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	<title>árbitra | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>Além de ensinar BJJ no Brasil, Luciane Antunes disputa topo do ranking da IBJJF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[News Room]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2024 22:42:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quais os benefícios que uma professora de Jiu-Jitsu oferece às pessoas e à comunidade onde ela atua? LUCIANE ANTUNES: São inúmeros os benefícios, um deles é o conhecimento e a vivência que uma professora de BJJ pode passar aos seus alunos dentro da comunidade, como disciplina, paciência, controle e equilíbrio corporal, inteligência, entre outros fundamentos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/lucianeantunesjj?igsh=MWhhZjJ5dzZ3b3B2aw=="><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-244191" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/2-285x300.jpg" alt="" width="742" height="781" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/2-285x300.jpg 285w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/2-972x1024.jpg 972w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/2-768x809.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/2-142x150.jpg 142w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/2.jpg 1080w" sizes="(max-width: 742px) 100vw, 742px" /></a></p>
<p><strong>Quais os benefícios que uma professora de Jiu-Jitsu oferece às pessoas e à comunidade onde ela atua?<br />
<a href="https://www.instagram.com/lucianeantunesjj?igsh=MWhhZjJ5dzZ3b3B2aw==">LUCIANE ANTUNES:</a></strong> São inúmeros os benefícios, um deles é o conhecimento e a vivência que uma professora de BJJ pode passar aos seus alunos dentro da comunidade, como disciplina, paciência, controle e equilíbrio corporal, inteligência, entre outros fundamentos que uma professora de Jiu-Jitsu estimula no desenvolvimento pessoal de seus alunos.</p>
<p><strong>Conte um pouco sobre a sua experiência ensinando Jiu-Jitsu. Como você definiria o seu estilo à frente da turma? A sua pedagogia&#8230;</strong><br />
Para mim é uma paixão poder ensinar meus alunos a serem pessoas melhores através do Jiu-Jitsu. Obviamente cada pessoa tem a sua velocidade em aprender os fundamentos do BJJ e isso me motiva ainda mais a sempre estar inovando minhas metodologias para ensinar adultos e crianças, cada aluno à sua maneira, adaptando as lições a cada perfil de aluno. Uma professora de excelência tem a ver com a arte de se manter motivada a ensinar. E essa vontade eu tenho, uma vontade que se assemelha muito à chama de se preparar constantemente para brilhar nas competições.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-244193" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/1-300x300.jpg" alt="" width="750" height="750" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/1-300x300.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/1-1024x1024.jpg 1024w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/1-150x150.jpg 150w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/1-768x767.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/1.jpg 1440w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></p>
<p><strong>Além de ensinar Jiu-Jitsu, você tem uma carreira vitoriosa como competidora. Quais foram as suas principais conquistas e o que você aprendeu com elas? </strong><br />
Meus principais títulos no Jiu-Jitsu são o título de campeã brasileira, campeã sul- americana, bicampeã mundial e atualmente sou a Número 2 do Ranking Mundial de Jiu-Jitsu. Dentre esses títulos sem dúvida o mais importante é o título de campeã mundial, porém um dos títulos que mais foi importante para mim foi o título de campeã brasileira, pois foi através desse título que eu comecei a acreditar ainda mais no meu potencial para disputar títulos internacionais, isso me motivou muito.<br />
<strong><br />
Qual é o seu grande objetivo para o futuro da carreira?</strong><br />
Meu maior objetivo atualmente é assumir a liderança do ranking mundial no próximo ano e também conquistar o tricampeonato mundial, me manter saudável e aprimorar ainda mais minhas metodologias para poder passar todo o meu conhecimento aos meus alunos.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-244195" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/4-200x300.jpg" alt="" width="748" height="1122" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/4-200x300.jpg 200w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/4-683x1024.jpg 683w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/4-768x1151.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/4-1025x1536.jpg 1025w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/4-100x150.jpg 100w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/4.jpg 1366w" sizes="(max-width: 748px) 100vw, 748px" /></p>
<p><strong>Quando alguém hesita em treinar Jiu-Jitsu, o que você costuma dizer para convencer essa pessoa a vestir o kimono e começar a jornada na arte suave? </strong><br />
Minha estratégia sempre foi contar um pouco da minha história dentro do esporte, também falo um pouco dos ensinamentos emocionais e físicos que o BJJ nos proporciona, principalmente quando a pessoa é uma mulher, pois eu acredito que todas as mulheres deveriam treinar Jiu-Jitsu, para assim elevarem sua autoestima, confiança e acima de tudo ter o mínimo de conhecimento para lidar com uma situação de agressão ou luta corporal. Todos nós, praticantes e atletas de BJJ, temos autocontrole emocional e confiança para lidar com os problemas da vida, e eu acho que todo mundo deveria ser assim.<br />
<strong><br />
Você também tem experiência como árbitra de competições de Jiu-Jitsu no Brasil? Caso tenha, quais são os benefícios que isso oferece à sua carreira de uma maneira geral?</strong><br />
Sim, eu fui convidada algumas vezes a atuar como árbitra de Jiu-Jitsu, foi uma experiência incrível, e eu reparei que isso tem me ajudado muito a dominar e a conhecer os detalhes das regras e saber como me posicionar na hora de tomar decisões num campeonato. Ser convidada a arbitrar me motivou a estar estudando ainda mais o BJJ e está sendo muito importante na minha carreira de forma geral.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-244197" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/3-257x300.jpg" alt="" width="744" height="868" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/3-257x300.jpg 257w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/3-878x1024.jpg 878w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/3-768x896.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/3-1317x1536.jpg 1317w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/3-129x150.jpg 129w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2024/11/3.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 744px) 100vw, 744px" /></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/alem-de-ensinar-bjj-luciane-antunes-disputa-o-topo-do-ranking-da-ibjjf/">Além de ensinar BJJ no Brasil, Luciane Antunes disputa topo do ranking da IBJJF</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Confederação Brasileira de Judô estabelece medidas de igualdade entre mulheres e homens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2019 17:50:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Regulamento Nacional de Eventos da Confederação Brasileira de Judô trouxe algumas novidades para 2019. Entre elas, a paridade na graduação mínima para homens e mulheres em todas as classes de idade e em todas as competições nacionais realizadas pela CBJ. Além disso, todos os eventos terão uma cota mínima de duas árbitras mulheres convocadas&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_203714" style="width: 650px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/36999039965_5d866b8f1d_z.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-203714" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/36999039965_5d866b8f1d_z.jpg" alt="" width="640" height="421" class="size-full wp-image-203714" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/36999039965_5d866b8f1d_z.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/36999039965_5d866b8f1d_z-300x197.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/09/36999039965_5d866b8f1d_z-150x99.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-203714" class="wp-caption-text">Mudanças  visam a igualdade de gênero no judô e aumento da representatividade feminina no esporte. Foto: Divulgação<br /></p></div>
<p>O Regulamento Nacional de Eventos da Confederação Brasileira de Judô trouxe algumas novidades para 2019. Entre elas, a paridade na graduação mínima para homens e mulheres em todas as classes de idade e em todas as competições nacionais realizadas pela CBJ. Além disso, todos os eventos terão uma cota mínima de duas árbitras mulheres convocadas pela Coordenação Nacional de Arbitragem para atuar nas disputas nacionais.</p>
<p>As medidas fazem parte da política da CBJ de promoção da igualdade de gênero e de aumento da representatividade feminina no esporte, uma das principais agendas do Comitê Olímpico Internacional para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.</p>
<p>&#8220;Em 2018, nós tivemos a primeira disputa por equipes mistas formadas por homens e mulheres no Grand Prix Nacional de Clubes, seguindo o regulamento do Campeonato Mundial por Equipes Mistas e da nova prova que integrará o programa do judô nos Jogos de 2020&#8221;, lembra Matheus Theotônio, gestor técnico de eventos nacionais da CBJ. &#8220;Para 2019, estabelecemos a igualdade nas graduações mínimas de homens e mulheres e criamos a Comissão de Pesagem, que será formada por um técnico homem, uma técnica mulher, um árbitro homem e uma árbitra mulher. Além disso, teremos em todas as competições nacionais, pelo menos, duas árbitras mulheres atuando&#8221;, destaca.</p>
<p>A diferença na graduação mínima era o único aspecto que diferenciava o regulamento de competição de homens e mulheres no judô nacional. Até 2018, por exemplo, para participar do Campeonato Brasileiro Sênior de Judô, os homens precisavam ser, no mínimo, faixa roxa, enquanto as mulheres deveriam ser, no mínimo, faixa verde. A partir de 2019, a graduação mínima para os dois gêneros no Brasileiro Sênior será a faixa roxa. Veja aqui o regulamento completo.  </p>
<p>Os demais elementos de uma disputa no judô &#8211; tempo de luta, tamanho da área de competição, uniforme (judogi), quantidade de categorias, premiação, regras, pontuações &#8211; são iguais, tanto para homens, quanto para mulheres.</p>
<p>As conquistas e os avanços das mulheres no esporte são visíveis. Mas, o caminho no rumo da igualdade ainda é longo. Do total de atletas federados na CBJ (Zempo), por exemplo, 57.305 (75,04%) são homens e 19.063 atletas (24,96%) são mulheres. Entre os técnicos federados, 323 (14%) são mulheres contra 1.982 (86%) homens.   </p>
<p>No entanto, impulsionadas pelas conquistas e lutas de pioneiras da modalidade, como Rosicleia Campos, Solange Pessoa, Soraia André, Vânia Ishii, Monica Angelucci, Fabiane Hukuda, Edinanci Silva, Daniele Zangrando, Marilaine Ferranti, Ketleyn Quadros, Sarah Menezes, Mayra Aguiar, Rafaela Silva, entre tantas outras grandes judocas brasileiras, a tendência é que cada vez mais meninas sintam-se representadas nos tatames para mudar essa realidade desigual.</p>
<p>Em 2018, por exemplo, o número de meninas inscritas no Campeonato Brasileiro Sub-18 superou o número de meninos inscritos. A competição teve 190 inscrições nas categorias femininas e 188 nas masculinas. </p>
<p>No mesmo ano, a técnica Yuko Fujii assumiu o comando da seleção masculina do Brasil na preparação para os Jogos de Tóquio 2020. A japonesa tornou-se, portanto, a primeira mulher a treinar uma seleção principal masculina de judô no país e foi convidada para contar essa história no primeiro Congresso da Federação Internacional de Judô pela Promoção da Equidade de Gênero.  </p>
<p>A CBJ entende e reconhece a necessidade de fazer do Judô um esporte para todos e todas, promovendo a modalidade sem qualquer forma de discriminação, seja ela por classe social, religiosa, racial ou de gênero.</p>
<p>(Fonte: Assessoria de imprensa)</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/confederacao-brasileira-de-judo-estabelece-medidas-de-igualdade-entre-mulheres-e-homens/">Confederação Brasileira de Judô estabelece medidas de igualdade entre mulheres e homens</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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