Raush Manfio analisa mais um desafio na PFL: “É luta de cachorro grande”

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Raush Manfio volta a lutar na noite desta sexta-feira, na PFL. Foto: Arquivo Pessoal

Atual campeão peso leve da Professional Fighters League (PFL), Raush Manfio retorna para sua quinta luta na organização neste sexta-feira, em Atlanta, nos Estados Unidos. O popular ‘Cavalo de Guerra’ vai medir forças com Olivier Aubin-Mercier com a missão de emplacar sua segunda vitória seguida na temporada.

Aubin-Mercier está embalado com três vitórias seguidas, incluindo uma sobre o amigo de Raush, Natan Schulte, por decisão divida dos jurados. A seguir, o atleta da American Top Team analisa o duelo desta noite.

“A luta contra Aubin-Mercier vai ser uma luta muito dura. Ele é o oponente mais duro que eu tenho esse ano no torneio, com exceção do Natan. Na minha contagem, o Natan ganhou aquela luta, mas os juízes enxergaram de outro jeito. Ele está vindo de três vitórias e eu de cinco. Se ele é o gangster, então eu sou o poderoso chefão. O momento para mim é favorável e eu estou confiante, mas sei que vai ser uma luta dura. Minha estratégia é nocauteá-lo”, aposta Raush.

Raush também aproveitou para destrinchar a parte técnica contra o canadense. Na sua visão, o duelo pode ser definido em pé

“Eu acredito que minha habilidade de strike seja superior à dele, eu sei que tenho poder de nocaute. A gente vai ver como a luta vai desenrolar no corpo a corpo. Ainda que eu seja derrubado por ele, eu levanto muito bem. Não tenho medo de ser derrubado. A minha defesa de solo é melhor que o ataque dele, acredito. Essa luta vai se encaminhar em pé, eu acho que tenho mais volume. Estou com mais vontade para essa luta aí, mas eu o respeito bastante. Ele é um cara grande, cruzei com ele no elevador do hotel e vi que ele é um pouco maior que eu. Tem que ter todo aquele cuidado. É uma luta de cachorro grande”, comenta Raush.

O lutador conta que pensa em fazer superlutas contra adversários de outras categorias no futuro, pois traria mais visibilidade de mídia e a possibilidade de fazer mais dinheiro.

“Eu topo lutar na categoria de cima para superlutas. Eu sou chamado de Cavalo de Guerra por causa da força física e explosão. Eu creio que eu tenho vantagem na categoria dos leves por causa dessa valência física. Muito dificilmente eu irei lutar com alguém mais forte ou explosivo que eu. Se a gente sobe de categoria eu terei que trabalhar mais a minha velocidade porque estaria equiparado aos atletas da categoria de cima, talvez eles não sejam mais explosivos que eu, mas são mais fortes. Eu toparia uma superluta, sem pensar duas vezes, por que acredito que isso engrandece o lutador na questão financeira e mídia”, encerra.

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