7 lições de Jiu-Jitsu que aprendi como organizador de eventos, com Fepa Lopes

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Fepa Lopes e seus alunos da Pdra 90. Foto: Divulgação

1. O Jiu-Jitsu de fato é um esporte que passa por um momento de crescimento enorme, e que o profissionalismo aos poucos começa a acompanhar esse crescimento. Um processo que envolve investidores, produtores, atletas e treinadores.

2. Quanto mais valoroso e vencedor o lutador, menos exigências e problemas ele dá para a produção. Ainda há grandes campeões que só se preocupam em mostrar seu talento, e dar o seu melhor.

3. O sucesso de um evento de Jiu-Jitsu começa com a produção mas termina na mão dos atletas. Quanto mais os lutadores defendem, divulgam e prezam pelos grandes eventos, mais o profissionalismo avança, e todos ganham – e o Jiu-Jitsu cresce cada vez mais.

4. Muitas grandes marcas ainda têm algum tipo de restrição ao vincular sua imagem com a modalidade, mas isso também vai melhorando.

5. Por mais que o espaço para lutar seja gigante, muito do que acontece na luta de Jiu-Jitsu se dá perto das quatro linhas que limitam a área de combate. Portanto, se o organizador mete um palco muito alto ou uma área de proteção sem muito espaço, o árbitro passa o tempo todo com medo de os competidores caírem de lá, o que prejudica competidores, juízes e fãs.

6. Grande mestre Carlos Gracie confiava muito nisso, pelo que sabemos, e hoje é possível garantir: no Brasil, o Jiu-Jitsu será maior que o MMA. Quem sabe no mundo todo também.

7. Quanto mais amigos você conquista no esporte, mais longe você vai. Seguramente a melhor semente que eu poderia ter plantado, em todos esses meus anos de Jiu-Jitsu, foi manter um excelente relacionamento com todas as equipes do meio.

Fernando Lopes, o Fepa, é professor do CT Pedra 90 em São Paulo e organizador do BJJ Stars, entre outros clássicos torneios da arte suave.

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