Leandro Tatu comenta sucesso da Soul Fighters no Brasileiro de Equipes 2018

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Leandro “Tatu”(centro) com a equipe da Soul Fighters campeã peso leve do BR de Equipes. Foto: Reprodução

Encerrado no último sábado 8 de setembro, o Campeonato Brasileiro de Equipes da CBJJ foi realizado mais uma vez no Rio de Janeiro, no tradicional Tijuca Tênis Clube, com a participação das mais tradicionais escuderias do Jiu-Jitsu, casos da Gracie Barra, Nova União e GFTeam.

Valente equipe local da Tijuca, a Soul Fighters de nosso professor GMI Leandro “Tatu” Escobar procurou roubar a cena, ao abiscoitar os títulos no adulto marrom/preta peso leve (masculino e feminino), e ao conquistar o terceiro lugar geral por equipes. A GFTeam ficou em primeiro, com a Nova União de vice.

Para Tatu, que desceu do master para liderar seu time no adulto leve de dentro do dojô, uma das principais receitas para o sucesso no torneio foi a amizade e união com talentos de academias quase irmãs.

“Todos que lutaram pela Soul Fighters são amigos que treinam na minha academia frequentemente”, comentou Tatu com o GRACIEMAG.com. “O Márcio Rodrigues, pai e treinador de Ygor e Yago, é muito meu amigo e aprecia esse espaço para eles lutarem ao meu lado nesse torneio. O Alexandre Vieira da BTT é a mesma coisa, está sempre por aqui, e o Daniel Junior treina sempre que está no Brasil, no resto do ano fica com os irmãos Mendes, na AOJ. São reforços indispensáveis, precisamos sempre de alguém para fechar o número do time ou para deixar a equipe mais competitiva, aí recorremos aos amigos. Este ano deu certo, mas independente do torneio, estamos sempre somando forças, treinando juntos. Só convido e aceito quem é próximo, não envolvo ninguém que não tenha alguma parceria conosco.”

Para lutar pela Soul Fighters, de atletas como Eduardo Carvalho e Rodrigo Martins, os “convidados” Daniel Junior (Atos), Alexandre Vieira (BTT), Ygor Rodrigues (Márcio Rodrigues) e Yago Rodrigues (Márcio Rodrigues) fizeram até carteirinha da academia de Tatu, num sinal de que o intercâmbio no Jiu-Jitsu esportivo só faz crescer, bem diferente dos tempos de bairrismo e rivalidades tribais.

De acordo com Alexandre Vieira, aluno de Murilo Bustamante na BTT, sua participação teve total apoio de seu professor, e acabou sendo uma experiência inesquecível:

“Como eu sabia que a BTT não entraria com uma equipe eu tratei de reforçar o time do Tatu”, disse Alexandre. “O Murilo me deixou muito à vontade nessa situação, e eu inclusive já estou inscrito para lutar neste fim de semana em São Paulo pela BTT. Menor problema. E foi a primeira vez que pude lutar o Brasileiro de Equipes, de tanta tradição. É bem diferente lutar numa disputa coletiva, pela galera, e ao mesmo tempo muito maneiro ter essa energia, tanta gente torcendo por você.”

E você, amigo leitor, costuma treinar com amigos em academias diferentes? Comente com a gente.

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