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	<title>básico | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>Manifesto &#8220;old school&#8221;: como treinar Jiu-Jitsu ao estilo samurai, com mais adrenalina e menos firula</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Aug 2022 03:08:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje vamos estudar algumas lições inspiradas na doutrina que defende um Jiu-Jitsu mais comprometido com o &#8220;combate real&#8221;. Uma arte finalizadora, sem firulas, de “essência samurai”, entre outras características que podem instigar a sua evolução como lutador. Confira a seguir dez mandamentos que tentam resumir o &#8220;Manifesto Old School&#8221;, matéria de capa da edição #225&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_137424" style="width: 950px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-137424" class="size-full wp-image-137424" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/1998_sperryvsroletafotoricardoazoury-1.jpg" alt="" width="940" height="629" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/1998_sperryvsroletafotoricardoazoury-1.jpg 940w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/1998_sperryvsroletafotoricardoazoury-1-300x201.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/1998_sperryvsroletafotoricardoazoury-1-768x514.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/1998_sperryvsroletafotoricardoazoury-1-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 940px) 100vw, 940px" /><p id="caption-attachment-137424" class="wp-caption-text">José Mario Sperry x Roberto Roleta em 1998. Foto: Ricardo Azoury</p></div>
<p>Hoje vamos estudar algumas lições inspiradas na doutrina que defende um Jiu-Jitsu mais comprometido com o &#8220;combate real&#8221;. Uma arte finalizadora, sem firulas, de “essência samurai”, entre outras características que podem instigar a sua evolução como lutador.</p>
<p><strong><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Confira a seguir dez mandamentos que tentam resumir o &#8220;Manifesto Old School&#8221;, matéria de capa da edição #225 da revista GRACIEMAG. E se você quiser assinar o nosso ACERVO DIGITAL, com acesso a mais de 50 publicações, CLIQUE AQUI. </a></strong></p>
<p><strong>1. COMPROMISSO COM O COMBATE REAL</strong></p>
<p>Na guerra, quando um samurai japonês perdia a espada e se via obrigado a um combate corpo a corpo contra o inimigo, ele dificilmente pensaria em manobras do tipo berimbolo para lidar com o enfrentamento. Qualquer ação que o deixasse demasiadamente exposto a um ataque do oponente seria fatal. Morte imediata. Fim. É daí que nascem as estratégias de ataque reto e objetivo da versão <em>old school</em> de nossa arte marcial.</p>
<p>Uma filosofia de não dar espaços, de liquidar rapidamente o problema. Um jogo extremamente sério e sem firulas. Adaptando essa “filosofia do samurai” aos tempos de hoje, já que estamos em pleno século 21, uma época em que o Jiu-Jitsu é praticado majoritariamente de forma esportiva e educativa, a doutrina old school e seus apóstolos tentam evitar que a modernidade se desprenda totalmente da essência marcial da arte suave. A “fonte” não pode ser esquecida jamais. Uma questão de preservação de “quem somos” e “deonde viemos”.</p>
<p>Não se trata obviamente de um ataque cego às inovações e à criatividade das novas gerações. Claro que não! O que se quer é, dentro do bom senso, preservar nossas raízes. Por isso, recomenda-se usar as noções de defesa pessoal para balizar a criatividade e a inventividade técnica dos novos lutadores mundo afora. “Eu utilizaria essa técnica numa situação de combate real contra um adversário extremamente perigoso?” Esta é uma pergunta para você fazer a si mesmo. Uma questão de autoconhecimento e autocrítica. Você mesmo terá o discernimento e o livre-arbítrio de se especializar em tal técnica inventiva ou não. Assim, a arte será modernizada ao mesmo tempo em que conservaremos o legado de nossos ancestrais.</p>
<p><strong>2. CULTO AO TREINO DURO</strong></p>
<p><em>Old school</em> até a alma, o campeão mundial de Jiu-Jitsu José Mario Sperry observa uma falha muito recorrente no comportamento de praticantes de Jiu-Jitsu em academias mundo afora. “Essa mania de ‘escolher treinos’ é uma verdadeira praga. Vejo muita gente se negando a rolar com adversários mais pesados ou mais bem preparados técnica e fisicamente. Não me permito isso hoje, que rondo os 50 anos, muito menos na época em que eu era um garoto. Se quer pegar leve que vá fazer hidroginástica”, brinca Zé Mario.</p>
<p>Claro, existem limites e periodizações no treinamento de Jiu-Jitsu. Ir até o limite físico todos os dias não é proveitoso e tende a levar um praticante ao overtraining e às lesões. Porém, se você só se submete a ‘treinos fáceis’, você não evolui. Fica estagnado. Sem contar que não condiciona a sua mente e o seu coração a situações de adversidade. E, como bem sabemos, um dos grandes benefícios da arte suave é justamente o condicionamento do praticante a não se apavorar nos momentos de aperto. O que vale tanto para os treinos e competições, como também para a vida.</p>
<p>Os correligionários da causa <em>old school</em> querem evitar que nossa arte marcial se contamine por uma perspectiva superficial e hedonista de “treinamento para o bem-estar”, muito recorrente no universo fitness. A popular “aulinha para madame”. Com todo o respeito às madames, as atividades fáceis e leves jamais poderão ser o objetivo de quem veste o kimono e entra num dojô. Falaremos mais sobre isso no próximo tópico.</p>
<p><strong>3. PUJANÇA FÍSICA NÃO É ABDOME TANQUINHO<br />
</strong></p>
<p>“Lembro que, quando eu cansava num combate, eu ficava feliz. Afinal, se eu estava cansado, o adversário só poderia estar completamente morto. Eu tinha total confiança no meu vigor físico”, diz Zé Mario, cuja rotina de malhação nunca teve como objetivo modelar o corpo. Hoje em dia, no entanto, é recorrente observarmos muitos praticantes preocupados em fazer pose sem camisa para o espelho e postar fotos contraindo os músculos no Instagram. Trata-se de uma distorção total do culto à saúde do corpo de um guerreiro da dinastia old school. Nossos ancestrais ensinavam que o corpo não deve ser cultuado como uma “obra estética”, mas sim como uma “máquina de combate”. Para isso você deve ser muito cuidadoso com sua alimentação (o combustível), com a malhação cotidiana (manutenção, blindagem e turbinagem) e, sobretudo, com a dinâmica dos treinos duros com kimono (o manejo efetivo da máquina, além do estímulo à capacitação e resistência do motor).</p>
<p>“Não se trata de querer ser halterofilista ou posar de fortão na praia. A ideia é unir força, gás e técnica, daí a necessidade dos treinos duros e constantes, articulados com uma malhação casca-grossa. É a vontade de impor o ritmo, de quebrar o adversário no giro, de fazer força no momento certo que leva o praticante a um estágio superior”, diz Zé Mario.</p>
<p>Mais uma vez vale lembrar que o Jiu-Jitsu é marcial e não um desses modismos fitness para emagrecimento rápido. Não estamos de frente para o espelho, estamos dentro da arena. Não é hedonismo, mas sim, como diria o povo da equipe Carlson Gracie, “tempo ruim o tempo todo”. Desenvolva em você, por exemplo, a capacidade de treinar cansando e administrar a dor. Use a malhação como uma aliada à sua trajetória no Jiu-Jitsu e não para alimentar a sua vaidade estética. Oss!</p>
<p><strong>4. O BÁSICO QUE FUNCIONA</strong></p>
<p>Muitos praticantes da nova geração discriminam golpes básicos, de mecânica extremamente simples, pelo fato de serem técnicas ensinadas para faixas-brancas. Por essa lógica, os olhos dos lutadores só deveriam brilhar para golpes complexos, com dinâmicas super elaboradas. Talvez seja por isso que algumas posições clássicas do Jiu-Jistu, que fazem parte da cartilha para iniciantes, estejam sumindo das academias e dos grandes campeonatos. Um exemplo muito oportuno é o estrangulamento relógio, um dos golpes prediletos de Zé Mario.</p>
<p>Para a doutrina <em>old school</em>, quanto mais simples for o golpe, melhor. Não precisa ser nada espalhafatoso e avançado para ser tido como eficiente. “Eu me destaquei no Mundial de Jiu-Jitsu e no ADCC trabalhando apenas com o feijão-com-arroz. Minhas técnicas nunca foram muito vistosas, eu só fazia o básico mesmo. Porém, eu fazia esse básico muitíssimo bem. Eu era um lenhador que havia passado anos afiando um meu machado. Por exemplo: a passagem de guarda que utilizo até hoje eu aprendi com o Otavio Peixotinho quando eu ainda era faixa-azul”, analisa Zé Mario.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-238303" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/1.jpg" alt="" width="877" height="491" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/1.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2022/08/1-150x84.jpg 150w" sizes="(max-width: 877px) 100vw, 877px" /></p>
<p><strong>5. DOUTRINA CASCA-GROSSA</strong></p>
<p>Às vezes, ouvimos um praticante de Jiu-Jitsu dizer que não foi à academia porque estava fazendo muito frio no dia ou chovia torrencialmente. São desculpas intoleráveis dentro da filosofia old school. Só para a gente trabalhar com “parâmetros de disposição”, a maioria dos professores de Jiu-Jitsu old school é de uma época anterior ao profissionalismo do MMA. Naquele tempo, o nome dos desafios entre artes marciais distintas se chamava vale-tudo. Lutadores subiam ao ringue sem patrocínio, vislumbrando uma bolsa baixíssima se comparada às de hoje (alguns participavam de graça). Lutavam sem limites de peso e de tempo. Muitas vezes disputavam campeonatos de vale-tudo em formato de GP, nos quais podiam fazer mais de três lutas numa mesma noite. Sem luvas!</p>
<p>Se você treina numa academia que de alguma forma valoriza essa época, é preciso ter o mínimo de respeito a esses guerreiros do passado. Claro, não se trata de passar por provações tão tenebrosas. Porém, há um mínimo de atitudes a serem honradas, entre elas a disposição ao treino, a pontualidade, a dedicação, a raça durante os combates, o ímpeto em aprender, a lealdade ao mestre, a persistência e a resistência também. “Academia de Jiu-Jitsu não é fábrica de confetes”, costuma dizer Fabio Gurgel. Apesar do bom-humor das palavras de Gurgel, leve a mensagem a sério. Deixe as desculpas esfarrapadas de lado e simplesmente vá treinar!</p>
<p><strong>6. COMPETIÇÕES, DESAFIOS E ADRENALINA</strong></p>
<p>“Não se aperfeiçoe para competir. Compita para se aperfeiçoar”. Essa é uma máxima comum nas academias de Jiu-Jitsu. Ela ensina que o seu Jiu-Jitsu, querido leitor, tende a evoluir bastante (tanto em aspectos técnicos como também por um ponto de vista emocional) quando praticado dentro da área de luta de um torneio com torcida (contra e a favor), arbitragem rigorosa, e um adversário que muitas vezes provoca medo, aflição e adrenalina. Os seguidores da linhagem old school tendem a se alimentar de adrenalina. Precisam de desafios para viver e encontram nos campeonatos de Jiu-Jitsu o habitat natural perfeito para deixarem a essência guerreira fluir.</p>
<p>Um ótimo exemplo de faixa-preta <em>old school</em> é o campeão mundial BJ Penn. Para o ídolo havaiano, a adrenalina pré-luta é como uma turbulência num avião de passageiros. “Não há nada que você possa fazer, então aproveite a experiência”, opina o havaiano, com bom humor. “Agora que estou mais experiente”, continua BJ, “sinto mais a adrenalina antes das lutas. Só que eu não reajo mais como uma pessoa de vida comum e convencional. Pelo contrário. Eu me aceito mais como lutador. Quando bate a adrenalina, eu simplesmente adoro!”. É assim que os lutadores passam a crescer nas situações de adversidade. É quando passam a gostar daquilo que afugenta a maioria que eles entram em contato direto com a fonte milenar do Jiu-Jitsu.</p>
<p><strong>7. A ARTE DE IMPOR PRESSÃO</strong></p>
<p>Como já falamos no tópico 1, o Jiu-Jitsu <em>old school</em> tem um compromisso estratégico com o combate real. Por essa linha de raciocínio, é natural que o lutador prefira cair por cima do que puxar para a guarda, concorda? É por isso que há uma indisfarçável predisposição a jogar por cima quando analisamos as lutas dos principais defensores da doutrina old school. A cartilha para esses lutadores seria mais ou menos assim: derrubar, passar a guarda, montar e finalizar. Claro, saber fazer guarda é fundamental, o praticante de Jiu-Jitsu deve ser completo tecnicamente, mas numa estratégia de guerra a tendência natural é essa: derrubar, passar, montar e finalizar.</p>
<p>Pois bem. Toda essa experiência em enfrentar a guarda dos adversários transformou os representantes da escola antiga em virtuoses na arte de distribuir o peso de forma implacável, apavorando o incauto que está por baixo. Os expoentes do Jiu-Jitsu old school sabem muito bem usar a gravidade a favor de seu jogo. Gostam de “embrulhar” os adversários, impondo o máximo de desconforto. Zé Mario Sperry tem um bordão que diz: “Jiu-Jitsu não é Socila. Jiu-Jitsu é Dorcila”, diz o craque, parodiando o famoso curso de etiqueta social. Há quem diga que a pressão do ombro do passador sobre o rosto do guardeiro é “pura grosseria”. Quem acredita nisso, além de estar cometendo um grave erro de avaliação, certamente não se graduou numa escola <em>old school</em>.</p>
<p><strong>8. GRADUAÇÃO NO LONGO PRAZO</strong></p>
<p>Uma das grandes críticas feitas pela turma da velha guarda do Jiu-Jitsu incide sobre o curto período de tempo com que certas escolas graduam seus alunos à condição de faixas-pretas. Tema muito polêmico nas redes sociais, a graduação é vista pelos professores de Jiu-Jitsu old school como um processo que requer muito rigor e avaliações. Carlinhos Gracie, líder da Gracie Barra, costuma dizer: “Disciplina e consistência. Devo a esses dois fatores tudo que consegui na minha vida. As coisas nunca aconteceram do dia para a noite, os resultados vieram como consequência de um trabalho de muitos anos. É preciso persistir, e isso é uma coisa difícil de ser ensinada nos dias de hoje, uma época em que a sociedade revela tanta fome de conquistas imediatas.”</p>
<p>O general da Alliance Fabio Gurgel concorda com Carlinhos. Na edição #223, Gurgel declarou: “Na minha opinião, o critério para a faixa-preta engloba vários fatores: a técnica obviamente; o tempo de estrada; o conhecimento da história do Jiu-Jitsu; a frequência às aulas; comportamento exemplar; e a gentileza em relação aos outros. Porém, alguns professores não se preocupam tanto e passam por cima de algumas etapas importantes.”</p>
<p>Gurgel continuou: “Precisamos lembrar sempre que muitas vezes esses que estão tão se graduando hoje vão passar o Jiu-Jitsu adiante. Sem critérios, a graduação vira um telefone sem fio, a mensagem que chega lá na ponta vai ficando muito longe da origem. Hoje, na Alliance, nós temos um sistema de graduação baseado na frequência do aluno. Porém, quando o assunto é a faixa-preta isso passa a ser apenas um pré-requisito, não sendo garantia de absolutamente nada. O aluno precisa completar todos os requisitos, ou fica na marrom – a faixa-preta não é para todos.”</p>
<p><strong>9. LUTE PARA FINALIZAR E NÃO PARA VENCER POR VANTAGENS</strong></p>
<p>Nos campos de batalhas do Japão feudal, não havia árbitros indicando pontos e vantagens no decorrer dos combates. Na luta real corpo a corpo só há uma única opção: a busca por finalização. Portanto, adaptando essa filosofia aos dias de hoje, em que o Jiu-Jitsu enveredou para o âmbito esportivo, os atletas devem valorizar os três tapinhas do oponente.</p>
<p><strong>10. A PERMANENTE CONSAGRAÇÃO DO JIU-JITSU ENTRE AS OUTRAS ARTES MARCIAIS</strong></p>
<p>Antes de o Jiu-Jitsu se consagrar mundialmente, algo que aconteceu nos ringues de vale-tudo na virada do século 20 para 21, havia uma grande preocupação na comunidade da arte suave em se afirmar entre as outras modalidades de luta. Daí o enfrentamento direto em eventos como as primeiras edições do UFC. Hoje essa preocupação já não é tão explícita assim em nossa comunidade, já que a eficiência do Jiu-Jitsu chegou a uma condição de unanimidade. Algo inquestionável. No entanto, para os defensores da escola old school, essa manutenção do Jiu-Jitsu no topo das modalidades de luta parece jamais ter fim.</p>
<p>Na edição #212, por exemplo, o campeão de Jiu-Jitsu Marcinho Feitosa chamou a atenção de nossa equipe de reportagem para um detalhe: “Reparem como a comunidade do Jiu-Jitsu vibra com a ascensão do Ronaldo Jacaré no UFC. Toda vez que ele luta, parece que todos nós batemos no peito e gritamos: ‘Estou te falando, meu irmão, o Jiu-Jitsu ainda é e sempre será a melhor luta para um confronto desarmado, em qualquer situação!’” Quem é old school de verdade entende exatamente o que Marcinho quis dizer. São grandes entusiastas da nossa arte marcial e se orgulham muito disso. Atuam como defensores de uma nobre causa. Formam uma espécie de sociedade não muito secreta, responsável por blindar uma irrefutável verdade ao longo dos tempos: só o Jiu-Jitsu salva.</p>
<p>É triste perceber que, nas competições e até mesmo nas academias, muitos confrontos estão baseados na estratégia de “vitória magra”, aquela que acontece por uma vantagem, sem a demonstração da devida combatividade e a busca por uma torção ou por um estrangulamento. Pontos e vantagens têm um papel importante nos campeonatos. São essas pontuações que permitem o desempate de um combate. Porém, os lutadores não devem se ater meramente à vitória no placar. Devemos buscar a vitória por excelência. A vitória por finalização.</p>
<p><iframe title="OLD SCHOOL BJJ MATCH: Mario Sperry vs Roberto Roleta Magalhaes 1998 Mundials Absolute Finals" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/9Wg4mr7xr1o?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/o-manifesto-old-school-como-treinar-jiu-jitsu-ao-estilo-samurai-com-mais-adrenalina-e-menos-firulas/">Manifesto “old school”: como treinar Jiu-Jitsu ao estilo samurai, com mais adrenalina e menos firula</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Luis Marques e suas dicas para ensinar novos alunos no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 13:41:43 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234173" style="width: 1031px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234173" class="size-full wp-image-234173" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Luis-Marques.png" alt="" width="1021" height="571" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Luis-Marques.png 1021w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Luis-Marques-300x168.png 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Luis-Marques-768x430.png 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Luis-Marques-150x84.png 150w" sizes="auto, (max-width: 1021px) 100vw, 1021px" /><p id="caption-attachment-234173" class="wp-caption-text">Com alongamentos e exercícios, o GMI demonstra tudo que não pode faltar na primeira aula de seu novo aluno. Foto: Reprodução</p></div>
<p>Introduzir um aluno que nunca teve contato com o Jiu-Jitsu, seus preceitos e técnicas, pode ser um trabalho desafiador. Para facilitar este processo, <a href="https://www.instagram.com/marquesluis3/">nosso GMI e professor Luis Marques</a>, da <a href="https://www.instagram.com/lr.extreme/">LR Extreme</a>, preparou uma aula sobre como ensinar novos alunos na arte suave.</p>
<p>Luis inicia o vídeo explicando sobre a importância de estabelecer um ambiente confortável para o recém-chegado, e detalha os alongamentos mais adequados para o início do primeiro treino. Em seguida, é a hora de apresentar ao aluno alguns fundamentos básicos do Jiu-Jitsu, desde movimentos de defesa no chão até posicionamento e esquivas em pé. Luis ressalta ainda a importância de ser manter atento ao aluno e estimulá-lo a fazer pausas para recobrar as energias.</p>
<p>Confira a aula completa no vídeo abaixo!</p>
<p><a href="https://www.graciemag.com/gmi"><em><strong>* Entre para o time GMI! *</strong></em></a></p>
<p><iframe loading="lazy" title="Luis Marques e suas dicas para ensinar novos alunos no Jiu-Jitsu" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/OgDD6TgFaQk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/luis-marques-e-suas-dicas-para-ensinar-novos-alunos-no-jiu-jitsu/">Luis Marques e suas dicas para ensinar novos alunos no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vai lutar seu primeiro campeonato de Jiu-Jitsu? Veja nossos 6 macetes‏</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Jan 2021 11:23:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Todo campeão do UFC já passou por isso, encarar a primeira competição como amador. Entrar no ginásio lotado de lutadores de Jiu-Jitsu e a torcida gritando já é de tremer as pernas. Quando chamam você para a pesagem, o coração acelera e a descarga de adrenalina começa a transformar você. Na hora do combate, aí&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_64776" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/pt/2012/06/vai-lutar-seu-primeiro-campeonato-de-jiu-jitsu-veja-nossos-6-macetes%e2%80%8f/panatletas3/" rel="attachment wp-att-64776"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-64776" class="size-full wp-image-64776" title="panatletas3" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2012/06/panatletas3.jpg" alt="" width="640" height="426" /></a><p id="caption-attachment-64776" class="wp-caption-text">A esquadra faixa-branca durante o Pan de Jiu-Jitsu. Foto: Ivan Trindade/GRACIEMAG.com.</p></div>
<p>Todo campeão do UFC já passou por isso, encarar a primeira competição como amador. Entrar no ginásio lotado de lutadores de Jiu-Jitsu e a torcida gritando já é de tremer as pernas. Quando chamam você para a pesagem, o coração acelera e a descarga de adrenalina começa a transformar você.</p>
<p>Na hora do combate, aí é que a pressão sobe. Sim, a estreia é complicada, nós sabemos, mas o GRACIEMAG.com está sempre do lado do lutador de Jiu-Jitsu, da faixa-branca até o sucesso como faixa-preta. Olho nos macetes.</p>
<h3>1. Lei número 1: não há obrigação</h3>
<p>Participar de uma competição traz um frio na barriga, aquele sufoco. Mas desde o primeiro treino, o Jiu-Jitsu ensina você a buscar a calma necessária para avaliar qual a melhor saída. Não se cobre, tenha tranquilidade, imagine que a luta é mais um treininho na sua academia e ponha em prática o que aprendeu, sem inventar.</p>
<h3>2. Saiba as regras</h3>
<p>Pergunte ao seu professor, informe-se com a turma na academia, leias as regras da IBJJF na internet. Para vencer, é preciso estar informado sobre as regras de arbitragem, golpes válidos etc.</p>
<h3>3. Marque os pontos, depois finalize</h3>
<p>Quando você chegar a uma posição vantajosa, por exemplo a montada, primeiro estabilize a posição.  Primeiro, para você não se afobar. Depois, para o árbitro marcar os pontos. Atacar de imediato pode fazer você perder a posição rápido demais, e ainda ficar sem valiosos pontos.</p>
<h3>4. Tenha sempre um golpe guardado na manga do kimono</h3>
<p>Procure treinar as variações dos golpes. Ter duas ou mais opções do mesmo ataque, raspagem ou passagem são importantíssimos, E não se esqueça de treinar a defesa do mesmo golpe.</p>
<h3>5. Sua carreira não termina numa derrota</h3>
<p>Se você não teve êxito, não baixe a cabeça. Levante e procure corrigir os erros que cometeu. Fale com seu professor, pegue as dicas, pergunte aonde falhou e como melhorar. Tenho certeza de que na próxima competição você vai chegar lá.</p>
<h3>6. Apele para este ataque duplo básico</h3>
<p>Na hora do sufoco, um ataque duplo pode ser a salvação. Repare que o macete é tirar a atenção do adversário, aplicando um estrangulamento. Preocupado em defender o pescoço, ele deixa o braço dando mole.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="SOUL FIGHTERS TV - ARMLOCK BÁSICO" width="650" height="366" src="https://www.youtube.com/embed/j0KQEFSYeU4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/vai-lutar-seu-primeiro-campeonato-de-jiu-jitsu-veja-nossos-6-macetes%e2%80%8f/">Vai lutar seu primeiro campeonato de Jiu-Jitsu? Veja nossos 6 macetes‏</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>&#8220;Concentre-se no básico e não tenha pressa de aprender&#8221;, ensina Vitor Terra</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jul 2018 08:03:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Professor da nossa GMI Gracie Terra, na Zona Sul do Rio de Janeiro, Vitor Terra preza por alguns conceitos básicos para seu alunos iniciantes. Competidor ferrenho, Terra listou para as páginas de GRACIEMAG suas principais dicas para os atletas evoluirem bem nos primeiros passos do Jiu-Jitsu, como absorver ao máximo os conceitos básicos, atentar à&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_200673" style="width: 970px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-200673" class="size-full wp-image-200673" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Vitor-Terra-em-foto-de-seu-acervo-pessoal.jpg" alt="Professor Vitor Terra, em foto de seu acervo pessoal." width="960" height="640" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Vitor-Terra-em-foto-de-seu-acervo-pessoal.jpg 960w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Vitor-Terra-em-foto-de-seu-acervo-pessoal-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Vitor-Terra-em-foto-de-seu-acervo-pessoal-768x512.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/03/Vitor-Terra-em-foto-de-seu-acervo-pessoal-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p id="caption-attachment-200673" class="wp-caption-text">Professor Vitor Terra, em foto de seu acervo pessoal.</p></div>
<p>Professor da nossa <a href="https://www.graciemag.com/gmi/" target="_blank" rel="noopener">GMI</a> Gracie Terra, na Zona Sul do Rio de Janeiro, Vitor Terra preza por alguns conceitos básicos para seu alunos iniciantes.</p>
<p>Competidor ferrenho, Terra listou para as páginas de <a href="https://graciemagshop.com.br/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener">GRACIEMAG</a> suas principais dicas para os atletas evoluirem bem nos primeiros passos do Jiu-Jitsu, como absorver ao máximo os conceitos básicos, atentar à defesa pessoal, se alimentar corretamente e nunca deixar de tirar uma dúvida com seu professor.</p>
<p>Confira abaixo as dicas de Vitor Terra para você evoluir e chegar com lastro na sua próxima graduação!</p>
<p>1. O primeiro passo é fundamental: encontrar um professor em que você confie, num ambiente de treinamentos que faça você se sentir em casa. Ninguém evolui se vai treinar chateado ou incomodado.</p>
<p>2. Jiu-Jitsu não é força. Tente fazer o mínimo o mínimo de força possível nesse início. Se você está bufando e trincando os dentes para executar uma manobra, provavelmente está forçando demais.</p>
<p>3. Concentre-se no básico e não tenha pressa de aprender tudo. O melhor caminho para subir para o degrau dos faixas-azuis naturalmente é não se afobar. O lema é: “O que começa certo termina certo”. Lembre-se de todo dia exercitar sua paciência e perseverança.</p>
<p>4. Muita gente se esquece do principal: o professor está ali para tirar ensinar e esclarecer o que você não está conseguindo executar. Se tiver alguma dúvida, pergunte.</p>
<p>5. É crucial respeitar seu corpo. Procure não treinar pensando em quantidade, mas qualidade.</p>
<p>6. Deixe o seu ego de lado e não escolha treino. Nessa etapa, não faz a mais leve diferença se você for finalizado uma ou dez vezes no mesmo dia; o importante é capitalizar o erro, entender o que você está errando. É a postura do tronco? São os braços abertos demais? Falta mover o quadril? Pergunte ao seu professor ou a um colega mais graduado.</p>
<p>7. Sempre que aprender uma posição nova, escolha um lado favorito para praticá-la e repita até dominá-la. Jamais comece treinando logo para os dois lados, isso pode ficar para depois.</p>
<p>8. A essência do Jiu-Jitsu é a defesa pessoal, portanto é preciso não se esquecer de treinar movimentações que não são vistas em campeonatos. Não esqueça que a arte vai muito além das competições. Além do mais as técnicas úteis para o dia a dia ajudam você a entender os conceitos do Jiu-Jitsu e fazem você treinar melhor na hora do rola.</p>
<p>9. Invista em aulas particulares. Se por algum motivo estiver desconfiando que faltam alguns ajustes ou que você está evoluindo muito pouco, uma atenção especial do professor pode ser suficiente para tirar suas dúvidas pontuais e fornecer ao seu jogo um detalhe pequeno capaz de fazer uma diferença gigante.</p>
<p>10. Quem vai longe no Jiu-Jitsu é quem se alimenta bem e se hidrata o tempo todo. Além de beber água, busque alimentos que saciam e deixam você sempre leve e cheio de energia para treinar, como água de coco, suco de maçã e de melancia.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/concentre-se-no-basico-e-nao-tenha-pressa-de-aprender-ensina-vitor-terra/">“Concentre-se no básico e não tenha pressa de aprender”, ensina Vitor Terra</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>5 anos sem Helio Gracie: 3 técnicas de defesa pessoal que todos deveriam saber</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jan 2014 13:39:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mestre Relson Gracie relembra três das técnicas de defesa pessoal prediletas do saudoso professor Helio Gracie, que faleceu a 29 de janeiro de 2009. Em homenagem ao grande mestre, estude as posições neste vídeo de Erik Engelhart. 5 anos sem Helio Gracie: Relson ensina suas técnicas de Jiu-Jitsu e defesa pessoal from GRACIEMAG on Vimeo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Mestre Relson Gracie relembra três das técnicas de defesa pessoal prediletas do saudoso professor Helio Gracie, que faleceu a 29 de janeiro de 2009. Em homenagem ao grande mestre, estude as posições neste vídeo de Erik Engelhart.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="//player.vimeo.com/video/85336499" height="281" width="500" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a href="http://vimeo.com/85336499">5 anos sem Helio Gracie: Relson ensina suas técnicas de Jiu-Jitsu e defesa pessoal</a> from <a href="http://vimeo.com/graciemag">GRACIEMAG</a> on <a href="https://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/5-anos-sem-helio-gracie-as-3-tecnicas-de-jiu-jitsu-e-defesa-pessoal-que-todos-deveriam-saber/">5 anos sem Helio Gracie: 3 técnicas de defesa pessoal que todos deveriam saber</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jiu-Jitsu: Duas raspagens com arm drag para você usar no seu treino de hoje</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jan 2014 13:43:50 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><iframe loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/bBDR3V_YFp8" height="523" width="930" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-duas-raspagens-com-arm-drag-para-voce-usar-no-seu-treino-de-hoje/">Jiu-Jitsu: Duas raspagens com arm drag para você usar no seu treino de hoje</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Rominho explica ausência do absoluto e ensina a maior lição do ouro europeu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2013 18:09:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em sua primeira participação em dez anos de torneio, o faixa-preta Romulo Barral (Gracie Barra) foi até Portugal e não decepcionou. No domingo, o mineiro radicado em Los Angeles carimbou seu passaporte para a final dos meio-pesados. O problema é que do outro lado estava outro professor da Gracie Barra, o faixa-preta de Curitiba Rodrigo&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_96842" style="width: 510px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/pt/2013/01/jiu-jitsu-rominho-barral-vence-seu-primeiro-europeu-com-o-velho-basico%e2%80%8f/romulo-barral-aplica-o-estrangulamento-em-rodrigo-pimpolho-no-europeu-2013-foto-ivan-trindade/" rel="attachment wp-att-96842"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-96842" class="size-full wp-image-96842" title="romulo barral aplica o estrangulamento em rodrigo pimpolho no europeu 2013 foto ivan trindade" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/01/romulo-barral-aplica-o-estrangulamento-em-rodrigo-pimpolho-no-europeu-2013-foto-ivan-trindade.jpg" alt="" width="500" height="334" /></a><p id="caption-attachment-96842" class="wp-caption-text">Barral aplica o estrangulamento básico em Rodrigo Pimpolho, na final dos meio-pesados do Europeu 2013. Foto: Ivan Trindade/GRACIEMAG.com</p></div>
<p>Em sua primeira participação em dez anos de torneio, o faixa-preta Romulo Barral (Gracie Barra) foi até Portugal e não decepcionou.</p>
<p>No domingo, o mineiro radicado em Los Angeles carimbou seu passaporte para a final dos meio-pesados. O problema é que do outro lado estava outro professor da Gracie Barra, o faixa-preta de Curitiba Rodrigo Fajardo, então campeão europeu da categoria. A solução? Lutaram para ver quem é o melhor dentro das quatro linhas.</p>
<p>&#8220;Somos da Gracie Barra, mas viemos de diferentes cidades. Nunca treinamos juntos e nós dois queriamos ser campeões, então nada mais justo que ter luta&#8221;, diz Rominho, em papo com o GRACIEMAG.com. &#8220;Foi uma sensação de dever cumprido. Tive uma ótima campanha, consegui finalizar todas as minhas lutas com o estrangulamento da montada. Nada mais básico&#8221;.</p>
<p>Para Barral, a maior lição apreendida nessa estreia no Europeu foi justamente esta, acreditar no tradicional e no mais simples.</p>
<p>&#8220;É a dica que fica para os praticantes de todas as faixas. Não se preocupe em aprender apenas as posições modernas. Primeiro você tem de ser bom no básico&#8221;, ensina.</p>
<p>O único lamento foi não ter ido no absoluto.</p>
<p>&#8220;Fiquei indeciso sobre lutar o absoluto, porque fiquei muito gripado na semana da competição. Como não estava me sentindo 100%, optei por não arriscar. Mas foi dificil decidir ficar vendo tudo de fora&#8221;, lembra Rominho, que agora vai encarar a Seletiva de Miami, 9 e 10 de fevereiro, para buscar a passagem para Abu Dhabi.</p>
<p>Por enquanto, só festa pelo primeiro ouro europeu:</p>
<p>&#8220;Foi show poder curtir tudo aqui no meu primeiro Europeu. Acho que me preparei muito, fiz um jogo para a frente sem deixar brechas e sem cometer erros para meus adversários aproveitarem. Taí o resultado&#8221;, conclui a fera da GB.</p>
<p>Para conferir todos os resultados do Europeu 2013, <a href="https://www.ibjjfdb.com/Campeonato/PublicResults?CampeonatoId=154&amp;CultureInfo=en-US" target="_blank">clique aqui.</a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/rominho-barral-explica-ausencia-do-absoluto-e-ensina-a-principal-licao-do-ouro-europeu/">Rominho explica ausência do absoluto e ensina a maior lição do ouro europeu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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