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	<title>ansiedade | Graciemag</title>
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	<description>The Original Brazilian Jiu-Jitsu Magazine — BJJ news</description>
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		<title>Xô, depressão! A terapeuta que indica o Jiu-Jitsu contra a ansiedade</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 14:02:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eduardo Osório deixou de frequentar a academia de Jiu-Jitsu aos 20 e poucos anos, após um bonito flerte com a arte suave. Os treinos com Dedé Pederneiras eram excelentes, mas o trabalho começou a ficar no caminho, e ele foi se afastando aos poucos até parar de vez, aquela história de sempre. Abriu sua empresa,&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_213905" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-213905" class="size-full wp-image-213905" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/Dudu-Osorio-e-filha-na-Nova-Geracao.jpg" alt="Dudu Osorio e filha na Nova Geracao" width="800" height="599" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/Dudu-Osorio-e-filha-na-Nova-Geracao.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/Dudu-Osorio-e-filha-na-Nova-Geracao-300x225.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/Dudu-Osorio-e-filha-na-Nova-Geracao-768x575.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2019/02/Dudu-Osorio-e-filha-na-Nova-Geracao-150x112.jpg 150w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-213905" class="wp-caption-text">Dudu Osório e a filhota felizes após treininho na academia Nova Geração. Foto: Acervo pessoal/GRACIEMAG.</p></div>
<p>Eduardo Osório deixou de frequentar a academia de Jiu-Jitsu aos 20 e poucos anos, após um bonito flerte com a arte suave. Os treinos com Dedé Pederneiras eram excelentes, mas o trabalho começou a ficar no caminho, e ele foi se afastando aos poucos até parar de vez, aquela história de sempre.</p>
<p>Abriu sua empresa, a filha Luiza nasceu e o estresse um dia passou a subir a picos indesejáveis. Após enfrentar duas horas e meia de trânsito para casa, com a mente a ponto de sair fumacinha, decidiu com a esposa: era hora de procurar ajuda profissional.</p>
<p>E foi à terapeuta.</p>
<p>Na primeira conversa com a especialista, em 2014, a terapeuta Olívia observou a orelha ainda inchadinha de Dudu e perguntou: “Você pratica algum esporte? Quem sabe uma arte marcial?”</p>
<p>Ele contou que estava parado havia uns 18 anos, fazendo apenas musculação, mas que já gostara muito. “É disso que você necessita. É simples o seu caso: você precisa retornar aos tatames”, a especialista indicou. “Será a válvula de escape ideal para o seu estresse, e vai funcionar melhor do que qualquer tratamento que fizermos aqui no consultório.”</p>
<p>Osório arrumou sua rotina, arranjou tempo e se matriculou numa <a href="https://www.graciemag.com/gmi/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">escola perto de casa</a>, no Humaitá. “Na verdade descobri num papo com amigos, totalmente por acaso, que havia uma academia de Jiu-Jitsu embaixo do meu prédio!”, ele ri. “Na correria diária, eu passava por lá e nem via.” Pois é, muitas vezes a solução dos problemas está mais perto do que a gente pensa.</p>
<p>“Hoje sei que não vou parar nunca mais de treinar”, reconhece, grato pelo melhor conselho que já recebeu. “Vejo a diferença nitidamente entre a semana em que treino Jiu-Jitsu e a semana em que não consigo ir. Com o Jiu-Jitsu eu trabalho com mais lucidez, me relaciono melhor com os clientes, tudo flui melhor. A cabeça da gente trabalha em outra sintonia, é incrível.”</p>
<p>Após ganhar a faixa-roxa, Eduardo passou a treinar com a filhota na academia e ajudar seus professores Tuca e Tadeu nas aulas infantis. E, quando em casa ele começa a se estressar, a esposa Adriana já sabe o que sugerir: “É melhor você ir treinar <a href="https://www.graciemag.com/historia-do-jiu-jitsu/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Jiu-Jitsu!</a>”.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/xo-depressao-a-terapeuta-que-indica-o-jiu-jitsu-para-combater-a-ansiedade/">Xô, depressão! A terapeuta que indica o Jiu-Jitsu contra a ansiedade</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Setembro amarelo: como o campeão Michael Phelps lidou com a depressão</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2020 17:16:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Certa vez, um competidor amigo de GRACIEMAG nos soprou: “Olha, ver sua mão levantada ao fim de um combate é melhor do que ganhar um saco de dinheiro…”. De fato, pode ser que muitos atletas experimentem essa sensação no mundo das artes marciais, mas o fato é que a quantidade de ouro não traz felicidade.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_192571" style="width: 630px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/08/michael-phelps-finger-wag-15f304b0-1f54-4d36-84d2-c1039cbb4b54-1.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-192571" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/08/michael-phelps-finger-wag-15f304b0-1f54-4d36-84d2-c1039cbb4b54-1.jpg" alt="" width="620" height="413" class="size-full wp-image-192571" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/08/michael-phelps-finger-wag-15f304b0-1f54-4d36-84d2-c1039cbb4b54-1.jpg 620w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/08/michael-phelps-finger-wag-15f304b0-1f54-4d36-84d2-c1039cbb4b54-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/08/michael-phelps-finger-wag-15f304b0-1f54-4d36-84d2-c1039cbb4b54-1-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" /></a><p id="caption-attachment-192571" class="wp-caption-text">Rei nas piscinas, Michael Phelps marcou presença na Rio-2016, e acumulou mais medalhas. Foto: AFP</p></div>
<p>Certa vez, um competidor amigo de GRACIEMAG nos soprou: “Olha, ver sua mão levantada ao fim de um combate é melhor do que ganhar um saco de dinheiro…”. De fato, pode ser que muitos atletas experimentem essa sensação no mundo das artes marciais, mas o fato é que a quantidade de ouro não traz felicidade. Quem deixou isso claro foi o maior caçador de medalhas olímpicas da história, Michael Phelps.</p>
<p>Antes dele, a ex-campeã do UFC Ronda Rousey e o cracaço do Barcelona Andrés Iniesta já haviam admitido o problema. Em 2018, foi a vez do monstro das piscinas vir a público abrir o jogo sobre um lado sombrio dos esportistas de altíssimo rendimento: o desânimo, a depressão e a eventual vontade de tirar a própria vida.</p>
<p>O depoimento de Phelps, durante conferência em Chicago, chamou atenção para o problema da depressão, e joga uma luz para quem vive do esporte.</p>
<p>“Eu não queria mais estar no esporte; eu não queria mais estar vivo”, recordou o nadador, lembrando um período depois dos Jogos de Londres-2012, em que ele conquistou seis das 28 medalhas olímpicas que tem em casa. “A realidade é que após cada Olimpíada eu me sentia dentro de um grande estado de depressão”.</p>
<p>A corajosa declaração do nadador faz pensar no papel do esporte. Como uma atividade capaz de encher o organismo de bem-estar, energia positiva e objetivos saudáveis pode se transformar em fonte de ansiedade e angústia?</p>
<p>Se o amigo leitor anda transformando a caça por títulos em ansiedade excessiva, procure lembrar dos competidores mais bem sucedidos do esporte. Marcus Buchecha sempre gostou de arejar a cabeça com horas de surfe e viagens pelo mundo; Roger Gracie certa vez nos disse: “Encontrar os velhos amigos antes de um campeonato dá mais alegrias do que a medalha de ouro”.</p>
<p>Phelps admitiu que a vida só se tornou mais fácil quando ele percebeu que era “OK não estar OK”, e se abriu sobre o assunto, em vez de ficar tentando sozinho domar seus demônios internos.</p>
<p>Os treinos e resultados, portanto, são importantes, mas não descuide do que há em torno do tatame. Quando for vestir o kimono novamente, tente enxergar o Jiu-Jitsu como a arte perfeita para entender que o aprendizado jamais termina, que os momentos ruins podem ser superados e que, como tudo na vida, os amigos estão aí para ajudar você.</p>
<p style="text-align: right;">*Artigo retirado da GRACIEMAG #252. Para ler mais conteúdos como este, <a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">assine já</a>!</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/depressao-no-esporte-as-licoes-de-michael-phelps-para-voce-nao-cair-nessa-armadilha/">Setembro amarelo: como o campeão Michael Phelps lidou com a depressão</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Aprenda a domar a ansiedade e pressão antes de competir no Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jan 2019 18:23:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conteúdo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG número #190. Para ter acesso a outros artigos especiais sobre o melhor do Jiu-Jitsu e do MMA, assine a nossa edição digital e leia antes! Clique aqui e confira! Se o Jiu-Jitsu para você não é sinônimo de prazer e descanso, respeito e concentração, lazer e empenho, algo pode&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_141304" style="width: 610px" class="wp-caption alignnone"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/10/BA9F745DE01EDCDF8F6FE48BDBAC9D-1.jpg"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-141304" class="size-full wp-image-141304" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/10/BA9F745DE01EDCDF8F6FE48BDBAC9D-1.jpg" alt="" width="600" height="400" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/10/BA9F745DE01EDCDF8F6FE48BDBAC9D-1.jpg 600w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/10/BA9F745DE01EDCDF8F6FE48BDBAC9D-1-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2013/10/BA9F745DE01EDCDF8F6FE48BDBAC9D-1-150x100.jpg 150w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><p id="caption-attachment-141304" class="wp-caption-text">Wallid Ismail cochila ao lado do seu mestre e mentor, Carlson Gracie, antes da competição. Foto: Marcelo Alonso</p></div>
<p><em>Conteúdo publicado originalmente nas páginas da GRACIEMAG número #190. Para ter acesso a outros artigos especiais sobre o melhor do Jiu-Jitsu e do MMA, assine a nossa edição digital e leia antes! <a href="https://graciemagshop.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui e confira</a>!</em></p>
<p>Se o Jiu-Jitsu para você não é sinônimo de prazer e descanso, respeito e concentração, lazer e empenho, algo pode estar errado com seus treinos. Muitas vezes, o lutador – em especial o competidor – passa a ser dominado pela pressão, por um peso extremamente desconfortável no peito, uma sensação ruim de incômodo. Inimigos que, como o Jiu-Jitsu ensina diariamente, devem ser controlados com paciência e persistência.</p>
<p>Para o faixa-marrom e especialista em psicofisiologia do exercício na Universidade de Londrina, Marcelo Bigliassi, o lutador ansioso pode domar o nervosismo excessivo com um tipo de treino simples e eficiente – o treinamento psicológico e o controle da ativação pré-competitiva.</p>
<p>“O estresse e a ansiedade sempre vão existir na vida de qualquer pessoa. A questão é como a gente lida com eles”, explica Bigliassi. “Os atletas amadores, em especial os mais jovens, vão competir primordialmente para se divertir e tentar colocar em prática alguns golpes aprendidos. Mas a pressão externa pode inverter isso e provocar um quadro de ânsia, nervosismo e negativismo”.</p>
<p>Segundo observa Marcelo, o lutador de Jiu-Jitsu muitas vezes cai em três quadros característicos de comportamento. Há o atleta deitado na arquibancada, quase dormindo; o lutador isolado, casaco na cabeça, ouvindo música longe de todos; e o atleta que não para de falar, que mexe com todo mundo e fica brincando o tempo todo.</p>
<p>“Todos esses três atletas, de modo geral, estão num nível de ansiedade muito alta e exacerbada, capaz de prejudicar suas atuações no dojô”, verifica o especialista. “O bom disso tudo é o professor de Jiu-Jitsu pode identificar esta pressão facilmente, basta reparar se o comportamento do aluno está muito atípico”. Para Bigliassi, o autocontrole deve ser buscado com receitas simples:</p>
<p>“Para acalmar um lutador, basta trabalhar as competências psicológicas com métodos conhecidos, mas pouco usados. Por exemplo, com músicas calmas, que o auxiliem nas horas anteriores ao chamado para a área de aquecimento. Perto da luta, o competidor deve fazer uso de músicas motivacionais, que ele curta, que vão deixá-lo no pico de ativação. Um alerta: um dos momentos mais delicados para o lutador de Jiu-Jitsu é a primeira luta, a mais importante da competição em termos psicológicos, uma vez que ali está em jogo o ego do lutador.”</p>
<p>Há outros macetes. O professor pode pedir ao lutador para montar mentalmente um roteiro do que ele fará na luta, como essa luta vai acontecer, quais são as técnicas que ele e o adversário vão aplicar e pedir para que ele se imagine fazendo isso.</p>
<p>“Esse método é útil pois também pode ser treinado na academia, dias antes da competição. Isso permite que a capacidade de imaginação no dia da competição seja muito maior, com mais definição”, explica Marcelo. “O lutador deve meditar e imaginar que está na competição. Deve sentir o cheiro do ginásio, da área de luta, ser capaz de ver tudo de forma colorida, em detalhes. Como está tudo à sua volta? Como estão suas condições corporais? Ele está suando, com a respiração forçada, as pernas estão trêmulas? Na hora da luta imaginária, o que ele tentou? Deu certo? A partir daí, ele começa a controlar tudo isso mentalmente – a respiração fica mais calma, as pernas mais rígidas, as técnicas feitas de maneira mais acertada. A partir desse exercício mental o cérebro previamente programa suas ação para que tudo fique cada vez mais automatizado durante o competição.”</p>
<p>Confira abaixo mais cinco dicas para controlar a ansiedade antes de competir!</p>
<p><strong>1. Filme os treinos do seu atleta</strong> ou peça para algum parceiro filmar seus treinos e editar os melhores momentos com uma música empolgante. Na maioria das vezes, o lutador não tem noção do é capaz, mesmo que ele faça aquilo todos os dias. O vídeo altera o quadro de autoconfiança e a percepção de competência, tornando o atleta mais sereno.</p>
<p><strong>2. Medite antes de competir.</strong> Visualize a chegada no ginásio, os cheiros e barulhos. Pense nas técnicas que você vai usar na hora da luta.</p>
<p><strong>3. O controle da frequência respiratória</strong> deve ser observado durante o dia da competição, na tentativa de mantê-la sempre normal – 12 a 20 respirações por minuto.</p>
<p><strong>4. O atleta deve contar com a presença do treinador</strong> ao lado em todos os momentos da competição, o máximo quanto possível, o acalmando ou orientando quando necessário.</p>
<p><strong>5. O treinador deve apoiar e elogiar os acertos</strong> do jovem atleta após o torneio, e evitar criticar os erros. As falhas, ao contrário, serão objetos de estudo na busca de aperfeiçoar o atleta para outras situações semelhantes.</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/aprenda-a-domar-a-ansiedade-e-pressao-antes-de-competir-no-jiu-jitsu/">Aprenda a domar a ansiedade e pressão antes de competir no Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Voltando a lutar em casa, Buchecha comenta ansiedade da estreia no ACB Jiu-Jitsu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graciemag Newsroom]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2018 15:48:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Absolute Championship Berkut Jiu-Jitsu (ACBJJ) montou um card estelar para a sua primeira edição em 2018, que será realizada nesta sexta-feira, dia 26 de janeiro, em São Paulo. Entre os nomes do card está o decacampeão mundial de Jiu-Jitsu Marcus Buchecha. O penta mundial absoluto, que assinou contrato com o evento russo no final&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_207203" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/01/buchecha-stefan-cocef2.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-207203" class="size-full wp-image-207203" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/01/buchecha-stefan-cocef2.jpg" alt="" width="640" height="427" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/01/buchecha-stefan-cocef2.jpg 640w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/01/buchecha-stefan-cocef2-300x200.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2018/01/buchecha-stefan-cocef2-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /></a><p id="caption-attachment-207203" class="wp-caption-text">Marcus Buchecha em foto de Stefan Cocef</p></div>
<p>O Absolute Championship Berkut Jiu-Jitsu (ACBJJ) montou um card estelar para a sua primeira edição em 2018, que será realizada nesta sexta-feira, dia 26 de janeiro, em São Paulo. Entre os nomes do card está o decacampeão mundial de Jiu-Jitsu Marcus Buchecha. O penta mundial absoluto, que assinou contrato com o evento russo no final do ano passado, fará o seu debute na organização em uma das superlutas, contra Mahamed Aly.</p>
<p>“A expectativa está bem grande para este campeonato. Esse evento está buscando revolucionar o nosso esporte. Estou muito feliz em estar fazendo parte disso. O evento está crescendo muito, todos os grandes atletas já assinaram com a organização. Então, estou bastante ansioso para estrear no ACBJJ”, disse Buchecha.</p>
<p>O último campeonato que Buchecha lutou foi o ADCC, em setembro do ano passado, no qual conquistou o bicampeonato na categoria. Após descansar e curar algumas lesões, o atleta da Checkmat garante que está preparado e motivado para lutar em sua terra natal.</p>
<p>“Depois do ADCC eu dei uma parada. Isso foi bom porque pude descansar bem o corpo, já que o ano passado foi de muitas competições, e também para pensar os torneios que pretendo lutar este ano. E este ano vou priorizar as competições do ACBJJ”, enfatizou.</p>
<p>Com apenas 28 anos, recém completados no dia 8 de janeiro, Buchecha já quebrou diversos recordes na arte suave. Apesar de flertar constantemente com o MMA, ele garante que ainda não pensa em aposentadoria dos tatames.</p>
<p>“Acabei de completar 28 anos. Já senti um pé na categoria máster (risos). Ainda não parei para pensar em tudo o que conquistei até agora, mas tem sido uma carreira muito boa. Tenho alcançado muito dos meus objetivos, e realizei vários dos meus sonhos. Tenho certeza que ainda tem muita coisa pela frente. Estou longe de me aposentar. Ainda tenho muita vontade de lutar e acredito que isso seja o mais importante na carreira de um atleta”, encerrou.</p>
<p>(Fonte: Assessoria de imprensa)</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/lutando-em-casa-marcus-buchecha-comenta-ansiedade-da-estreia-no-acb-jiu-jitsu/">Voltando a lutar em casa, Buchecha comenta ansiedade da estreia no ACB Jiu-Jitsu</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Como o Jiu-Jitsu pode ajudar você e sua família a vencer a ansiedade e a depressão</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Oct 2017 03:09:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Tão perigosos quanto as doenças do corpo, os males da mente são capazes de derrubar um desavisado num piscar de olhos. A ansiedade em excesso e a depressão podem fazer um touro confiante se transformar num ratinho acuado. Mas, como para tudo na vida há solução, o nosso Jiu-Jitsu também tem sua parcela de contribuição&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_204805" style="width: 410px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-204805" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/pablo-capa.jpg" alt="" width="400" height="261" class="size-full wp-image-204805" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/pablo-capa.jpg 400w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/pablo-capa-300x196.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/10/pablo-capa-150x98.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px" /><p id="caption-attachment-204805" class="wp-caption-text">Se recupere da tristeza, ansiedade e depressão com uma boa dose de Jiu-Jitsu. Foto: Nelson Chaves</p></div>
<p>Tão perigosos quanto as doenças do corpo, os males da mente são capazes de derrubar um desavisado num piscar de olhos. A ansiedade em excesso e a depressão podem fazer um touro confiante se transformar num ratinho acuado. Mas, como para tudo na vida há solução, o nosso Jiu-Jitsu também tem sua parcela de contribuição para resolver males de tal natureza.</p>
<p>O primeiro passo é se movimentar, literalmente. Afinal, todo exercício físico libera endorfinas no corpo, e estas, além de propriedades analgésicas, ajudam contra a ansiedade. Mas o Jiu-Jitsu vai além: ele ajuda na parte social também. Como é um esporte de contato que exige treinos com outras pessoas, os treinos rendem novas amizades, conhecimentos e companheirismo, fatores que os estudos confirmam serem cruciais para afastar a depressão e demais distúrbios mentais.</p>
<p>Além das questões físicas, químicas e sociais, a arte suave também ajuda a fortalecer a mente de seus atletas contra qualquer adversidade. Temos como ótimo exemplo a batalha maior de João Gabriel Rocha, faixa-preta da nossa <a href="https://www.graciemag.com/gmi/" target="_blank" rel="noopener">GMI</a> Soul Fighters, que venceu um câncer em 2014. Para ele, o Jiu-Jitsu foi ferramenta imprescindível na dura batalha contra os efeitos colaterais da quimioterapia e para afastar quaisquer pensamentos negativos.</p>
<p>&#8220;Eram três litros de químio injetados nas minhas veias diariamente&#8221;, disse João Gabriel, em entrevista recente à equipe GRACIEMAG. &#8220;Sentia meu corpo inteiro queimar por dentro. Mas encarava cada ciclo, cada sessão, como uma luta até a medalha de ouro, e o sofrimento como se fossem aqueles últimos dez segundos de luta, em que eu precisava suportar tudo, dar mais um gás sinistro para vencer. Eu tinha certeza de que venceria a doença. Jamais a ideia da morte me abalou, na minha cabeça só passavam os próximos planos no Jiu-Jitsu, como e quando retomaria os treinos, quando lutaria de novo etc. Mantive a cabeça muito boa, com o auxílio do Jiu-Jitsu.&#8221;</p>
<p>Já o professor Cleiber Maia, nosso <a href="https://www.graciemag.com/gmi/" target="_blank" rel="noopener">GMI</a> da LPM Jiu-Jitsu, no Rio, contou uma história prática de como o esporte salvou um amigo atormentado pela tristeza crônica:</p>
<p>&#8220;Conheci um atleta que tinha uma tendência depressiva, reclamava da vida em vários aspectos. Num dia de campeonato da SJJSAF, eu estava sem adversário para uma luta especial contra o Alan Oliveira, faixa-preta que tem paralisia cerebral. Chamei este meu amigo para lutar com o Alan. Eles lutaram e assim que o duelo terminou ele se ajoelhou no tatame e chorou. Me disse que não era justo reclamar da vida ao ver o Alan sempre com um sorriso no rosto.&#8221;</p>
<p>E você, conhece algum exemplo de como o Jiu-Jitsu foi uma ferramenta vital contra a depressão e a ansiedade? Comente conosco.</p>
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<p><a href="http://www.graciemagshop.com.br/revista-digital" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-203426 size-full" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Assinatura-revista.jpg" alt="Assine GRACIEMAG já, no seu celular!" width="800" height="428" srcset="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Assinatura-revista.jpg 800w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Assinatura-revista-300x161.jpg 300w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Assinatura-revista-768x411.jpg 768w, https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Assinatura-revista-150x80.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a></p>The post <a href="https://www.graciemag.com/como-o-jiu-jitsu-pode-ajudar-voce-e-sua-familia-a-vencer-a-ansiedade-e-a-depressao/">Como o Jiu-Jitsu pode ajudar você e sua família a vencer a ansiedade e a depressão</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Você fica apavorado no campeonato de Jiu-Jitsu? Aprenda a manter a calma</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2016 15:54:21 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_193879" style="width: 816px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-193879" class="size-full wp-image-193879" src="https://www.graciemag.com/wp-content/uploads/2016/12/renzo.jpg" alt="Renzo se viu em maus lençóis contra Marcelinho, mas a calma nunca lhe abandonou. Foto: Gustavo Aragão" width="806" height="496" /><p id="caption-attachment-193879" class="wp-caption-text">Renzo se viu em maus lençóis contra Marcelinho, mas a calma nunca lhe abandonou. Foto: Gustavo Aragão</p></div>
<p>O sufoco. A pressão. A falta de ar. Seja um faixa-branca ou um astro do UFC, você sabe bem do que falamos aqui. Todos nós já estivemos em situações-limite, um beco escuro e apertado em que você se arrasta numa direção enquanto sua cabeça implora que você siga para o outro lado. Desde o primeiro treino, o Jiu-Jitsu nos ensina a buscar a calma necessária para avaliarmos a melhor saída.</p>
<p>Dar os três tapinhas pode ser uma delas, claro. Mas como ter certeza disso se quem batucou foi o desesperado que vive em você? A seguir, diversos campeões da arte suave vão ajudar nessa instigante busca por respostas.</p>
<p><em><strong>Rodrigo Minotauro</strong></em></p>
<p>Ícone da calma, Rodrigo Minotauro foi capaz de manter seu plano tático mesmo com os 170kg de Bob Sapp caçando-o pelo ringue do Pride, em 2002. O macete: uma confiança inabalável no seu jogo, construída diariamente nos treinos em que, por exemplo, acostumou-se a fazer 100 repetições de chave de braço. Quando a oportunidade aparecesse na luta, Minota tinha certeza de que o golpe sairia no automático.</p>
<p>“Outra rotina era discutir com os treinadores cada aspecto do jogo do adversário e prever como ele poderia me colocar em risco. Com isso tudo debatido ao extremo, na horado sufoco você fica tranquilo, pois já visualizou a situação antes”, o peso pesado costuma explicar.</p>
<p>“Para manter a calma, é necessário acreditar na sua estratégia. Essa confiança é o que impede você de, numa situação terrível, abandonar o navio e largar o planejamento feito a troco de nada. Aprender a se tranquilizar ao ouvir a voz do córner também é um macete. Com fé nos treinadores,você divide a ansiedade”.</p>
<p>Sobre o treino em si, Minota ensina: “Eu procurava fazer um rodízio de treinamentos, com vários caras descansados. Treinava com um, com outro e no terceiro treino já estava morto, então tinha de ir na malandragem. É um bom sistema, a cada rodada você pega um cara fresco”.</p>
<p>É a velha lição de deixar a vaidade de lado na academia, para se tornar imbatível na luta à vera. “O segredo para manter a calma e escapar do sufoco, portanto, está nos seus treinos. Se você não toma pressão nos treinos, certamente numa hora difícil da luta não consegue virar. Quando passar por uma situação difícil, tem que estar acostumado com aquilo.”</p>
<p><em><strong>Renzo Gracie</strong></em></p>
<p>“O apavoramento é a última instância numa luta”, ensina mestre Renzo Gracie, referindo-se tanto ao Jiu-Jitsu como ao MMA, mas cá entre nós, a lição vale para qualquer batalha, qualquer momento de sua vida. O pavor e o pânico, na visão de Renzo, são fatais. Com sentimentos assim no comando, as chances de vitória são mínimas. Renzo já esteve no limite em diversas ocasiões.</p>
<p><span id="more-193878"></span></p>
<p>No Jiu-Jitsu, no caso sem kimono, assustou-se quando o menino Marcelo Garcia ganhou suas costas, no ADCC 2003, e ameaçou sufocá-lo. Renzo assustou-se, sim, mas jamais se apavorou. Respirou fundo, tomou ar, e se livrou do afogamento pela onda Marcelinho. O que o levou a se livrar dos ganchos, defender o golpe e nadar em segurança até o fim do combate? O que o acalmou a ponto de lembrar a técnica que o permitiria sair vivo dali, ainda que derrotado nos pontos? A crença irredutível num dos lemas que veio de seu avô Carlos, e hoje também é defendido pelo primo Roger:</p>
<p>“O segredo de cada luta é a paciência. A pessoa tem que lutar mais com a mente do que com o corpo”. Certo de que o adversário pode estar quase derrotando seu corpo, mas sua cabeça é fortaleza impenetrável, o atleta desenvolve uma dureza mental que permite buscar nos labirintos das lembranças o jeito certo de defender o golpe.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="2003 ADCC MARCELO GARCIA V RENZO GRACIE" width="650" height="488" src="https://www.youtube.com/embed/QSTSAXxRCwo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em><strong>Augusto Tanquinho</strong></em></p>
<p>“Para mim, manter a calma significa manter a concentração. Costumo me concentrar pensando em todo o meu treinamento até o campeonato, em tudo o que passei no meu dia a dia, tento entrar na área de combate extremamente focado, colocando em prática o que realmente posso render, acreditando que nenhum adversário é invencível. O atleta precisa acreditar no próprio treinamento. Na hora do sufoco numa competição, eu costumo pensar que já passei por coisa pior durante meus treinos e que tenho todas as armas necessárias para me livrar da situação de perigo.”</p>
<p><em><strong>Demian Maia</strong></em></p>
<p>Marcelo Garcia nas suas costas ou Anderson Silva à sua frente, fintando golpes e xingando, o que você prefere? Inspire, calma. Este segundo caso de pressão total foi experimentado por Demian Maia, derrotado por Anderson via decisão dos jurados, em abril de 2010, no UFC de Abu Dhabi. Uma luta que rendeu lições. “Ele recorreu até a palavrões para me desestabilizar, fez coisas que eu nunca tinha visto na vida. Mas isso não me desconcentrou porque eu sabia que ia ser uma guerra mental, mais do que física”, contou Demian à época. Durante cinco rounds, ele jamais renegou sua estratégia nem partiu para o revide.</p>
<p>“Eu jamais podia atacar como um louco. Ele é lutador de contra-ataque, e provoca para o rival entrar no jogo. Eu sabia disso, e para me preparar treinei com sparrings que também me provocavam, me atiçavam nas horas complicadas. No fim das contas, acertei golpes nele e ganhei confiança, mas deveria ter começado a fazer isso antes. A lição que ficou é que pensar em vingança ao lutar é um tipo de pensamento que só tem dois resultados: ou você perde, ou faz algo parecido com o que vimos em Abu Dhabi. Nunca é uma vitória.”</p>
<p><em><strong>Rômulo Barral</strong></em></p>
<p>“O excesso de adrenalina consome totalmente o gás durante a luta. Existe muita pressão e a ansiedade pode acabar com qualquer lutador”, resume o tricampeão mundial de Jiu-Jitsu e ex-lutador do UFC Frédson Paixão.</p>
<p>Isso quer dizer que o pensamento pode desencadear uma série de fatores negativos. Podem atrapalhar as noites de sono antes dos desafios, diminuir drasticamente o gás durante a disputa, deixar o lutador apático, sujeito a se expor, e, por fim, aumentar o desespero na hora do aperto. Por outro lado, a força da mente pode ter efeitos benéficos. Por exemplo, deixar o atleta mais preparado para todos os momentos, pronto para achar a saída e escapar com rapidez e inteligência das armadilhas que aparecerem.</p>
<p>O macete é ensinado por um companheiro de Frédson, Rominho Barral: “Antes e depois da luta, procuro manter pensamentos positivos em todas as situações. A mente trabalha junto com o corpo no Jiu-Jitsu. Pode estar bem condicionado, forte, mas se a cabeça não estiver bem o corpo não acompanha. Então treine a mente e o corpo acompanhará”, comenta Barral. O faixa-preta explica a técnica que usa para deixar a mente preparada para os grandes desafios: “Tento visualizar o que farei, o ritmo que vou imprimir, o rosto do oponente, os momentos antes e durante a luta e, claro, meu braço sendo erguido no final. Procuro pensar sempre no que eu vou fazer, não tanto no que o meu adversário fará. Pensamentos negativos não podem passar na cabeça do atleta, pois atrapalham. Visualizar e mentalizar a luta é muito importante”.</p>
<p>Tática parecida é utilizada pela revelação do Jiu-Jitsu Marcus Bochecha: “Mentalizo tudo o que passei todos os dias para estar ali, tudo o que foi feito para eu ter chegado aonde cheguei. Penso em todo meu treinamento e ponho na<br />
cabeça que estou preparado para aquele momento”. Repare que tais exercícios servem para diversas situações da vida, portanto comece a praticá-los hoje.</p>
<p><em><strong>Álvaro Romano</strong></em></p>
<p>“Me ajuda muito um método de respiração que aprendi com os professores Álvaro e Raphael Romano”, receita a professora da Gracie Humaitá Letícia Ribeiro. “São movimentos da ioga adaptados ao Jiu-Jitsu pela Ginástica Natural. É muito bom, sempre uso antes das lutas e depois dos treinos”. Depois da dica de Letícia, só nos restou ir à fonte, nosso colunista Alvinho Romano.</p>
<p>“A  respiração para manter a calma é a respiração abdominal ou diafragmática. O importante é tentar respirar pelo abdome da seguinte forma: quando inspirar, dilatar o abdome e, quando expirar, contrair suavemente”, explicou Romano. Imagine uma garrafa, quando a enchemos de água. A garrafa fica cheia da parte de baixo para cima e, na hora de esvaziar, de cima para baixo. Com o oxigênio, funciona da mesma maneira. Primeiro enchemos a parte do diafragma de ar e por último estufamos o peito, para soltar o oxigênio o movimento é exatamente o contrário.</p>
<p>“Porém, esta respiração não é a ideal momentos antes de uma luta, pois ela relaxa muito e diminui o tempo de reação. Esta respiração é boa para o dia anterior, quando o atleta está ansioso, às vezes com dificuldade de dormir”, ressalta Álvaro. “Nos momentos antes de uma luta o ideal é a respiração abdominal de forma acelerada, para hiperventilar”, completa o especialista. “Já durante a luta, quando o atleta está se sentindo cansado, às vezes após um momento de pressão, o ideal é soltar o ar pela boca. Assim, você ajuda a diminuir a quantidade de ácido lático que é responsável pela fadiga. Esta é uma técnica que utilizo muito com os atletas que treino”</p>
<div style="width: 100%; height: 0px; position: relative; padding-bottom: 75.000%;"><iframe loading="lazy" style="width: 100%; height: 100%; position: absolute;" src="https://streamable.com/e/yda2" width="600" height="350" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></div>
<p><em><strong>Frédson Paixão</strong></em></p>
<p>Existem algumas formas de programar sua reação para os piores momentos. Já falamos da repetição de movimentos, sejam os de ataque ou de defesa. Mas, para complementar, nada melhor que os chamados treinos específicos. Como disse Roger Gracie, tricampeão mundial absoluto, é necessário sair da zona de conforto e se colocar em perigo, mesmo que isso custe ser derrotado num treino. É como treina Frédson Paixão. “Comece o rola com o cara nas suas costas, já com o estrangulamento encaixado. É preciso simular situações que podem acontecer na luta. Se você mantiver a calma no treinamento, na competição isso passa a ser algo normal, não te pega de surpresa e diminui o desespero. A sua mente já está treinada para esse tipo de situação”, resume o faixa-preta de Osvaldo Alves.</p>
<p>Alguns treinamentos desse tipo são bem conhecidos. Deixe, por exemplo, o companheiro de treinos trabalhar na sua meia-guarda entre um a dois minutos. Se ele passar a guarda ou finalizar, volte para a posição inicial. Se você repuser a guarda, raspar ou finalizar, também volte. Repita esse esquema com o companheiro imobilizando de diversas<br />
formas, no cem-quilos, nas costas, na montada e em outras situações de risco. Michael Langhi dá um incrementada nesse tipo de treino específico: “Com o tempo, procure mentalizar que você já começou o treino atrás no placar. Então, além de sair do sufoco, a missão será reverter o placar. Defesa é tão importante quanto o ataque. Dessa forma, o atleta fica pronto psicologicamente para reverter placares adversos.”</p>
<p><em><strong>Rafael Mendes</strong></em></p>
<p>“Acredito que só conseguimos ficar calmos se estivermos treinados. Treino é sempre a base de tudo. Pratico muito situações específicas, com o parceiro começando em posições favoráveis a ele, como ataque pelas costas, cem-quilos, montada&#8230; Assim posso estudar as defesas e manter a calma para não dar oportunidades para o adversário alcançar as finalizações. O maior erro que um lutador de Jiu-Jitsu pode cometer é perder a calma e tentar sair de uma posição na marra, de qualquer jeito, no desespero. Se você fizer isso, provavelmente vai ser finalizado. O melhor é manter a concentração e trabalhar a defesa. Para isso é necessário confiança, e confiança nada mais é que a certeza de que estamos preparados para vencer.”</p>
<p><em><strong>Michael Langhi</strong></em></p>
<p>O afogado que se debate, aprendemos no Jiu-Jitsu, só vai mais rápido para o fundo. Helio Gracie sempre disse: “Eu não venço nenhuma luta. Meus adversários é que fazem força, cansam e perdem”.</p>
<p>Carlos Gracie pedia a seus alunos que procurassem treinar de boca fechada, para aumentar a capacidade pulmonar, ganhar fôlego e com isso deixar o cérebro oxigenado trabalhar melhor. A boca fechada, com o semblante sereno, prestava-se a um outro fator: minar o oponente psicologicamente.</p>
<p>Sim, como no pôquer, no Jiu-Jitsu você também precisa “enganar” o oponente o tempo todo, não demonstrar os sentimentos. Mesmo que, para isso, seja necessário encenar,como fez Michael Langhi. No Mundial 2010, o bicampeão mundial impressionou a todos quando tirou o kimono após a final, exibindo uma incômoda tala no ombro. “Todo mundo cansa ou sente alguma aflição ou dor. Eu já estive cansado ou lesionado em várias lutas. A fisionomia calma frustra o seu adversário. Ele ataca, ataca e, quando olha, você está tranquilo, sem aparentar desespero. É preciso ensaiar isso nos treinos”, declara Langhi.</p>
<p>O também levinho Frédson Paixão chama a atenção para outro artifício da encenação. “Muitos tentam enganar o adversário interpretando que estão bem. Mas também há os que estão em boas condições, mas fingem que estão mal, no bagaço. De repente, dão o bote com tudo e viram o jogo. Usam desse meio para enganar e é preciso prestar bastante atenção para perceber se é verdade”. Frédson tem um antídoto que costuma dar certo: “Quando olho no olho do adversário, já sinto se ele está angustiado ou nervoso, se é verdade ou puro teatro.&#8221;</p>The post <a href="https://www.graciemag.com/voce-fica-apavorado-no-campeonato-de-jiu-jitsu-aprenda-a-manter-a-calma/">Você fica apavorado no campeonato de Jiu-Jitsu? Aprenda a manter a calma</a> first appeared on <a href="https://www.graciemag.com">Graciemag</a>.]]></content:encoded>
					
		
		
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