Como transformar contusão e dor em benefício para seu Jiu-Jitsu, com Roberto Satoshi

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Roberto Satoshi poupando o braço direito no Grand Slam de Tóquio. Foto: Ane Nunes/Gentle Art Media

Roberto Satoshi poupando o braço direito no Grand Slam de Tóquio. Foto: Ane Nunes/Gentle Art Media

Faixa-preta brasileiro criado no Japão, o craque Roberto Satoshi emocionou seus fãs durante o Mundial de Jiu-Jitsu 2017. Com o ombro esquerdo deslocado e entre lágrimas, o peso leve precisou abandonar a final contra Lucas Lepri e o sonho do ouro inédito, numa tristeza contagiante.

Um mês e dez dias depois, no entanto, Satoshi lavou a alma e voltou a ser campeão, no Grand Slam de Tóquio, diante de seus alunos. Que lições o peso leve tirou da volta por cima? GRACIEMAG apurou, e relembra para você:

“A lição que fica é que a lesão no esporte de alto rendimento é normal, faz parte da nossa vida nos tatames. Eu treino Jiu-Jitsu desde os meus 5 anos e volta e meia senti alguma coisa. Mas nunca deixei que isso me deixasse abatido, nem muito menos pensei em parar de treinar. O ombro ainda dói, mas vai ficar bom”, disse o faixa-preta da Bonsai JJ.

“No longo prazo as contusões só me ajudaram a não ficar com o jogo limitado. Toda vez que eu me lesionava, era obrigado a variar a técnica ou mudar para que lado eu faria o golpe. Não se esqueça: está com o joelho ruim? Faça um treininho de meia-guarda. Está com o braço esquerdo ruim, como eu fiquei? Faça uma guarda para a direita. O importante é não ficar tempo demais longe da academia, o que mina o corpo e a mente”, ensina Satoshi.

Relembre Roberto Satoshi x Tiago Bravo na final do Grand Slam:

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