Bruno Oliveira explica como a gestão de desempenho pode ajudar no Jiu-Jitsu

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Bruno Oliveira trabalha a passagem de guarda. Foto: DIvulgação

Bruno Oliveira tem 10 anos como faixa-preta de Jiu-Jitsu, mas foi na temporada 2018/2019 que ele resolveu investir fora do tatame para alcançar seus objetivos pessoais dentro da sua carreira esportiva. Durante todas a sua jornada foi Bruno quem administrou seus próprios treinos, análise táticas e conceitos para evoluir. Mas foi preciso mexer na estrutura para atingir um patamar acima.

Primeiro, Bruno investiu num gestor de desempenho, que foi responsável por transformar sua evolução física. O faixa-preta ainda priorizou cuidados com a parte mental e treinos específicos de Jiu-Jitsu. O resultado foi excelente e o atleta alcançou a marca de sete medalhas em torneios da IBJJF, com duas de ouro, uma de prata, quatro medalhas de bronze. Ele não ficou fora de nenhum pódio depois da mudança.

A seguir, Bruno escreve as três principais mudanças que fez para evoluir no Jiu-Jitsu.

Acompanhamento profissional

“Antigamente, eu acreditava que a quantidades de treinos na academia e as horas de trabalho dentro do tatame me renderiam uma performance melhor. Eram aquelas treino de três vezes ao dia, de 10 a 12 sparrings, todo dia fazendo ‘guerras’… Isso, realmente, era o exemplo que eu tinha de treino certo e fiz em boa parte da minha faixa colorida. Isso me deixava sempre com lesões e em ‘over-training’ e meu resultados nem sempre eram os melhores e nunca consegui lutar em meus 100%. Foi aí que decidir contratar o especialista em preparação física, Rafael Ribeiro, que já era um conhecido meu. Nós lutamos um contra o ouro em alguns campeonatos (risos).

O Rafael mudou toda a minha planilha de treinamento de treino, tenho hora para dormir e acordar. Tenho todo planejamento para os meus próximos campeonatos também. Hoje meu treino é separado em físico, tático, teórico e mental. Hoje, por exemplo, busco os treinos mais duros no tatame e simulo a realidade que vou enfrentar nos próximos campeonatos. Não faço mais 10 treinos sem intervalo, que me deixavam quebrados e com lesões. Continuo treinando duro, mas com sabedoria. “É um planejamento que deu certo.”

Tenha uma mente forte

“Construí minha parte mental por conta das minhas atitudes. Sempre pensei que nada pode ser mais duro que meu treino, que o preço que eu pago é todo meu sacrifício que possa fazer. Não existe dúvida quando você faz sua parte. O que você faz reflete nas suas conquistas. Aprendi a lidar com as derrotas e, principalmente, com a vitória. Nunca deixo uma derrota entrar no meu coração ou uma vitória subir a minha cabeça. Antes de lutar, sempre faço uma visualização do que posso fazer, do que acredito que vá acontecer. Tem dado certo.”

Visite outras academias

“Durante as minhas viagens, eu costumo visitar academias para aprender com outros professores e atletas. Por conta disso, pego detalhes que podem fazer diferença no meu jogo. Quando fui lutar o Las Vegas Ope e o Mundial Master, aproveitei para dar um treino na academia do Carlson Gracie Jr. Foi incrível compartilhar o tatame com ele e ver como ele enxergar as posições. Pude aprender muito detalhe de posicionamento e pegada. Visitar outras academias é um passo para evoluir, pois uma mente que se abre jamais volta ao normal.”

(Fonte: Assessoria de imprensa)

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