este ano alçar vôos ainda maiores.</p>
<p>Competidor da equipe Gracie Barra, André figura no ranking da IBJJF como um dos 20 melhores da sua categoria, e seu ritmo ascendente desde o ano passado promete conquistas de grande porte para o lutador.</p>
<p>&#8220;Há alguns anos eu sigo na luta para construir uma carreira sólida no cenário competitivo&#8221;, analisa André. &#8220;No começo de 2017 eu quebrei o pé lutando, e fiquei grande parte daquela temporada me recuperando e treinando para voltar. O ano de 2018 foi muito melhor, foi fenomenal para mim. Fiquei em segundo lugar no Pan Sem Kimono da IBJJF, em Nova York, foi muito legal.&#8221;</p>
<p>Ainda sobre a lista de conquistas do casca-grossa em 2018, torneios de expressão internacional servem como impulso para outros planos ainda mais ambiciosos para a temporada que se inicia.</p>
<p>&#8220;Lutei muito na federação internacional e, mesmo voltando de lesão, me coloquei entre os 20 melhores do ranking mundial. Ganhei alguns opens da IBJJF no caminho também, como os de Las Vegas, Denver, Washington, Atlanta, Chicago e Austin, por exemplo.</p>
<p>&#8220;Agora, para esta temporada de 2019, quero chegar mais forte para conquistar ainda mais títulos, focar nos campeonatos de maior evidência, como o Pan-Americano e o Mundial. Em 2016, além de medalhar no Pan da IBJJF, eu conquistei também o ADCC Nationals nos EUA, com e sem kimono, um torneio duríssimo, e pretendo atuar mais uma vez sob as regras do ADCC neste ano.&#8221;</p>
<div id="attachment_213452" style="width: 1210px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/WhatsApp-Image-2019-01-20-at-19.41.31.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-213452" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/WhatsApp-Image-2019-01-20-at-19.41.31.jpeg" alt="" width="1200" height="898" class="size-full wp-image-213452" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/WhatsApp-Image-2019-01-20-at-19.41.31.jpeg 1200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/WhatsApp-Image-2019-01-20-at-19.41.31-300x225.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/WhatsApp-Image-2019-01-20-at-19.41.31-768x575.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/WhatsApp-Image-2019-01-20-at-19.41.31-1024x766.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/01/WhatsApp-Image-2019-01-20-at-19.41.31-150x112.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a><p id="caption-attachment-213452" class="wp-caption-text">André no alto do pódio do Atlanta Open do ano passado, na disputada categoria de  kimono. Foto: IBJJF</p></div>
<p>Além de ferrenho competidor, André ainda administra seu tempo para dividir um pouco do que aprendeu em anos sob a bandeira da Gracie Barra com demais adeptos da arte.</p>
<p>&#8220;No quesito aulas, o ano de 2018 foi bom também para me dedicar mais em lecionar. Ministrei muitos seminários na América, nas filiais da Gracie Barra em Santa Barbara, Aurora, Deerfield, West Lancaster e outras.&#8221;</p>
<p>A meta é se colocar no topo do cenário competitivo em sua divisão neste ano, já plenamente recuperado das lesões de outrora e com os treinos executados de forma inteligente, mais fortes do que nunca.</p>
<div style="width:100%;height:0px;position:relative;padding-bottom:56.604%;"><iframe loading="lazy" src="https://streamable.com/s/ahezm/vwjlgo" frameborder="0" width="100%" height="100%" allowfullscreen style="width:100%;height:100%;position:absolute;left:0px;top:0px;overflow:hidden;"></iframe></div>The post <a href="https://www.graciemag.com/andre-almeida-e-a-missao-de-chegar-ainda-mais-longe-com-o-jiu-jitsu-em-2019/">André Almeida e a missão de chegar ainda mais longe com o Jiu-Jitsu em 2019</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>O melhor momento dos 10 anos da GFTeam: o Mundial de Rodolfo Vieira</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Nov 2018 16:46:58 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25257" style="width: 510px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/06/rodolfo-vieira1-2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-25257" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/06/rodolfo-vieira1-2.jpg" alt="" width="500" height="333" class="size-full wp-image-25257" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/06/rodolfo-vieira1-2.jpg 500w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/06/rodolfo-vieira1-2-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/06/rodolfo-vieira1-2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></a><p id="caption-attachment-25257" class="wp-caption-text">Rodolfo Vieira após sua conquista histórica para a GFTeam. Foto: Arquivos GRACIEMAG</p></div>
<p>No dia 23 de novembro de 2018, a Grappling Fight Team, comumente chamada de GFTeam, completou 10 anos de existência. A academia GMI, de matriz baseada no bairro do Méier, no Rio de Janeiro, surgiu nas dependências da finada faculdade Gama Filho, e hoje figura como uma das maiores equipes de Jiu-Jitsu do Brasil.</p>
<p>Inúmeras conquistas foram determinantes na construção desta década de sucesso na arte suave, mas poucas foram tão marcantes quanto as do ano de 2011, sob o kimono de um atleta conhecido no mundo todo: Rodolfo Vieira.</p>
<p>Depois de chocar o cenário internacional como faixa-marrom, ao desbancar competidores conhecidos do Jiu-Jitsu, Rodolfo foi graduado faixa-preta e partiu para conquistar o sonho do Mundial da IBJJF na faixa-preta.</p>
<p>No peso pesado, venceu nomes como Rafael Lovato e Bernardo Faria para conquistar o ouro, e no absoluto não foi diferente. Depois de passar por Cláudio Calasans e Serginho Moraes, Rodolfo ficou frente a frente, pela primeira vez, com aquele que seria seu maior adversário nos tatames: Marcus Buchecha.</p>
<p>O duelo foi marcado pela pressão de Rodolfo por cima, com tentativas de passagem e entradas de queda poderosas. Marcus parecia imbatível no duelo, mas um bote forte no armlock garantiu a vitória de Rodolfo na semifinal em questão, que levaria à final mais tarde contra Bernardo Faria, vencida por 9 a 0, placar que garantiu o ouro absoluto de Rodolfo para a GFTeam.</p>
<p>Confira no vídeo abaixo o duelo entre Rodolfo Vieira e Marcus Buchecha na semifinal do absoluto faixa-preta no Mundial de 2011!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rodolfo Vieira vs Marcus Almeida &quot;Buchecha&quot; Worlds 2011" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/WuMckH_qWiU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-melhor-momento-dos-10-anos-da-gfteam-o-mundial-de-rodolfo-vieira/">O melhor momento dos 10 anos da GFTeam: o Mundial de Rodolfo Vieira</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mundial de Jiu-Jitsu 2018: Bia Mesquita e a &#8220;reconquista&#8221; do reinado nos leves</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jun 2018 15:04:22 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_156932" style="width: 730px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-156932" class="size-full wp-image-156932" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/Bia-Mesquita-vence-Luiza-Monteiro-na-final-peso-leve-do-Mundial-20141-1.png" alt="" width="720" height="491" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/Bia-Mesquita-vence-Luiza-Monteiro-na-final-peso-leve-do-Mundial-20141-1.png 720w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/Bia-Mesquita-vence-Luiza-Monteiro-na-final-peso-leve-do-Mundial-20141-1-300x205.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/Bia-Mesquita-vence-Luiza-Monteiro-na-final-peso-leve-do-Mundial-20141-1-150x102.png 150w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p id="caption-attachment-156932" class="wp-caption-text">Bia e Luiza voltaram a se encarar numa final de Mundial. Foto: Erin Herle/GRACIEMAG</p></div>
<p>No Mundial de Jiu-Jitsu 2018, encerrado no dia 3 de junho, na Califa, tivemos todo tipo de campeão na faixa-preta. Atletas que conquistaram o ouro mais prestigiado da arte suave pela primeira vez, e também aqueles que pintaram para defender com sucesso o título do ano anterior. Tivemos também, no caso de Bia Mesquita, o reencontro da ex-campeã com o título que havia escapado por entre os dedos no ano passado.</p>
<p>Em 2017, mesmo com a vitória no placar, Bia Mesquita atacou no pé e fez um movimento que os árbitros entenderam como ilegal. A atleta foi desclassificada na final e Luiza Monteiro ficou com o ouro. Já em 2018, as atletas voltaram a se enfrentar pelo título. Bia não deixou o fantasma do ano anterior lhe assombrar, entrou com tudo na disputa e reconquistou seu lugar entre as melhores do peso leve, ao bater Luiza por 3 a 1 nas vantagens.</p>
<p>&#8220;A final foi tiro, porrada e bomba&#8221;, disse Bia em conversa com GRACIEMAG. &#8220;Eu queria muito conquistar meu reinado de volta. Ano passado fui desclassificada ao tentar finalizar ganhando a luta por 4 a 2 nos pontos, o que quebrou uma sequência de cinco ouros consecutivos na categoria dos leves. Contudo, eu sabia que o meu lugar era no topo, e eu queria muito estar lá de volta. Graças a Deus eu consegui conquistar meu 6º título mundial na faixa-preta, me tornando oito vezes campeã do maior campeonato de Jiu-Jitsu, fazendo história e mostrando que tudo é possível quando acreditamos.&#8221;</p>
<p>E você, amigo leitor, gostou da campanha de Bia no Mundial 2018? Qual outro atleta que foi destaque para você no campeonato? Comente conosco!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mundial-de-jiu-jitsu-2018-bia-mesquita-e-a-reconquista-do-reinado-nos-leves/">Mundial de Jiu-Jitsu 2018: Bia Mesquita e a “reconquista” do reinado nos leves</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mundial de Jiu-Jitsu 2018: Mahamed Aly fala sobre a lesão de Leandro Lo e título</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jun 2018 21:34:38 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_209827" style="width: 906px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-209827" class="size-full wp-image-209827" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/06/34526602_2218183581530295_8471916922294763520_n.jpg" alt="" width="896" height="562" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/06/34526602_2218183581530295_8471916922294763520_n.jpg 896w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/06/34526602_2218183581530295_8471916922294763520_n-300x188.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/06/34526602_2218183581530295_8471916922294763520_n-768x482.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/06/34526602_2218183581530295_8471916922294763520_n-150x94.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 896px) 100vw, 896px" /><p id="caption-attachment-209827" class="wp-caption-text">Mahamed e Lo durante a final do superpesado. Foto: IBJJF</p></div>
<p>Além dos já consagrados faixas-pretas que mais uma vez voltaram para casa com o ouro do Mundial de Jiu-Jitsu, como Bruno Malfacine, Lucas Lepri, Marcus Buchecha e outros, alguns felizes e aguerridos atletas chegaram, pela primeira vez, ao ápice da arte suave. Um deles foi Mahamed Aly, ao conquistar seu primeiro título no torneio de 2018, encerrado no último domingo, dia 3 de junho.</p>
<p>Ainda em êxtase pela primeira conquista do Mundial, primeira também da sua equipe, a Lloyd Irvin, Mahamed conversou com GRACIEMAG e falou sobre o caminho árduo até o topo do pódio, as vitórias vencidas dentro e fora dos tatames para brilhar no superpesado, e falou também do lance que garantiu o título: a queda que lesionou o ombro de Leandro Lo e fez com que o líder da NS Brotherhood deixasse o combate prematuramente.</p>
<p>&#8220;Foi um acidente que eu não esperava que acontecesse&#8221;, disse Mahamed lembrando da surpresa com o ocorrido. &#8220;O que eu fiquei falando pra mim mesmo após o lance era pra não deixar aquilo ali entrar no meu coração, porque o Leandro é o Leandro. Mesmo machucado ele continua sendo o Leandro.&#8221;</p>
<p>Confira o papo completo a seguir.</p>
<p><strong>GRACIEMAG: Depois de tantas guerra ao longo desses anos, tem como descrever em palavras a conquista de um  Mundial na faixa-preta?</strong></p>
<p><strong>Mahamed Aly:</strong> Esse título tem um grande significado. Além de ser o meu primeiro título mundial na faixa-preta, foi o primeiro título mundial da história do meu time, o Team Lloyd Irvin. Isso me deixa feliz em dobro. Significa que eu cheguei, finalmente, no patamar mais alto do Jiu-Jitsu. Significa que eu pude mostrar para mim mesmo que eu consigo. Significa que tudo tem sua hora certa e que não devemos perder nosso tempo nos comparando com outras pessoas. Significa que o futuro chegou.</p>
<p><strong>O que você pensou naquele primeiro momento no qual o Lo sentiu o ombro? Qual a primeira coisa que veio na cabeça naquela fração de segundo?</strong></p>
<p>Eu ainda não assisti a luta completa e não sei exatamente o que houve ali. Parece que eu tentei afundar ele no chão e quando ele tentou apoiar com a mão, o ombro saiu. Não sei ao certo. Foi um acidente que eu não esperava que acontecesse. O que eu fiquei falando pra mim mesmo era pra não deixar aquilo ali entrar no meu coração, porque o Leandro é o Leandro, mesmo machucado ele continua sendo o Leandro. Fiquei falando para mim mesmo para tentar pressionar mais ainda e pontuar. Infelizmente o ombro dele saiu de novo e ele não pode continuar.</p>
<p><strong>Qual foi sua maior dificuldade rumo ao título? Você lutou com alguma lesão que te atrapalhou, algum segredo dos bastidores, talvez.</strong></p>
<p>Eu tomei uma chave nas oitavas do absoluto que estalou meu pé todo. Apesar de não ter batido, eu sabia que aquilo ali poderia limitar muito o meu desempenho no campeonato. Mas mundial é isso mesmo. Um querendo matar o outro. Eu praticamente não conseguia andar depois da luta. Fiz 20 minutos de gelo e me preparei para lutar a categoria. Me classifiquei para as quartas de final, que seriam no domingo, e eu não sabia, até então, se teria condições de lutar no outro dia. Cheguei no hotel e fiquei fazendo balde de gelo de duas em duas horas até dormir. O pé acordou péssimo e eu pensei: vou lutar as quartas e tentar ganhar essa medalha aí.</p>
<p>Quando cheguei no ginásio, estava esperando lutar com o Elliot Kelly, porque o Gutemberg havia sido desclassificado no dia anterior. Para minha surpresa o Elliot não foi e eu já estava na semifinal. Estava com muito receio de lutar com o Nicolas estando limitado, pois já seria difícil ganhar dele em 100%, mas aqueci bem e a adrenalina anestesiou minha dor um pouco antes de ir para a guerra. Sem me expor muito, porque eu sabia que não estava em condições de movimentar muito, acabou dando certo.</p>
<p><strong>Qual foi a luta mais difícil do Mundial, aquela que te fez chegar além do limite?</strong></p>
<p>Tive duas grandes guerras comigo mesmo neste Mundial. Primeiro foi consegui bater o peso três dias antes do evento, foi muito difícil manter, e na hora do absoluto estava com muita vontade de comer e beber bastante água, mas não podia exagerar. A segunda foi convencer a mim mesmo que eu seria capaz de ganhar dos melhores do mundo mesmo com o  pé machucado do jeito que estava. Acho que em qualquer esporte individual, a maior guerra que existe é interna.</p>
<p><strong>Qual a próxima meta do Mahamed no Jiu-Jitsu e a dica mais construtiva para o atleta que nos lê e quer, um dia, ser campeão mundial na faixa-preta?</strong></p>
<p>Quero continuar evoluindo. Acho que meu Jiu-Jitsu tem muitas brechas e muitos errinhos que preciso corrigir. Estou muito feliz com a vida que estou vivendo e quero continuar evoluindo. A minha dica para quem lê é a seguinte: O domingo foi como se fosse o Réveillon do mundo do Jiu-Jitsu. O evento terminou e o dia seguinte foi como se fosse dia 1° de janeiro. Temos 12 meses para ajustar o que tiver que ser ajustado para estarmos prontos para o próximo. Então encarem com seriedade estas 52 semanas porque passa muito rápido. Todo esforço será recompensado!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/mundial-de-jiu-jitsu-2018-mahamed-aly-fala-sobre-a-lesao-de-leandro-lo-e-titulo/">Mundial de Jiu-Jitsu 2018: Mahamed Aly fala sobre a lesão de Leandro Lo e título</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Projeto da polícia conquista dois troféus e 73 medalhas no Brasileiro de Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 May 2018 17:33:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo quarto ano consecutivo a Geração UPP participou do Campeonato Brasileiro da CBJJ, considerado o maior torneio da modalidade no país e um dos mais disputados em todo o mundo. Ao todo, 114 jovens atletas das mais variadas comunidades cariocas viajaram a Barueri, na grande São Paulo, para a disputa da competição. Na volta ao&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_209136" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/05/geracao-podio2018.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-209136" class="size-large wp-image-209136" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/05/geracao-podio2018-1024x707.jpeg" alt="" width="650" height="449" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/05/geracao-podio2018-1024x707.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/05/geracao-podio2018-300x207.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/05/geracao-podio2018-768x530.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/05/geracao-podio2018-150x103.jpeg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/05/geracao-podio2018.jpeg 1203w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /></a><p id="caption-attachment-209136" class="wp-caption-text">Mlecada do Geração UPP fez a festa nopódio do Brasileiro 2018. Foto: Leonardo Fabri</p></div>
<p>Pelo quarto ano consecutivo a Geração UPP participou do Campeonato Brasileiro da CBJJ, considerado o maior torneio da modalidade no país e um dos mais disputados em todo o mundo. Ao todo, 114 jovens atletas das mais variadas comunidades cariocas viajaram a Barueri, na grande São Paulo, para a disputa da competição. Na volta ao Rio de Janeiro, a bagagem veio com dois troféus por equipes (no infantil e no infanto-juvenil) e 73 medalhas, sendo 23 de ouro, 18 de prata e 32 de bronze.</p>
<p>Individualmente, um dos destaques foi o pequeno, porém muito forte, Mythis Richard Batista de Oliveira, de 11 anos de idade. Campeão faixa-amarela na categoria ultra-pesado Junior 2, o jovem atleta é aluno do projeto social da Cidade de Deus, liderado pelo cabo da Polícias Militar Flávio Soldado. Dono de um jogo agressivo, “Panda”, como foi apelidado pela mãe, tem grandes ambições no Jiu-Jítsu.</p>
<p>“O que eu quero ser quando crescer? Quero ser um famoso ‘Jiu-jiteiro’ e ganhar bastante dinheiro para ajudar a minha mãe. ”, planeja o jovem campeão, que também explicou o apelido recebido. “Minha mãe me chama de ‘Panda’ porque eu sou muito preguiçoso, mas quando entro no tatame eu viro uma fera, sou mortal, igual um urso”.</p>
<p>A mãe de Mythis é a designer de sobrancelhas Selma Batista. Moradora da comunidade Rato Molhado, no Jacarezinho, ela supera a distância de 20km até a Cidade de Deus para levar o filho para treinar no projeto. Feliz pelo desempenho do pupilo no esporte, ela lembra que ele é um lutador desde que nasceu.</p>
<p>“Nos primeiros dias após o nascimento ele teve que voltar ao hospital diversas vezes devido a paradas cardiorrespiratórias. Em uma das vezes eu cheguei a aceitar que perderia meu filho, tanto que levei à igreja para apresentá-lo, porque pensei que não daria tempo de batizá-lo. Mas ele sempre foi muito forte, superou as adversidades e hoje me orgulha sendo um campeão no esporte e na vida”, conta Selma, que ainda tem outros cinco filhos &#8211; três biológicos e dois adotados &#8211; que treinam Jiu-Jitsu. “Eu aprendi a gostar de Jiu-Jitsu pelos meus filhos. Vi que o esporte estava fazendo muito bem a eles, então passei a gostar também. Converso com eles todos os dias e digo para eles se dedicarem, pois no futuro eles podem tirar o pão deles do esporte, seja como campeão ou como professor”.</p>
<p>Assim como outros pais e mães, Selma também viajou a Barueri com a delegação projeto, em um ônibus à parte, como tradicionalmente acontece em todas as edições do campeonato brasileiro. Para a mãe de Mythis Richard, todo o esforço é válido.</p>
<p>“É um sacrifício que vale a pena. Por conta dos meus filhos, passei a conhecer o projeto Geração UPP a fundo, e vi que o trabalho é sério, organizado e muito bem desenvolvido. Os professores, além de ensinarem as técnicas, também dão atenção, carinho e se preocupam com as nossas crianças, e isso não sou eu que falo, é o próprio Mythis, é o que ele me conta quando chega em casa&#8221;.</p>
<p>Missão cumprida</p>
<p>Com a conquista de 73 pódios nesta edição, a Geração UPP ultrapassou a marca de 200 medalhas conquistadas no mais importante campeonato de Jiu-Jitsu do país. Agora, somadas todas as participações, desde 2015, o projeto chega a 242 medalhas. Tudo isso é possível graças ao apoio dos “parceiros de boa vontade” &#8211; Legião da Boa Vontade (LBV), Super Rádio Brasil, Prime Esportes, Boomboxe e Governo do Estado e Secretaria de Segurança Pública -, que juntos reformam salas, doam tatames, quimonos, lanches e, em caso de viagens, cedem ônibus para a delegação. Um dos professores, o cabo Thiago Diógenes comemorou o resultado obtido.</p>
<p>“Nossa proposta é sempre trazer as crianças para os grandes eventos, independentemente do resultado. Claro, ganhar é muito bom, motiva ainda mais nossos atletas, mas só a felicidade deles por esta confraternização já nos deixa muito felizes. O resultado foi bom, foi satisfatório, disputamos contra grandes equipes do mundo e mostramos, mais uma vez, a nossa força, mas o importante é as crianças voltarem para o Rio de Janeiro com o sorriso no rosto. Muitas dessas crianças nunca saíram do Rio de Janeiro e com o projeto têm a oportunidade dessa nova experiência”, disse o policial, que também revelou o próximo passo da equipe. “Vamos fazer um barulho no Sul-Americano. Será no Rio de Janeiro, nossa casa, então vamos fazer um esforço para inscrever o máximo de crianças possível”.</p>
<p>(Fonte: Assessoria de imprensa)</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/projeto-da-policia-conquista-dois-trofeus-e-73-medalhas-no-brasileiro-de-jiu-jitsu/">Projeto da polícia conquista dois troféus e 73 medalhas no Brasileiro de Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>GMI:  Luiz Dias e o Jiu-Jitsu como cartão de visitas pelo mundo</title>
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		<pubDate>Mon, 22 May 2017 19:11:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Inspire-se nas aventuras do professor Luiz Dias, nosso GMI em Laranjeiras, no Rio de Janeiro, que sem nenhum contato ou recomendação, tampouco fluência em línguas estrangeiras, conseguiu desbravar a Europa com seminários de Jiu-Jitsu. Confira o relato da fera. “No ano de 2010, minha esposa quis visitar o irmão que morava em Paris, na França.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_201729" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-201729" class="size-large wp-image-201729" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Acredito-que-lutar-é-o-melhor-1024x681.jpg" alt="" width="650" height="432" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Acredito-que-lutar-é-o-melhor-1024x681.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Acredito-que-lutar-é-o-melhor-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Acredito-que-lutar-é-o-melhor-768x511.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/Acredito-que-lutar-é-o-melhor-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px" /><p id="caption-attachment-201729" class="wp-caption-text">Professor Luiz Dias durante treino na sua academia em Laranjeiras. Foto: Ilan Pellenberg</p></div>
<p>Inspire-se nas aventuras do professor Luiz Dias, nosso <a href="https://www.graciemag.com/pt/gmi/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">GMI</a> em Laranjeiras, no Rio de Janeiro, que sem nenhum contato ou recomendação, tampouco fluência em línguas estrangeiras, conseguiu desbravar a Europa com seminários de Jiu-Jitsu. Confira o relato da fera.</p>
<p>“No ano de 2010, minha esposa quis visitar o irmão que morava em Paris, na França. Foi quando eu visualizei a oportunidade de abrir meus horizontes como professor de Jiu-Jitsu. Pensei em fazer seminários, ajudar a difundir o arte suave pelo mundo, conhecer pessoas e ainda me capitalizar. Eu já era faixa-preta e tinha começado a formar minha equipe no Rio de Janeiro, tinha muitas idéias e sonhos. E tinha também uma certeza: eu jamais conquistaria nada grandioso se não lutasse por isso.</p>
<p>Então eu comprei uma briga com a minha mulher e meu cunhado: eu iria correr as academias, não iria fazer turismo com eles. Eu não sabia falar francês e tive que me virar sozinho com o mapa do metrô parisiense na mão. Logo na primeira academia que visitei, um ginásio de boxe e muay thai, fui recebido pelo dono, que ficou meio desconfiado. Num inglês improvisado ofereci uma hora de aula de defesa pessoal e caso gostassem eu daria aula para eles num preço a combinar. Como disse que era de graça, ele balançou a cabeça e fez sinal para eu entrar.</p>
<p>Não tinha dojô, era chão de cimento. Os lutadores de boxe que estavam ali se reuniram, ele falou algo em francês, não entendi nada, mas comecei a dar a aula. Tinha um irlandês lá que, ao falar comigo, me perguntou como sairia de uma gravata. Pedi que aplicasse o golpe em mim e ele, ao grampear meu pescoço, saiu apertando. Foi quando eu me toquei que ele estava efetivamente lutando contra mim. Fiz a defesa clássica da gravata, caí por cima dele, montei, marquei uns socos e finalizei na americana. Quando olhei para cima, todos calados. Não sabia se iria ser juntado ou o que iria acontecer&#8230; O dono da academia estava surpreso, afinal eu já era mais velho que eles e não tinha o mesmo porte físico que os boxeadores, meu diferencial era o Jiu-Jitsu.</p>
<p>O dono da academia fechou na hora um pacote de aulas, o irlandês virou meu amigo, e ainda me pagou uma cerveja. Fiquei duas semanas dando aulas e assim voltei os outros anos. De lá vieram convites através dos alunos para dar aulas em Portugal, depois Espanha, Hungria&#8230; E alguns anos depois abri minha filial no Porto, em Portugal, a GAS PORTO.</p>
<p>Sim, um professor de Jiu-Jitsu pode começar ‘do zero’ e construir sua equipe, fortalecer seu escudo e, no médio prazo, ter filiais bem sucedidas no Brasil e no exterior. Creio que toda a experiência pessoal que narrei neste artigo pode ser motivacional para outros professores saírem da zona de conforto e acreditarem naquele lema que apresentei no início do texto: jamais conquistaremos nada grandioso se não lutarmos por isso.&#8221;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/gmi-luiz-dias-e-o-jiu-jitsu-como-cartao-de-visitas-pelo-mundo/">GMI:  Luiz Dias e o Jiu-Jitsu como cartão de visitas pelo mundo</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Tayane Porfírio comenta ouro duplo no Brasileiro de Jiu-Jitsu e vitórias na vida</title>
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		<pubDate>Thu, 04 May 2017 07:13:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O último Brasileiro de Jiu-Jitsu da CBJJ, realizado em Barueri com a estrondosa marca de 5.750 atletas inscritos, teve dentre o gigante número de participantes dois atletas de destaque maior, ao conquistarem o título peso e absoluto no adulto faixa-preta. Um deles é o estelar Leandro Lo. Junto com a fera da Ns Brotherhood, porém,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_201465" style="width: 1071px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-201465" class="size-full wp-image-201465" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/tayane.jpeg" alt="" width="1061" height="707" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/tayane.jpeg 1061w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/tayane-300x200.jpeg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/tayane-768x512.jpeg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/tayane-1024x682.jpeg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/05/tayane-150x100.jpeg 150w" sizes="auto, (max-width: 1061px) 100vw, 1061px" /><p id="caption-attachment-201465" class="wp-caption-text">Tayane segue forte como uma das melhres atletas de Jiu-Jitsu na faixa-preta. Foto: Flashsport</p></div>
<p>O último Brasileiro de Jiu-Jitsu da CBJJ, realizado em Barueri com a estrondosa marca de 5.750 atletas inscritos, teve dentre o gigante número de participantes dois atletas de destaque maior, ao conquistarem o título peso e absoluto no adulto faixa-preta. Um deles é o estelar Leandro Lo. Junto com a fera da Ns Brotherhood, porém, brilhou o nome de uma mulher forte e de sorriso fácil: Tayane Porfírio.</p>
<p>A atleta da Alliance Rio, sob a batuta do professor Alexandre &#8220;Gigi&#8221; Paiva, subjugou todas as oponentes que encarou, e faturou o duas medalhas de ouro no torneio. GRACIEMAG.com bateu um papo com a fera, para saber detalhes da conquista e como superar as dificuldades dentro e fora dos tatames.</p>
<p>Confira a entrevista e inspire-se ainda mais a superar seus obstáculos com a filosofia do Jiu-Jitsu!</p>
<p><strong>GRACIEMAG.com: Como foi lutar o Brasileiro na faixa-preta? Foi seu primeiro nesta graduação, não foi?</strong><br />
<strong>Tayane Porfírio:</strong> Foi mágico o Brasileiro este ano, senti uma energia muito boa naquele ginásio, algo que nunca tinha sentindo antes. Foi meu primeiro brasileiro de faixa-preta e foi maravilhoso estar ali com todas aquelas atletas sinistras.</p>
<p><strong>Como você avalia sua participação no torneio. Mesmo com a dupla vitória, você gostou da sua atuação no geral?</strong><br />
Acho que foi uma das melhores competições que eu já fiz.  Estava super nervosa mas consegui me concentrar bem em todas lutas. Consegui escutar meu mestre e gostei bastante da forma com a qual lutei. Espero lutar melhor a cada competição.</p>
<p><strong>Qual foi a luta mais difícil do torneio?</strong><br />
Na realidade, todas as lutas foram muito difíceis. Encarei todas como uma final, estava lutando sem pensar na próxima luta, já que todas as atletas hoje em dia são difíceis de lutar. O Jiu-Jitsu feminino evoluiu muito e fico feliz em ver este crescimento. A final da categoria, por exemplo, foi contra a Luzia Fernandes, um grande nome do Jiu-Jitsu. Consegui chamar  para guarda, mas logo no início ela deu uma acelerada e conseguiu fazer uma vantagem. Voltamos em pé e chamei de novo e consegui raspar e finalizar. Já no absoluto, contra a Bia, que é um dos maiores nomes hoje em dia no Jiu-Jitsu, ela chamou na guarda e eu consegui passar. A Bia e uma grande atleta acho o Jiu-Jitsu dela muito sinistro. Como sempre, foi uma guerra até o final.</p>
<p><strong>Mesmo com a vitória incontestável, você segue recebendo críticas nas redes sociais.  Qual mensagem você deixa para outros atletas que, assim como você, sofrem algum tipo de preconceito e querem vencer no esporte?</strong><br />
No início tudo muito difícil, só que mesmo com tanta dificuldade eu não desisti. Fui em busca do meu espaço, e aos poucos eu estou chegando. Tenho certeza que se acreditarem vão chegar também. E aos críticos tenho uma coisa a dizer: Critiquem mais! Porque a cada competição eu darei o meu melhor e se eu perder vou perder sabendo que lutei até o final. Aos meus fãs quero dizer que amo vocês e que vocês me inspiram a cada mensagem.</p>
<p>A caminhada é dura e cansativa, mas no final de toda estrada sempre tem um lugar maravilhoso, onde você vai conseguir olhar para trás e ver que a longa caminhada só te fez ser mais forte.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/tayane-porfirio-comenta-ouro-duplo-no-brasileiro-de-jiu-jitsu-e-vitorias-na-vida/">Tayane Porfírio comenta ouro duplo no Brasileiro de Jiu-Jitsu e vitórias na vida</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Roger Gracie para Ronaldo Jacaré: &#8220;Você é o que mais merece esse cinturão do UFC&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Apr 2017 19:58:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Clássicos rivais no Jiu-Jitsu, Roger Gracie e Ronaldo Jacaré criaram uma relação de respeito e admiração ao longo dos últimos anos, depois que deixaram de disputar, cabeça a cabeça, os absolutos nos Mundiais da IBJJF. Ambos migraram com sucesso para o MMA. Roger conquistou o cinturão do disputado One FC, Jaca foi campeão do Strikeforce&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_141140" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-141140" class="size-full wp-image-141140" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/ADCC-453-2.jpg" alt="Roger vs. Jacaré at the 2005 ADCC" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/ADCC-453-2.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/ADCC-453-2-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/08/ADCC-453-2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p id="caption-attachment-141140" class="wp-caption-text">Roger e Jacaré ficaram frente a frente inúmeras vezes no mundias da IBJJF e no ADCC. Foto: Arquivos GRACIEMAG</p></div>
<p>Clássicos rivais no Jiu-Jitsu, Roger Gracie e Ronaldo Jacaré criaram uma relação de respeito e admiração ao longo dos últimos anos, depois que deixaram de disputar, cabeça a cabeça, os absolutos nos Mundiais da IBJJF.</p>
<p>Ambos migraram com sucesso para o MMA. Roger conquistou o cinturão do disputado One FC, Jaca foi campeão do Strikeforce e hoje figura entre os principais pesos médios do Ultimate. Em seu último duelo, porém, Jacaré acabou superado pelo rápido e preciso Robert Whittaker. Sem entrar na corrente dos críticos ou pessimistas, o Gracie tratou de dar uma injeção de ânimo no velho arquirrival.</p>
<p>Em entrevista ao GRACIEMAG.com, Roger reforçou que uma das principais qualidades de Jacaré é a perseverança e a mente inabalável, o que faz o amigo crer no título ainda. Roger, como o leitor se lembra, viu de perto o histórico episódio no qual Jacaré quebrou o braço e mesmo assim faturou o ouro no Mundial 2004, na final do absoluto faixa-preta.</p>
<p>&#8220;Tenho certeza que ele vai se recuperar e dar a volta por cima na categoria. O Jacaré demonstrou várias vezes ao longo da carreira que tem a cabeça super boa. Ele não vai deixar que apenas uma derrota o abale. Sei que ele vai se dedicar e voltar mais forte que nunca. O Jacaré é um atleta excepcional, isso aí foi um baixo na carreira dele, um dia em que ele não estava tão bem. Acontece. O cinturão dele vai chegar, ele merece mais do que todos, é um cara especial e construiu tudo na vida dele&#8221;, elogiou.</p>
<p>Roger aproveitou para comentar um detalhe importante da luta de Jacaré, quando o craque chegou nas costas de Whittaker e não controlou a posição. Roger ressaltou os méritos do adversário, que certamente estava ciente dos perigos de Jaca no solo, e comentou também o quão difícil é usar as habilidades do Jiu-Jitsu no MMA.</p>
<p>&#8220;Hoje em dia no MMA não tem bobo, todo mundo treina tudo. É muito difícil finalizar nas costas com a luva de MMA, especialmente a do Ultimate que é mais grossa do que a do One ou a do Strikeforce. A mão escorrega demais na hora da finalização&#8221;, analisou a fera.</p>
<p>E para você, amigo leitor, Roger Gracie está certo ao vislumbrar um retorno triunfal de Ronaldo Jacaré na divisão de pesos médios do UFC? Comente conosco. Oss!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/roger-gracie-para-ronaldo-jacare-voce-e-o-que-mais-merece-esse-cinturao-do-ufc/">Roger Gracie para Ronaldo Jacaré: “Você é o que mais merece esse cinturão do UFC”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rafa Mendes: “Vencer um, dois ou dez Mundiais nunca foi minha definição de sucesso&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Nov 2015 14:21:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em fevereiro de 2007, um magricela de 17 anos vindo de Rio Claro, São Paulo, atraiu os olhares de todos na seletiva do ADCC. Ainda faixa-roxa, Rafael Mendes foi inscrito pelo seu professor Ramon Lemos na categoria até 66kg do torneio de luta agarrada, no clube do Botafogo, no Rio de Janeiro, entre craques renomados&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_157226" style="width: 950px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-157226" class="size-full wp-image-157226" alt="Rafa contra Cobrinha, na final dos penas. Foto: Ivan Trindade/GRACIEMAG" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/06/Rafa-Mendes.jpg" width="940" height="627" /><p id="caption-attachment-157226" class="wp-caption-text">Rafa contra Rubens Cobrinha em mais uma final no Jiu-Jitsu: rivalidade antológica. Foto: Ivan Trindade/GRACIEMAG</p></div>
<p>Em fevereiro de 2007, um magricela de 17 anos vindo de Rio Claro, São Paulo, atraiu os olhares de todos na seletiva do ADCC. Ainda faixa-roxa, Rafael Mendes foi inscrito pelo seu professor Ramon Lemos na categoria até 66kg do torneio de luta agarrada, no clube do Botafogo, no Rio de Janeiro, entre craques renomados da elite do esporte. O peso-pluma com cara de menino e cabelos espetados não temeu ser jogado aos leões. E se tornou um deles.</p>
<p>Um detalhe: ele jamais havia competido sem kimono antes. Acabou vice-campeão, perdendo apenas para Bruno Frazatto, e a partir daí não parou de ser notado em grandes campeonatos. Pentacampeão mundial na faixa-preta com apenas 26 anos, Rafa foi entrevistado recentemente por nossa equipe para a edição #222 de GRACIEMAG. Reproduzimos a seguir os melhores momentos da troca de ideias. Se curtir e quiser ler mais artigos como este, é fácil assinar a revista de Jiu-Jitsu mais tradicional do Brasil e recebê-la em casa. <a title="Assine GRACIEMAG e receba a revista em casa" href="http://graciemagshop.com.br/" target="_blank">Basta clicar aqui.</a></p>
<p><strong>GRACIEMAG: Se você pudesse resumir toda sua trajetória do início até o pentacampeonato mundial, o que diria?</strong></p>
<p><strong>RAFAEL MENDES</strong><em>: </em>O homem está sempre na busca pelo sucesso, sempre esteve e sempre estará. E nesta busca muitos se perdem. Hoje eu paro para pensar e olho para trás e descubro que minha fórmula do sucesso sempre esteve comigo, desde criança. Mesmo sem reconhecer com total clareza os princípios em que eu estava baseando minha vida, eu sempre apliquei, sempre vivi e sempre protegi estes conceitos: foco, perseverança, fé, autoconfiança. Princípios que construíram o meu caráter, que foram implementados em mim pela minha família e por pessoas que conheci ao longo do caminho, e em situações que vivenciei em minha infância e adolescência, fundamentais para o meu amadurecimento e responsáveis por tudo que conquistei e ainda vou conquistar.</p>
<p><strong>Você em 2006 era faixa-azul, e em 2009 já era um faixa-preta respeitado. Por conta dessa ascensão meteórica, você alguma vez percebeu alguma pequena lacuna técnica ou conceitual no seu jogo?</strong></p>
<p>A parte técnica com certeza é importante, mas o grande responsável pela ascensão meteórica é a parte mental. Quando você aprender a controlar sua mente, suas emoções, e a dominar o seu medo, isso fará com que você se sinta confortável em uma situação desconfortável como a competição, e vai permitir que você use todo seu potencial. E aí sua mente estará em paz, calma, para tomar a decisão correta no momento perfeito. Isso fará você atingir o que eu chamo de “momento mágico”, onde a preparação se encontra com a oportunidade; e é através desta habilidade, neste momento, que os campeões são criados.</p>
<p><strong>Muitos mestres da antiga resumiam que o Jiu-Jitsu era a arte de começar por baixo e ficar por cima. Você e sua geração subverteram isso, com o berimbolo que pulava esta etapa, indo da guarda para as costas. Você vê o seu Jiu-Jitsu assim?</strong></p>
<p>Sempre olho para o Jiu-Jitsu e para tudo na minha vida com um objetivo: a evolução. Isso é o que me motiva em tudo que faço, esta mentalidade de querer evoluir, aprimorar, melhorar, inovar. Realmente acredito que 99% do mundo gostam de inovação – todo mundo gosta quando a Apple anuncia o novo iPhone, quando sua marca favorita de roupa lança uma nova coleção, ou quando seu filho aprende uma coisa nova e mostra a você. Isso é inovação, evolução, e é isso que faz o dia a dia mais emocionante, mais desafiador. O que procuro fazer todos os dias pode ser resumido nesta frase atribuída a Walt Disney: “Aqui nós não olhamos para trás por muito tempo, Nós continuamos seguindo em frente, abrindo novas portas e fazendo coisas novas, Porque somos curiosos… E a curiosidade continua nos conduzindo por novos caminhos.”</p>
<p><strong>A primeira vez que vimos você lutar foi sem o kimono, naquela seletiva do ADCC 2007. O que você sentiu ali entre tantos craques?</strong></p>
<p>Eu me lembro que eu não ia lutar esta seletiva do ADCC, pois ainda era faixa-roxa, e o evento era aberto para qualquer faixa. Mas sempre tive algo dentro de mim, um sentido, uma voz, que sempre fala mais alto quando aparece algum desafio, quando não tenho a certeza do que vai acontecer, mas esta voz faz com que eu me arrisque, desafie minhas certezas, faz com que eu não tenha medo e que eu ultrapasse meus limites, pois na verdade não existem limites. Foi isso que aconteceu, senti dentro de mim que eu deveria ser corajoso, pois somente quem tem coragem será capaz de sentir a felicidade ao conquistar seus sonhos. Aquele campeonato me fez aprender mais sobre mim mesmo, e revelou para o mundo o potencial que eu tinha. A partir daquele momento a mídia me conheceu e se surpreendeu, e com certeza foi muito importante para o início da minha carreira e para a construção do meu nome como atleta. Aquele campeonato, mesmo com a derrota na final, trouxe benefícios incalculáveis para minha jornada.</p>
<p><strong>Você procura tirar lições tanto das derrotas como das vitórias de modo similar?</strong></p>
<p>Na minha carreira como atleta eu sempre fiz o possível e o impossível para chegar ao mais alto nível técnico, físico e mental. Não existe nada mais doloroso do que uma derrota, não somente no Jiu-Jitsu mas em qualquer área da sua vida. Uma derrota nunca é fácil de entender e é ainda mais complicado para se absorver; e devemos procurar absorver qualquer experiência, seja ela boa ou ruim. Quando sofro uma derrota, como todo ser humano, no primeiro momento eu questiono, questiono o por quê daquilo estar acontecendo – eu não acho justo, a emoção tenta me controlar, mas é neste momento, quando eu paro por um segundo, respiro fundo e me lembro que tenho de dar graças por tudo que Deus coloca e também por tudo que Deus tira da minha vida, é então que percebo que não é justo eu agradecer quando recebo o que quero e me rebelar quando as coisas não vão da maneira que espero. Quando esta sabedoria se tornou parte de mim, da minha vida, esta maturidade de como lidar com as emoções e situações, tudo passou a ter mais sentido, e em consequência tudo se tornou mais produtivo.</p>
<p><strong>É uma boa filosofia. Em relação ao estudo das lutas, você costumava assistir a lutas antigas de velhos ídolos?</strong></p>
<p>Sempre acompanhei muito a categoria pena, estudando tudo e todos. Sempre tive como objetivo lutar nesta categoria – mesmo quando eu era juvenil peso-galo, meu objetivo já era o de um dia me tornar faixa-preta e conquistar o topo, pois em minha opinião o peso-pena tem o Jiu-Jitsu mais refinado e artístico, e eu sabia que se eu colocasse minha atenção nessa categoria, meu Jiu-Jitsu evoluiria rapidamente e meu caminho até a faixa-preta seria mais dominante.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Rafa Mendes 2015 Worlds Highlights" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/ikqxpOTwySo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>O seu treino voltado para competição e o seu treino do dia a dia são bem diferentes?</strong></p>
<p>Sim, a maneira como treinamos na nossa academia é muito estudada, muito planejada. Não acredito que treinar no seu máximo o ano todo, todos os dias, seja a maneira mais inteligente. A periodização é muito importante no Jiu-Jitsu. Entender como o seu treinamento faz você chegar no dia da competição em sua melhor forma é uma ciência, e somente um treinamento inteligente pode conseguir atingir este objetivo.</p>
<p><strong>Há atletas que são campeões nas faixas de base, mas não repetem o feito na faixa-preta. Por quê?</strong></p>
<p>Para ser consistente e vencer no mais alto nível no Jiu-Jitsu, é preciso dominar três aspectos: o técnico, o físico e o mental. E a grande maioria das pessoas não encontra esta sintonia, o que resulta em uma decadência nos resultados.</p>
<p><strong>Muita gente treina para ter mais saúde, viver melhor e depois ensinar. Como você sugere que a pessoa possa viver do Jiu-Jitsu sem ser um campeão mundial?</strong></p>
<p>Nosso objetivo com a nossa academia, a Art of Jiu-Jitsu, é usar nossa arte para, de alguma maneira, fazer um impacto positivo na vida dos alunos e da comunidade, influenciando crianças e adultos e pessoas com diferentes objetivos, seja perder peso, fazer exercício, aprender uma arte marcial, relacionar-se com outras pessoas ou vencer campeonatos. Seja qual for o objetivo do aluno, é responsabilidade do professor perceber e reconhecer isso. Acredito que não é necessário ser um campeão para poder abrir uma academia e viver do Jiu-Jitsu, vejo muitos campeões com academias que não são bem sucedidas pois faltam muitas das qualidades necessárias. Certamente se você é famoso no mundo do Jiu-Jitsu isso abre portas para sua academia e seus alunos, mas é sim possível para qualquer um viver do Jiu-Jitsu – basta disciplina, profissionalismo e organização.</p>
<p><strong>O fato de você ter aparecido no cenário de Jiu-Jitsu já com um forte rival como o Cobrinha o ajudou em algum aspecto?</strong></p>
<p>Com certeza, quando você tem um adversário de alto nível, não somente no Jiu-Jitsu mas em qualquer área de sua vida, este desafio faz com que você se dedique ainda mais, faz com que você se exija mais, quebre barreiras e tenha mais foco. Um grande adversário transforma você em uma versão melhor de si mesmo, ou seja, em uma pessoa melhor.</p>
<p><strong>Ter um irmão/parceiro/rival cascudo sempre ao lado é uma fórmula para estar sempre evoluindo no Jiu-Jitsu? Essa troca de ideias entre vocês desde a infância é uma de suas receitas de sucesso?</strong></p>
<p>Essa sintonia que existe entre irmãos é uma coisa especial, muito poderosa. O fato de sempre ter meu irmão ao meu lado foi e é inexplicavelmente benéfico em minha vida. Em um irmão eu sempre encontrei tudo, parceria, amizade, competição, rivalidade, e todas essas experiências foram e são muito construtivas no meu desenvolvimento como atleta e como pessoa.</p>
<p><strong>Muitos leitores e observadores consideram você o lutador mais técnico peso por peso. Não gostaria de entrar num absoluto ou numa luta casada insana para tirar isso a limpo um dia?</strong></p>
<p>Fico muito feliz e orgulhoso quando o mundo do Jiu-Jitsu me coloca nesta posição, não existe satisfação profissional melhor do que ser considerado o melhor do mundo. Eu dediquei minha vida ao Jiu-Jitsu, sacrifiquei minha infância e adolescência correndo atrás dos meus sonhos por meio desta arte marcial, e hoje me sinto realizado em ver que tudo isso valeu a pena, nada foi em vão! Sou extremamente feliz pois consegui alcançar meu objetivo, de fazer uso do Jiu-Jitsu e do meu talento para mudar vidas, e hoje consegui proporcionar para mim e minha família a qualidade de vida que sempre desejei. Isso sim é sucesso na minha visão. Vencer um, dois ou dez campeonatos mundiais nunca foi minha definição de sucesso, mas sim usar tudo isso, suas conquistas, seu talento, suas experiências, todo seu potencial para mudar primeiramente sua vida, e posteriormente usar sua vida para causar um impacto positivo na vida de outras pessoa, este é o verdadeiro sucesso.</p>
<p>Sobre o absoluto, não vejo a necessidade de provar mais nada em termos de competição. Acredito que mesmo se eu vencer o absoluto no Mundial da IBJJF isso não muda nada, acho mais importante a influência que estamos tendo não só nas competições, no estilo de Jiu-Jitsu que as pessoas estão treinando, mas também como estamos expondo ao mundo a maneira como o Jiu-Jitsu deve ser apresentado para um indivíduo, para uma criança ou uma família. Jiu-Jitsu é educação, e esta é a forma como a AOJ introduz o Jiu-Jitsu, sendo assim acredito que é este pacote todo, todas estas características, que nos colocam nessa posição de melhor do mundo segundo a comunidade do Jiu-Jitsu.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rafa-mendes-vencer-um-dois-ou-dez-mundiais-nunca-foi-minha-definicao-de-sucesso-no-jiu-jitsu/">Rafa Mendes: “Vencer um, dois ou dez Mundiais nunca foi minha definição de sucesso”</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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