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	<title>Ayrton Senna | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Ayrton Senna | Graciemag</title>
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		<title>10 lições para futuros campeões inspiradas na vida de Ayrton Senna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcelo Dunlop]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 May 2024 13:18:31 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_175630" style="width: 1034px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-175630" class="size-full wp-image-175630" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Ayrton-Senna-1.jpg" alt="" width="1024" height="702" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Ayrton-Senna-1.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Ayrton-Senna-1-300x206.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Ayrton-Senna-1-768x527.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Ayrton-Senna-1-150x103.jpg 150w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="caption-attachment-175630" class="wp-caption-text">O ídolo Ayrton Senna deixou grandes lições ao se tornar um vencedor das pistas. Foto: Instituto Ayrton Senna</p></div>
<p>1. Ayrton Senna, piloto tri mundial em 1988, 1990 e 1991 (vice em 1989 e 1993) entendia seu ofício como um grande trabalho de grupo. “Não existe mérito de uma pessoa na F-1. Mérito existe de uma equipe. São os mecânicos, os projetistas, os patrocinadores, que financiam o equipamento. Os fornecedores de motores, de pneus, enfim, é um conjunto de pessoas”, disse Senna, que faleceu durante uma corrida em 1994. Procure, como Ayrton, entender o Jiu-Jitsu como um esporte coletivo, e sua chance de sucesso será ainda maior.</p>
<p>2. Não vá para a academia com corpo presente e a cabeça em outro lugar. Como ensinava Senna, realizar algo pela metade é ineficaz: “Tento meu melhor em tudo o que faço. É o meu temperamento, não consigo fazer nada pela metade. Quando me proponho a fazer alguma coisa vou a fundo e dou o meu melhor”.</p>
<p>3. Ayrton Senna curtia mesmo era treinar, era onde ele se divertia: “O melhor mesmo é guiar em treinos. É ali que experimento a sensação do limite – frear dez metros depois da entrada da curva e, se o carro resistir, na próxima vez, ir um pouco além, pisar mais forte no acelerador. É nos treinos que sinto o volante nas mãos, a pressão dos pedais. Andar no limite é que dá prazer. Na corrida não dá para fazer isso porque o mais importante é manter a posição, não dá para arriscar uma rodada na curva”.</p>
<p>4. Senna era um mestre em manter a cabeça vazia ao competir: “Durante aquelas duas horas de corrida não penso em nada. A cabeça fica a mil por hora, mas absolutamente concentrada na corrida. O piloto fica completamente amarrado dentro do carro, preso pelo abdome, pernas e braços, controlando a própria respiração. Na corrida chego ao limite da resistência física e psicológica. Emoção só sinto depois de passar a linha de chegada”.</p>
<p>5. Senna sempre teve o apoio da família para competir. Outro ingrediente que julgava crucial no seu sucesso era a paixão: “Minha profissão é também o meu lazer”.</p>
<p>6. Antes de ser campeão pela primeira vez, Senna costumava declarar: “Acho que estou na direção certa, mas tenho ainda um longo caminho a percorrer”, como disse ao repórter Maurício Cardoso, de “Veja”. Treine duro e use a frase como mantra.</p>
<p>7. Faça das dificuldades e obstáculos um trunfo particular seu, como Ayrton fazia nas corridas chuvosas.</p>
<p>8. “Quando não tenho treino de pista, aproveito para cuidar da minha máquina – fazendo ginástica”, ensinava Senna, indicando que um campeão é feito de 24h de dedicação.</p>
<p>9. A primeira corrida do pequeno Senna foi aos 13 anos. O primeiro título mundial, aos 28 anos. Tenha paciência. O piloto sempre pregava calma, tranquilidade e pé no freio contra a ansiedade.</p>
<p>10. Senna entendia como ninguém que a vida passa rápido. Portanto, trabalhe duro, seja gentil com os outros, concentre-se nos objetivos e persiga a vitória até o fim. E assim será lembrado para sempre. “Somos insignificantes. Por mais que você programe sua vida, a qualquer momento tudo pode mudar”, ensinou o ídolo das pistas.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/10-licoes-para-futuros-campeoes-inspiradas-na-vida-de-ayrton-senna/">10 lições para futuros campeões inspiradas na vida de Ayrton Senna</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>As lições de Ayrton Senna para você vencer no Jiu-Jitsu</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2015 14:32:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Grandes ídolos de outros esportes, assim como o Jiu-Jitsu, têm sempre um mantra que define suas atuações avassaladoras. Astro da Fórmula-1, Ayrton Senna foi três vezes o melhor piloto no mundial da modalidade. Na hora das entrevistas, Ayrton fazia questão de deixar lições preciosas para inspirar outras pessoas. Não havia segredo ou mágica para o&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_175630-2" style="width: 829px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Ayrton-Senna.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-175630-2" class=" wp-image-175630 " alt="Ayrton Senna, ídolo do Brasil na Formula-1. Foto:  Instituto Ayrton Senna" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2015/04/Ayrton-Senna.jpg" width="819" height="562" /></a><p id="caption-attachment-175630-2" class="wp-caption-text">Ayrton Senna, ídolo do Brasil na Formula-1. Foto: Instituto Ayrton Senna</p></div>
<p>Grandes ídolos de outros esportes, assim como o Jiu-Jitsu, têm sempre um mantra que define suas atuações avassaladoras.</p>
<p>Astro da Fórmula-1, Ayrton Senna foi três vezes o melhor piloto no mundial da modalidade. Na hora das entrevistas, Ayrton fazia questão de deixar lições preciosas para inspirar outras pessoas. Não havia segredo ou mágica para o sucesso, como ele mesmo explica.</p>
<p>“Tudo o que consegui foi através de dedicação, perseverança e muito desejo de atingir meu objetivo. Seja quem você for, seja qual for a sua posição na vida, tenha sempre como meta muita força e determinação. Sempre faça tudo com amor e fé. Um dia você chega lá, de alguma maneira você chega lá”, disse Ayrton.</p>
<p>Esse modo de pensar pode ser levado para o Jiu-Jitsu. Nunca desista, sua hora pode estar mais perto do que você imagina. Só não vale parar de treinar!</p>
<p><iframe title="Mensagem de Ayrton Senna - Um Grande Conselho!" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/jNbMPd_Sdg0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/as-licoes-de-ayrton-senna-para-voce-vencer-no-jiu-jitsu/">As lições de Ayrton Senna para você vencer no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Brazil&#8217;s foremost commentator, Galvão, stoked for UFC in Rio</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Dec 2011 16:00:35 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>In a recent interview by Clarissa Frajdenrajch for best-selling Brazilian newspaper “O Globo,” the most well-known sports commentator in the South American nation admitted that the UFC was an unexpected challenge for him at this juncture in his career. Galvão Bueno, 61, also went on to describe his preparations for MMA commentating, confessed that he has been watching the UFC ever since the days of Royce Gracie, and asserted that he will remain at the helm of the UFC on Globo television network, having begun with Junior Cigano&#8217;s November knockout of Cain Velasquez, even if he quits as a soccer commentator.</p>
<p>“Eight days before the fight, Luiz Fernando Lima [director of Globo&#8217;s sports department] called me up and asked what I thought of the idea of commentating a UFC,” recalls Galvão in the interview. “I said, &#8216;Let&#8217;s do it right now!&#8217; I have a background in boxing commentating. I commentated on fights with Muhammad Ali, Evander Holyfield, Mike Tyson, Acelino Freitas. I always enjoyed it. They wanted the outset to be worthy of the UFC, and I was ready and willing. I never expected something new with such great repercussions to come up. Our chat came on a Friday. On Tuesday, I was officially notified. That very night I was already on that so-called Twitter trending topics. So I got cracking with my preparations.”</p>
<div id="attachment_49411" style="width: 605px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-49411" class="size-full wp-image-49411" title="Galvão e belfort" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/11/Galvão-e-belfort1.jpg" alt="" width="595" height="396" /><p id="caption-attachment-49411" class="wp-caption-text">Galvão Bueno and Vitor Belfort on maiden Globo broadcast / Publicity photo</p></div>
<p>The commentator, who confessed that he only knows how to be an impassioned announcer who cheers publicly, admitted to having watched the very first UFC events.</p>
<p>“I was really into the sport when it first started back in 1993, but I was studying the subject. I was fortunate that there was a rerun of the UFC in Birmingham on Italian TV [Galvão lives in Monaco] and I got to see the fights. Thank God I don&#8217;t just have enemies but friends as well; they started sending me information, like a glossary of terms currently in use, so I could translate the expressions. I read everything on the way from Paris to São Paulo. I was stoked!” he admits in the interview, adding that he was overjoyed with the success of his induction into MMA commenting and was grateful to the old MMA fans for their affections.</p>
<p>“I hadn&#8217;t had a gig that I felt could generate such great expectations and repercussions since the great races of [Ayrton] Senna. I still enjoy taking on challenges. There&#8217;ll be another one in January, on the 14th. Imagine how packed the arena will be,” he says with enthusiasm.</p>
<p>“I felt the vibe as I entered the arena to commentate on the UFC, and the feeling was exactly the way I said it, the expression coming up spur of the moment, which was &#8216;gladiators of the third millennium.&#8217; That&#8217;s just what they were! Of course gladiators used to be, for the most part, slaves who fought for survival. That&#8217;s not the case with the UFC, a sport with 32 rules. So it was spectacular. I even told Cigano that the fight should have lasted a bit longer because the audience was just starting to grow. The numbers were significant for that time slot. It rose 40% from the moment we hit the air. Cigano could have let it go on another three minutes,” quips Galvão.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/brazils-foremost-commentator-galvao-stoked-for-ufc-in-rio/">Brazil’s foremost commentator, Galvão, stoked for UFC in Rio</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Galvão &#8220;pilhado&#8221; para narrar UFC no Rio</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Dec 2011 10:17:26 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em entrevista recente a Clarissa Frajdenrajch, do jornal &#8220;O Globo&#8221;, o narrador mais famoso do Brasil admitiu que o UFC foi um desafio inesperado a essa altura de sua carreira. Galvão Bueno, 61 anos, detalhou ainda sua preparação para narrar MMA, confessou que via o UFC desde os tempos de Royce e disse que, mesmo que pare de narrar futebol, quer continuar comandando o UFC na TV Globo, que estreou em novembro com o nocaute de Junior Cigano contra Cain Velasquez.</p>
<p>&#8220;Oito dias antes da luta, Luiz Fernando Lima (diretor da Central Globo de Esportes) me ligou, perguntando o que eu achava da ideia de narrar o UFC&#8221;, relembrou Galvão. &#8220;Eu disse, &#8216;Vamos agora!&#8217;. Tenho uma história de narração de boxe. Eu fiz Muhammad Ali, Evander Holyfield, Mike Tyson, Acelino Freitas. Sempre gostei. A casa queria um início à altura do UFC e eu estava à disposição. E é muito bacana porque você chega a uma fase em que imagina que já enfrentou todos os desafios. Eu não esperava que pudesse aparecer algo novo e com uma repercussão tão grande. A nossa conversa foi numa sexta. Na terça, eu fui avisado oficialmente. Naquela mesma noite, eu já era esse tal de trending topics no Twitter. Eu, então, fui me preparar&#8221;.</p>
<div id="attachment_49411-2" style="width: 605px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-49411-2" class="size-full wp-image-49411" title="Galvão e belfort" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/11/Galvão-e-belfort1.jpg" alt="" width="595" height="396" /><p id="caption-attachment-49411-2" class="wp-caption-text">Galvão Bueno e Vitor Belfort na primeira transmissão da Globo. Foto: Divulgação.</p></div>
<p>O narrador, que confessou que só sabe ser um locutor passional, de se &#8220;rasgar publicamente&#8221;, admitiu que via os primeiros UFCs.</p>
<p>&#8220;Acompanhei muito o início do esporte, quando começou em 1993, mas fui estudar o assunto. Tive a sorte de estar reprisando o UFC de Birmingham, na TV Italiana (Galvão mora em Mônaco), e vi as lutas. Como graças a Deus eu não tenho só inimigos, tenho amigos, eles começaram a me mandar pesquisas, como por exemplo o glossário dos termos que são usados atualmente para que eu traduzisse as expressões. Vim de Paris para São Paulo dando uma lida em tudo. Estava pilhado!, admite ele, que no fim, celebrou o sucesso e agradeceu o carinho dos antigos fãs do MMA.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="UFC-  GALVÃO BUENO NARRA - Cain Velasquez vs Júnior Cigano" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/yvu5uLF70FE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&#8220;Desde as grandes corridas do Senna que eu não via uma transmissão que eu fosse fazer com tanta expectativa e repercussão. Continua sendo desafiador. Vai ter outra agora em janeiro, no dia 14. Imagina a arena lotada!&#8221;, visualizou, empolgado.</p>
<p>&#8220;Eu me senti entrando na arena ao começar a narração do UFC. E tive a sensação exata quando falei, e a expressão surgiu na hora, que eram os gladiadores do terceiro milênio. É isso mesmo! É claro que os gladiadores eram, na maioria, escravos que lutavam pela sobrevivência. Não é o caso do UFC, um esporte com 32 regras. Então foi espetacular, até falei para o Cigano que a luta tinha de ter demorado um pouco mais porque a audiência estava crescendo. Foi um índice significativo para o horário. Subiu 40% desde a hora em que entramos no ar. O Cigano podia ter deixado mais três minutos ali&#8221;, brincou Galvão.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/galvao-pilhado-para-narrar-ufc-no-rio/">Galvão “pilhado” para narrar UFC no Rio</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Minotauro, de anônimo a monstro sagrado no Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Aug 2011 16:21:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Anos atrás, ali por 2003, Rodrigo Minotauro veio acompanhar Zé Mário Sperry numa viagem ao Rio Grande do Sul, e aproveitou para reencontrar alguns amigos. Minota sempre teve uma boa relação com os gaúchos, então esta parceria com o Internacional de Porto Alegre não me estranha, apesar de eu por mim preferir que ele&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_43175" style="width: 510px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-43175" class="size-full wp-image-43175" title="minotauro" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2011/08/minotauro1.jpg" alt="" width="500" height="353" /><p id="caption-attachment-43175" class="wp-caption-text">Rodrigo Nogueira, o Minotauro, investe contra Schaub. Foto: Divulgação UFC.</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Anos atrás, ali por 2003, Rodrigo Minotauro veio acompanhar Zé Mário Sperry numa viagem ao Rio Grande do Sul, e aproveitou para reencontrar alguns amigos. Minota sempre teve uma boa relação com os gaúchos, então esta parceria com o Internacional de Porto Alegre não me estranha, apesar de eu por mim preferir que ele usasse as cores do Grêmio.</p>
<p>Lembro que naquela época o mais usual era acomodar um cara como Minotauro, seu irmão e o resto da trupe da BTT em nossas casas. Para quem é do Jiu Jitsu, é uma honra. Receber nossos ídolos era o máximo. Porém, esta idolatria era só nossa, do pessoal que treinava.</p>
<p>Rodrigo e seu irmão, que já faziam o nome no Japão e no Pride, passavam despercebidos no Brasil. Num certo domingo, fomos até um bar na cidade de São Leopoldo. Haveria um pequeno show no lugar. Como os seguranças eram lutadores de Jiu-Jitsu conseguimos entrar rápido, sem enfrentarmos a longa fila. Já lá dentro, o grupo chamava atenção apenas pelo tamanho de seus integrantes – ninguém olhava para Rodrigo Nogueira.</p>
<p>Como o pessoal da banda também era adepto da arte suave, não me furtei em levar os irmãos Nogueira até o camarim. Os músicos ficaram amarradões, e já no palco, logo após a primeira musica, fizeram questão de apresentar Minotauro ao público presente. Minota foi aplaudido, mas ficou notório que a maioria das pessoas não tinha idéia do quanto a figura era representativa para milhares de fãs de MMA no mundo. Alguém perto de mim questionou: “Mas ele é tão famoso assim?”.</p>
<p>Passaram uns oito anos desde aquele domingo. Estou, hoje, em São Leopoldo, de férias na cidade onde passei a maior parte da vida. E daqui, tenho a grata constatação de que as coisas mudaram, e para melhor. Em todos os cantos, ouvi comentários sobre o UFC Rio e a atuação de Minotauro. O MMA simplesmente é a nova paixão nacional. Desde a morte de Ayrton Senna na F-1 eu não via um esporte unir tanto o país assim, chegando próximo do sentimento em relação aos jogos da seleção de futebol. O MMA conseguiu isso. Minotauro, Anderson, Shogun e todos outros brasileiros viraram ídolos nacionais, os novos heróis da nação, como Anderson Silva previra na coletiva. Os milhares de fãs são agora milhões.</p>
<p>Da moça da padaria ao funcionário do cinema, do taxista ao pai com o filho na pracinha. Absolutamente todos querem comentar as vitórias dos nossos lutadores. Como no futebol, logo teremos 190 milhões de técnicos. Até minha cunhada, dentista, analisou no Facebook o nível técnico dos lutadores! O sucesso traz a cobrança do público embutida, e é bom demais. A propósito: todos os bares da cidade exibiram ao vivo, em telões, o UFC Rio. Minotauro foi ovacionado, só que desta vez todos sabiam de quem se tratava. A coisa mudou para sempre.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/minotauro-de-anonimo-a-monstro-sagrado-no-brasil/">Minotauro, de anônimo a monstro sagrado no Brasil</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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