Robson Gracie analisa estreia e suporte de Royce e Renzo para vencer no Bellator

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Robsinho Gracie após bater o peso para estrear no Bellator. Foto: Divulgação/Bellator

Representando a nova geração da família Gracie nos cages, Robson Gracie Jr. estreou com sucesso no Bellator 212, realizado no Havaí, no dia 14 de dezembro de 2018.

Para o craque do Jiu-Jitsu, que viu sua primeira luta de estreia no Bellator ser cancelada, a ansiedade foi uma fera a ser domada, mas com a ajuda de Renzo Gracie, John Danaher, Gordon Ryan e uma legião de astros com treinos pesados, a preparação da mente, assim como a do corpo, estavam 100% em dia para a batalha.

O combate de estreia foi contra Brysen Bolohao, e um estrangulamento no segundo assalto liquidou a fatura.

Conversamos com o Gracie sobre a estreia, suas expectativas para debutar no MMA, os treinos e conselhos de Renzo e Royce Gracie antes de pisar no cage e sobre os planos futuros, no Jiu-Jitsu e no MMA. Confira!

GRACIEMAG.com: Como foi a estreia no MMA em um palco tão grande quanto o do Bellator? Como fez para controlar a ansiedade?

Fiquei muito feliz com a estreia. Sendo em um evento grande me deixou mais feliz ainda. Não foi fácil controlar a ansiedade, mas o Royce foi um cara que me ajudou muito. Um dia antes da luta conversamos bastante, ele junto com o Renzo me ajudaram a controlar isso.

Como foram os treinos para o duelo? Como que o material humano da Renzo Gracie Academy te ajudou a entrar melhor no luta?

O Renzo montou um time muito forte aqui e o Gordon Ryan foi um cara que me ajudou muito. Ele e o John Danaher tiravam sempre um tempo pra me ajudar. Fora isso, temos vários outros lutadores como o Neiman Gracie, que me auxiliou muito também, meus primos Gregor e Rayron, David Branch, Nick Ryan, entre tantos outros. Fiquei mais confiante, pois nada seria muito diferente no cage do que o que eu passei na academia. Isso me deixou bem mais tranquilo.

Tem como explicar a sensação de dever cumprido após finalizar? Deve ser uma pressão ainda maior em lutar no MMA e finalizar, ao levar consigo o nome Gracie.

Fiquei bem feliz, ainda mais sendo no estrangulamento. Existe sim a pressão, mas estava mentalmente pronto para lutar os três rounds. Independente do resultado, só de entrar no cage já era um sonho realizado.

E sobre as competições de Jiu-Jitsu? Tem saudade de competir de kimono? Pretende se jogar em algum campeonato de pano no futuro ou vai focar no sem kimono?

Sim, sinto muita saudade. Mas quando tiver oportunidade vou dar uma importância maior para os torneios sem kimono, só pra manter o ritmo caso precise, mas sempre deixando claro que meu foco é o MMA.

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