Enquanto isso em Brasília, Rodolfo Vieira vence absoluto e ganha “viatura”

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Rodolfo Vieira comemora o título do Mundial 2011. Foto: Jonh Cooper.

Rodolfo Vieira comemora o título dos pesados no Mundial 2011. Foto: John Cooper

Enquanto alguns dos maiores astros do Jiu-Jitsu se pegavam em San Diego, no Metamoris Pro, Rodolfo Vieira também vestia seu traje de guerra na capital do Brasil, e por um bom motivo: faturar um carro 0km.

No Campeonato Rockstrike de Jiu-Jitsu, em Brasília, no Distrito Federal, esse era o prêmio para o vencedor do absoluto preta. O campeão absoluto marrom, por sua vez, levou uma moto 0km. O rei dos marrons foi Jackson Souza, da equipe CheckMat, que venceu o torneio aberto após passar por três adversários.

Na faixa-preta, Rodolfo precisou passar por Tarsis Humphreys (16 a 0) e na final encarou Kim Terra, irmão de Caio.

Depois de passar a guarda e montar, o astro da GFTeam finalizou Kim no seu tradicional armlock na montada, e levou o carro zerinho.

“Graças a Deus consegui ser campeão e levar o carro. Não foi do jeito que eu queria, que era ter fechado com meus irmãos Jake Mackenzie e Ricardo Evangelista, mas não foi desta vez. O importante é que a viatura foi pra GFTeam! Essa foi pra você, tio Júlio, como tinha prometido, espero que tenha gostado de me ver lutar”, comentou o craque no Facebook.

Rodolfo foi ainda campeão do pesadíssimo, enquanto Tarsis voltou a vencer – no peso pesado.

Veja a final do absoluto faixa-preta entre Rodolfo Vieira e Kim Terra.

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There are 13 comments for this article
  1. Felipe Saar at 6:41 pm

    Gracie Magazine, não imagino como foi o acompanhamento de vocês no evento Mundial Rockstrike 2012, mas eu estava lá como aluno do Tiago Rocha – Alliance, o qual perdeu a semi-final contra o representante de Brasília, Kim Terra, e após ter esmagado o gigante Ricardo Evangelista – GFTeam por 9×0 na luta anterior.
    Não sei como vocês tratam a má atuação dos árbitros, sendo que pode ser apenas uma simples falha deles que podem prejudicar por um lado ou ajudar um atleta por outro lado.
    Porém, mesmo quando um ginásio cheio (de atletas experientes) está atento em uma luta e reclama um ponto ou vantagem que é unanimidade dentre os olhos dos que estão vendo aquela falha, o erro deve ser esquecido? Sem revisão?
    Pois, a semi-final de Tiago Rocha x Kim Terra foi uma "marmelada", o Tiago perdeu, no fim, por decisão dos árbitros, após 2 vantagens "não dadas" e um cronômetro parado por aproximadamente 10 segundos. Erros reclamados por um ginásio inteiro que vaiou a decisão e logo depois aplaudiu de pé o atleta derrotado pelos juízes.
    Gostaria de saber a opinião dos leitores, e da própria revista, sobre isso que incomoda demais quando acontece com um companheiro ou contigo mesmo, será que um erro, ou "garfada" – termo dito pelo próprio Rodolfo Vieira no pódio do Rockstrike pro Tiago Rocha – pode ser mesmo considerado uma coisa normal e sem revisão imediata?
    Oss

    • Isaias Moraes at 1:59 am

      O Rockstrike esta de parabens pelos premios!
      nos anos anteriores, estes eram dados aos atletas no PAN da CBJJE, fato que a GRACIEMag não cobria, não reportava. A federação concorrente tem vinculos (ou teve) com o Rockstrike. O esporte precisa se profissionalizar, com o tempo, isso vai melhorar. Em 2010, Rodolfo ganhou o carro sobre Claudio Calassans com ajuda do juiz (na visão de muitos atletas) . RV saiu mancando, quase finalizado no pé.

  2. Pingback: Rolou nos Tatames – 13/10 a 19/10 | Grapplers United - Blog

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