No Pan 2020, Rafael Lang provou que Jiu-Jitsu é a arte da superação

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Professor Lang com as medalhas no Pan 2020, na Flórida. Foto: Acervo Pessoal

Em dezembro de 2013, o professor Rafael Lang sofreu um grave acidente de moto, fraturando a coluna e os quadris. Quase ficou paralítico.

A recuperação foi lenta. Um mês internado no hospital, um mês de cama em casa, um mês de cadeira de rodas, três meses caminhando com andador. Os médicos disseram a Lang que ele não poderia voltar a competir, tampouco treinar pesado, uma terrível profecia que o espírito inabalável do Jiu-Jitsu e a sagacidade de Rafael provaram estar equivocada.

Hoje professor de renome no Texas, Lang voltou à boa forma. No Pan de Jiu-Jitsu da IBJJF, em outubro de 2020, ele se inscreveu no peso pesado e no absoluto. Voltou com duas medalhas de prata no master 1 e o doce sabor do dever cumprido – no absoluto, por exemplo, ficou atrás apenas do campeão, Gregor Gracie.

“Fui prata tanto no peso pesado como no absoluto, na Flórida, após oito lutas no mesmo dia”, contou nosso GMI. “Superei muita coisa para estar ali lutando. Deixei tudo nos tatames do Pan e isso é o melhor dos sentimentos. Valem mais as lágrimas da derrota do que a vergonha de não ter lutado”.

Relembre, a seguir, uma das posições fortes do repertório deste guerreiro exemplar do BJJ, e jamais se esqueça: Jiu-Jitsu é superação. Oss!

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