Diogo “Baby Shark” ensina como ficar confortável no desconforto

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Diogo com Melqui Galvão, após o título na seletiva do ADCC em Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Foto: Divulgação

Diogo com Melqui Galvão, após o título na seletiva do ADCC em Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Foto: Divulgação

Aluno de Melqui Galvão e um dos atletas mais promissores da nova geração, Diogo Reis terá um duro teste na reta final de preparação para o ADCC, a ser realizado nos dias 17 e 18 de setembro, em Las Vegas. O popular “Baby Shark” medirá forças com o americano Estevan Martinez, em luta de grappling do Who’s Number One, no próximo domingo, dia 7 de agosto. O evento terá como atração principal o esperado combate entre Felipe Preguiça e Gordon Ryan.

Apesar da curta trajetória na faixa-preta, Diogo tem se firmado como um dos atletas mais respeitados no peso-pluma. O lutador da Fight Sports se tornou campeão brasileiro e, em seguida, ficou com o terceiro lugar no Mundial. Para se manter em forma para o ADCC, ele redobrou a atenção para os treinos de grappling.

Diogo teve sua primeira experiência no grappling profissional em fevereiro deste ano, quando garantiu vaga no ADCC ao vencer a divisão até 66kg na seletiva brasileira. O “Baby Shark” protagonizou uma luta emocionante com Diego Pato na final e derrotou o adversário na decisão dos árbitros.

Diogo Reis compartilhou com a equipe do GRACIEMG.com sua fase final de preparação para o ADCC e contou como se mantém focado para não deixar o sucesso subir à cabeça.

GRACIEMAG: Como está o preparativo para enfrentar Estevan Martinez no WNO, no dia 7 de agosto?

DIOGO BABY SHARK: O Estevan Martinez é uma pedreira e muito ágil. Ele não para, mas não vejo nenhuma ameaça. Farei meu jogo: vou usar meu wrestling e jogar por cima. Estou bem diferente agora e quero testar novas habilidades que tenho trabalhado.

Como você procura se motivar para os próximos desafios?

Tenho total consciência que sempre vai ter uma montanha nova para subir e sempre precisamos evoluir. Não apenas com nosso Jiu-Jitsu, mas também em outras áreas da vida. O segredo é procurar sempre ficar confortável no desconforto. Aprender coisas novas, por em prática, encarar diferentes desafios no dia a dia e nos torneios.

Que desafios você tem enfrentado na preparação para o ADCC 2022, em setembro?

Até aqui, foram dez semanas intensas de preparação, umas mais puxadas e outras menos. Fizemos muitos treinos específicos de Jiu-Jitsu alinhado com a preparação física e estudos sobre a competição. Tudo isso feito diariamente. Até o momento, não tive nenhuma grande dificuldade, graças a Deus. Tenho treinado muito bem, me alimentado de forma saudável e a preparação física está sendo bem puxada. A minha família está bem, e isso me deixa mais feliz para todos os dias eu acordar e fazer o que preciso.

O que muda quando você tira o paletó de kimono? Qual a diferença entre os esportes?

A maior diferença que enxergo hoje é que no grappling o objetivo é a finalização, já que a maioria dos eventos valida a finalização como a única forma de conseguir a vitória. Já de kimono, devido à pontuação, os atletas amarram mais a luta e não querem arriscar.

O que diferencia a Escola Melqui Galvão das demais equipes?

Eu acredito que a nossa disciplina de fazer o que deve ser feito é o que nos diferencia das demais equipes.

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