GRACIEMAG lança Panteão do Jiu-Jitsu, com mestres e ídolos que construíram a história do esporte

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Quem mais você gostaria de ver no Panteão do Jiu-Jitsu? Foto: Arquivos GRACIEMAG

Um panteão para os lutadores. Esse é o mais novo projeto da equipe de GRACIEMAG.com, lançado especialmente para os leitores nestes tempos de quarentena e academias fechadas. Mas o que seria um panteão exatamente?

Panteão, de acordo com o sábio dicionário de Aurélio Buarque, é um monumento arquitetônico destinado a perpetuar a memória de homens e mulheres célebres – como “heróis nacionais, artistas, estadistas.”

Um panteão de artistas marciais, portanto, nasce para eternizar os feitos e glórias de mestres, personalidades e campeões de Jiu-Jitsu que sempre nos inspiraram, durante os mais de 25 anos de história de GRACIEMAG.

Um tributo não apenas aos ídolos das antigas, mas ao leitor de hoje, como explica o diretor do projeto, o jornalista Marcelo Dunlop:

“Buscamos ir além de um tributo aos ídolos, pioneiros e mestres do esporte”, detalha Marcelo Dunlop. “A meta é oferecer aos leitores de hoje e aos pesquisadores de amanhã uma fonte confiável e bem apurada sobre o Jiu-Jitsu e o antigo vale-tudo. Nossa equipe, por saber português e inglês, tem amplo acesso a portais da internet, bibliotecas e arquivos de jornais antigos. Mantemos, ainda, contato com excelentes pesquisadores brasileiros e autores de biografias, o que nos permite confirmar datas e incluir dados saborosos sobre os nossos heróis. Cada um à sua época, os figurões do nosso Panteão ajudaram a manter acesa a chama do Jiu-Jitsu.”

Para o lançamento oficial, a equipe GRACIEMAG produziu 30 perfis com fotos de homens e mulheres de pelo menos cinco países, craques que ajudaram a escrever a história da arte marcial.

“Temos esse plano desde que lançamos no portal a breve história do Jiu-Jitsu, uma de nossas páginas mais compartilhadas e citadas em trabalhos acadêmicos. O Jiu-Jitsu tem um futuro imenso pela frente, por isso é a hora certa de contarmos o que já aconteceu até agora”, diz Dunlop. “Nossa equipe está acostumada a atender pedidos e dúvidas até de colegas experientes, comentaristas de MMA, que vêm até nós para confirmar algum resultado ou episódio das antigas no Jiu-Jitsu. Com o Panteão, a ideia é que esteja tudo lá, para não confiarmos apenas em nossas memórias.”

Segundo o jornalista, o Panteão do Jiu-Jitsu é apenas o primeiro lançamento do renovado portal – a próxima empreitada será uma lista de academias e escuderias, para professores de todos os cantos do planeta.

Para preencher o Panteão, o GRACIEMAG.com agora conta com seus leitores – a meta é incluir dois personagens a cada semana, um homem e uma mulher. E quem vai votar e escolher os próximos serão os leitores e seguidores nas redes sociais.

“Vamos perguntar aos praticantes, por meio do nosso Instagram @graciemagoficial, quem deve ser a próxima figura lendária a ser eternizada. Para o lançamento oficial, optamos por mostrar que o Jiu-Jitsu tem ídolos de A a Z, de diferentes academias, estados e países. Nosso primeiro grande desafio, na realidade, foi como evitar um Panteão apenas com ídolos que começam com R”, brinca o editor do GRACIEMAG.com, referindo-se ao pelotão de campeões que começam com a letra. Para o pontapé inicial, dois “R”s foram os escolhidos: os mestres Rolls e Robson Gracie.

Durante a confecção do Panteão do BJJ, que pode ser acessado a partir da capa do site, a equipe percebeu que muitas perguntas sobre a história da arte estão ali esclarecidas. São informações como:

Quando foi o primeiro fechamento de chaves de que se tem notícia, hoje uma tradição do Jiu-Jitsu?

Em que ano houve o primeiro campeonato com lutas femininas, organizado por Helio Gracie e sua equipe?

Em que ano os irmãos George e Oswaldo Gracie fizeram sua estreia?

Qual foi a primeira mulher a treinar Jiu-Jitsu com Carlos e Helio?

Quem foi o lutador que popularizou a gogoplata?

De onde surgiu a linhagem da academia Fadda?

A equipe do Panteão dá apenas uma dica, sobre a primeira pergunta: leia o perfil de grande mestre Pedro Hemetério, para aprender sobre seu fechamento, em 1950, com um certo Carlson Gracie. Confira, no link a seguir, as primeiras figuras lendárias que habitam o nosso panteão, de Armando Wriedt a Zulu.

** Para visitar o Panteão do Jiu-Jitsu, clique aqui.

*** Caso tenha alguma informação extra, correção ou novidade, envie por email para sac@graciemag.com.

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