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	<title>Astro | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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	<title>Astro | Graciemag</title>
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		<title>TBT: O legado de Muhammad Ali e a enciclopédia perdida</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Aug 2021 14:42:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #279. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital * O jornalista Eduardo Ohata, especializado em boxe e MMA, relembrou na “Folha de São Paulo” um episódio curioso que viveu com o mitológico Muhammad Ali&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_234248" style="width: 2570px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-234248" class="size-full wp-image-234248" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-scaled.jpg" alt="" width="2560" height="1872" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-scaled.jpg 2560w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-300x219.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-1024x749.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-768x562.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-1536x1123.jpg 1536w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-2048x1497.jpg 2048w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2021/08/Muhammad_Ali_1966-150x110.jpg 150w" sizes="(max-width: 2560px) 100vw, 2560px" /><p id="caption-attachment-234248" class="wp-caption-text">Foto: Reprodução</p></div>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital"><em><strong>* Artigo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG #279. Para mais conteúdos exclusivos com o melhor do Jiu-Jitsu mundial, assine a revista mais tradicional do esporte em formato digital *</strong></em></a></p>
<p>O jornalista <a href="https://www.instagram.com/eduardoohata/">Eduardo Ohata</a>, especializado em boxe e MMA, relembrou na “Folha de São Paulo” um episódio curioso que viveu com o mitológico <a href="https://www.instagram.com/muhammadali/">Muhammad Ali</a> (1942-2016). O artigo de Ohata celebrou o legado do campeão mundial e olímpico dos pesos pesados, falecido há cinco anos, em 3 de junho de 2016.</p>
<p>Era o ano 2000 e o repórter foi cobrir a luta entre Oscar de la Hoya e Shane Mosley, no Staples Center de Los Angeles. Deu de cara com Muhammad Ali, cercado por sua família nas primeiras filas. “Comecei a me aproximar para pedir autógrafo numa luva de boxe, mas fui barrado por uma das filhas. Não escondi meu desapontamento e começava a me afastar, quando Ali fez um gesto com a mão. Olhei para sua filha, que, desta vez, abriu caminho. Ali pôs a mão no bolso, retirou uma espécie de ‘santinho’ islâmico e o entregou para mim; ao examiná-lo, vi que estava autografado. Ali me encarou muito de perto e fixamente, por cerca de 15 segundos, e esboçou um sorriso. Não tive outra reação a não ser ficar boquiaberto.”</p>
<p>Ohata então guardou seu pequeno tesouro dentro de uma enciclopédia, na casa dos pais em São Paulo. Parecia o mais seguro dos locais. Até que um dia… Eduardo foi visitar a mãe e descobriu que, sem imaginar o que continha, ela havia doado a enciclopédia. O repórter ficou primeiramente desolado, depois furibundo. Mas refletiu: “O que Ali teria feito?”. Conectado a uma paz interior e uma força mental dos mais notáveis campeões, Ohata surpreendeu com sua reação: “Decidi nada dizer, evitar discussões e não deixar aborrecida quem tanto já havia feito (e faz) por mim.” E guardou a história para ele até este ano, quando a contou no jornal.</p>
<p>Ali, o nocauteador que “flutuava como uma borboleta e ferroava como uma abelha”, marcou não apenas admiradores no Brasil, mas também alguns de seus mais temidos rivais:</p>
<p>“Ele foi o maior boxeador, o maior atleta de todos os tempos?”, questionou <a href="https://www.instagram.com/biggeorgeforeman/">George Foreman</a>, seu rival no Zaire em 1973, em entrevista a Ohata. “Não, ele foi muito mais. É uma piada reduzir Ali a isso. Ele era muito grande para o limitarmos ao mundo esportivo; pensar assim nos faz subestimar a sua missão. Ali possuía tantas qualidades que faziam da Terra um planeta melhor. Muhammad almejava que o mundo fosse um lugar melhor e acreditava que sua personalidade poderia ajudar nisso. Infelizmente, o mundo perdeu o significado de sua mensagem – todos sabem que ele se sacrificou por seus princípios, mas não têm ideia de quais eram.”</p>
<p>O legado de Ali, como lembra o colega, era de tolerância, não de divisão. “Alguns dos melhores momentos da minha vida foram quando estive com o campeão, a melhor pessoa que conheci. Ele nos mantinha sorridentes. Qualquer um pode ser um grande atleta ou um grande boxeador; mas seria preciso um milagre para surgir um novo Muhammad Ali”, concluiu Foreman.</p>
<p><a href="https://graciemagshop.com.br/produto/revista-digital/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img decoding="async" class="size-full wp-image-126592 alignnone" src="http:/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg" alt="graciemag_assine_barra" width="530" height="50" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1.jpg 530w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-300x28.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/07/graciemag_assine_barra-1-150x14.jpg 150w" sizes="(max-width: 530px) 100vw, 530px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/tbt-o-legado-de-muhammad-ali-e-a-enciclopedia-perdida/">TBT: O legado de Muhammad Ali e a enciclopédia perdida</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jiu-Jitsu e MMA: É preciso saber perder</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Nov 2017 04:49:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Perder dói. Vamos deixar de lado o falso estoicismo e assumirmos uma verdade absoluta: ninguém gosta de perder. Não conheci até hoje nenhum ser iluminado o suficiente para ficar indiferente a uma derrota ou alguém moralmente elevado o suficiente para, imediatamente, acreditar que aquilo ocorreu para o próprio bem. É duro aceitar, mas a realidade&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_205281" style="width: 660px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-205281" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/11/lyoto2-1024x682.jpg" alt="" width="650" height="433" class="size-large wp-image-205281" /><p id="caption-attachment-205281" class="wp-caption-text">Lyoto Machida acabou nocauteado no primeiro round por Derek Brunson, no UFC Sâo Paulo. Foto: Josh Hedges/Zuffa LLC via Getty Images</p></div>
<p>Perder dói. Vamos deixar de lado o falso estoicismo e assumirmos uma verdade absoluta: ninguém gosta de perder. Não conheci até hoje nenhum ser iluminado o suficiente para ficar indiferente a uma derrota ou alguém moralmente elevado o suficiente para, imediatamente, acreditar que aquilo ocorreu para o próprio bem.</p>
<p>É duro aceitar, mas a realidade é que, tanto o esporte quanto a própria vida são feitos de vitórias e derrotas, de bons e maus momentos. O que diferencia realmente as mentes fortes é saber reconhecer essa realidade e se recuperar após uma perda. </p>
<p>Gênios como Michael Jordan, Muhammad Ali e Georges St-Pierre souberam transformar derrotas em aprendizados e em motivação para se recuperarem. Corrigiram falhas, aprimoraram-se e apresentaram algumas das melhores atuações da história do esporte após sofrerem reveses pesados. </p>
<p>Infelizmente, essa não é a regra. Muitos astros conquistam uma autoconfiança tão elevada que a derrota passa a ser algo inconcebível. Quanto melhores eles são e mais vitórias vão acumulando, mais iludem-se de que são invencíveis. Quando essa ilusão é desfeita, perdem sua fundação e despencam em uma queda sem fim. </p>
<p>Autoconfiança é sim algo positivo. É ótimo mentalizar a vitória, acreditar em si mesmo, achar sempre que é possível vencer. Porém, como todo remédio, aconfiança em doses excessivas torna-se um veneno. Grandes lutadores como Anthony Pettis, Anderson Silva e Ronda Rousey apoiaram-se tanto na crença de que eram indestrutíveis que não souberam se recuperar da perda de seus cinturões. </p>
<p>Anthony Pettis tem o apelido de “Showtime”. Um apelido que era digno de suas lutas soltas, inventivas, criativas. Pettis tinha desenvoltura para arriscar desde a invenção do chute “Matrix” (chute com apoio na grade do octógono que aplicou no WEC) até a finalizar Ben Henderson (lutador mais graduado no Jiu-Jitsu e então campeão de UFC) com um armlock clássico de dentro da guarda. Porém, depois de ser pressionado e perder seu título para Rafael dos Anjos, parece que o destemor que o tornava especial esgotou-se. O Showtime acabou e seguiram-se quatro derrotas em cinco lutas, todas com desempenhos pífios. </p>
<p>No caso de Anderson Silva, o impacto do fim da invencibilidade é ainda mais evidente. O Spider é, na minha opinião, o lutador mais fantástico da história do MMA e soube, como ninguém no UFC, explorar a autoconfiança para potencializar seu talento, intimidar seus adversários e proporcionar grandes espetáculos ao público. Anderson baixava a guarda, expunha o rosto para que os oponentes tentassem acertá-lo e apresentava esquivas quase impossíveis. Arriscava porque acreditava piamente que não iria perder. </p>
<p>Contra Chris Weidman, essa rotina foi empregada em excesso e deu errado. Anderson foi nocauteado e perdeu o título que ostentou por quase sete anos. Isso não significa que tudo o que havia feito até então estava errado ou que sua carreira deveria acabar ali. Mas o que vimos daí em diante foi um lutador vacilante, conservador, temeroso. Nas lutas contra Nick Diaz e Michael Bisping, não tenho dúvidas de que o brasileiro tinha tudo para ganhar com direito a “couvert artístico”. Acontece que, sem a confiança necessaria, o que se sucedeu foram combates mornos nos quais Anderson parecia estar com o freio demão puxado.</p>
<p>Por pior que seja a situação de Pettis e Silva, sem dúvida o caso mais acintoso de não saber assimilar a derrota é o de Ronda Rousey. A ex-judoca olímpica foi a grande responsável pela popularização do MMA feminino e chegou a ser a maior estrela do UFC como um todo. Estava invicta e tinha um cartel inacreditável de 12 vitórias, todas por nocaute ou finalização, totalizando meros 25min36s de tempo na soma de todos os seus combates. </p>
<p>Tudo ia maravilhosamente bem até aquele chute. A canela esquerda de Holly Holm no UFC 193, em 2015, tirou muito mais do que o título de Ronda. A primeira derrota tirou toda sua estima, seu equilíbrio psicológico, sua própria identidade. Ronda simplesmente sumiu, engolida pela depressão e autocomiseração. Fugiu da imprensa, abandonou a academia, engordou. Toda aquela confiança que era vista como uma força mostrou-se uma grande fragilidade. Uma tênue máscara que escondia uma mulher instável, frágil, despreparada para lidar com as adversidades da vida. </p>
<p>A volta da ex-campeã no UFC 207  atraiu milhões de espectadores. Rousey estava novamente bela e em forma, aparentemente pronta para recuperar seu cinturão. Todavia, um olhar mais atento revelava que algo não estava certo. </p>
<p>Ronda não participou dos eventos normais de imprensa e promoção da luta. Recusou-se bizarramente a falar após a pesagem. Boatos diziam que ela havia chorado no vestiário após ver-se frente a frente com a soberana campeã Amanda Nunes. Na pesagem, a brasileira estava radiante ao entrar com uma intimidadora máscara de leoa. Já Ronda estava agitada e com um olhar receoso, sem o costumeiro brilho confiante. No momento em que o octógono se fechou no dia 30 de dezembro de 2016, ocorreu um massacre. A atual campeã avançou para cima de Ronda e desferiu 47 golpes para encerrar a luta em 48 segundos. Rousey foi um alvo fixo e não apresentou qualquer perigo à brasileira. Sua mente  não estava lá. Ainda estava presa àquela derrota em novembro de 2015. </p>
<p>Estes tristes exemplos nos mostram que precisamos saber perder se quisermos de fato nos reerguer. O Jiu-Jitsu nos mostra que uma queda é só o começo do combate e que podemos perfeitamente vencer quando estamos por baixo. </p>
<p>Há vários aforismos da sabedoria oriental que pregam a aceitação e compreensão das derrotas como forma de crescimento. Mas, para não ser clichê, lembro os ensinamentos do mais icônico sábio da mitologia cinematográfica, o inesquecível mestre Yoda: “Treine para se desapegar de tudo o que você teme perder”.</p>
<p><strong>* Artigo retirado da revista GRACIEMAG. Assine a versão digital e confira outras matérias como esta direto no seu celular, tablet ou computador.</strong></p>
<p><a href="http://www.graciemagshop.com.br/revista-digital" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-203426 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Assinatura-revista.jpg" alt="Assine GRACIEMAG já, no seu celular!" width="800" height="428" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Assinatura-revista.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Assinatura-revista-300x161.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Assinatura-revista-768x411.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Assinatura-revista-150x80.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/jiu-jitsu-e-mma-e-preciso-saber-perder/">Jiu-Jitsu e MMA: É preciso saber perder</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Estude a meia-guarda no Jiu-Jitsu e suas raspagens, com o astro Bernardo Faria</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2014 13:41:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A meia-guarda é hoje uma arma em evidência no Jiu-Jitsu de competição. A partir dessa manobra, o faixa-preta Bernardo Faria conquistou dois títulos mundiais da IBJJF. A raspagem de Bê Faria já surpreendeu diversos craques do Jiu-Jitsu. “Não se pode deixar o adversário se ajeitar e se sentir confortável. Sempre procuro me ajeitar antes dele&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A meia-guarda é hoje uma arma em evidência no Jiu-Jitsu de competição. A partir dessa manobra, o faixa-preta Bernardo Faria conquistou dois títulos mundiais da IBJJF.</p>
<p>A raspagem de Bê Faria já surpreendeu diversos craques do Jiu-Jitsu. “Não se pode deixar o adversário se ajeitar e se sentir confortável. Sempre procuro me ajeitar antes dele e trazê-lo para a minha posição, ao contrário de esperar ele armar a passagem de guarda”, ensinou o mineiro, em papo com GRACIEMAG.</p>
<p>A seguir, estude a posição com o faixa-preta da Alliance em ação:</p>
<p><iframe loading="lazy" src="http://www.youtube.com/embed/iX1P9R8VBsU" height="529" width="940" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a title="site da GRACIEMAG" href="https://graciemagshop.com.br/?utm_source=Herbert%20Burns&amp;utm_medium=Roger%20Gracie&amp;utm_campaign=Jiu-Jitsu" target="_blank"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-168310" alt="Graciemag_Shop_1064p" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2014/11/Graciemag_Shop_1064p1.jpg" width="1065" height="350" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/estude-a-meia-guarda-no-jiu-jitsu-e-suas-raspagens-com-o-astro-bernardo-faria/">Estude a meia-guarda no Jiu-Jitsu e suas raspagens, com o astro Bernardo Faria</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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