Mundial 2016: Gabi Garcia usa ritmo do MMA para brilhar no Jiu-Jitsu

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Gabi Garcia está de volta ao Jiu-Jitsu Foto: Erin Herle/GRACIEMAG

Gabi Garcia está de volta ao Jiu-Jitsu Foto: Erin Herle/GRACIEMAG

O ano de 2015 foi histórico para Gabrielle Garcia. Apesar de não lutar o Mundial de Jiu-Jitsu daquele ano, a fera fez sua estreia no MMA e conseguiu sua primeira vitória de luvas. Agora, em 2016, o espírito competidor falou mais alto, e Gabi estará entre os craques do Mundial de 2016.

Integrante do Hall da Fama da IBJJF com cinco títulos mundiais no absoluto (2010, 2011, 2012, 2013 e 2014), Gabi falou com GRACIEMAG sobre voltar a atuar na Pirâmide de Long Beach, e sobre suas expectativas para o torneio.

Firme em sua carreira no MMA, Gabi revelou sempre ter vontade de volta ao esporte que tanto ama. A notícia de sua inscrição no torneio tomou a todos com surpresa, e ela se revelou muito feliz em estar de volta.

“Meu telefone não parou de tocar, muitas mensagens e pessoas animadas com a minha volta. Eu queria muito voltar a lutar o Mundial, mas queria competir sem a responsabilidade de ser a campeã. Eu já escrevi meu nome na história do esporte, ganhei todos os Mundiais que tinha para ganhar. Venho para lutar bem e conquistar o ouro na minha categoria”, disse Gabi.

Ao ser perguntada sobre o absoluto, Gabi se disse dentro, mas sem pretensão do ouro. Pela Alliance, Gabi está mais interessada em colocar outra casca-grossa no topo absoluto no Mundial: a companheira de equipe Andresa Correa, que mira um feito histórico.

“No absoluto não pretendo o título. Quero ajudar a Andresa, que está com tudo. Venho para pegar alguém no caminho e ajudá-la a chegar ao título. Não que eu não queira mais um título absoluto, mas esse é o ano da Andresa, que este ano venceu peso e absoluto no Europeu, Pan e Brasileiro. Tem que ver o que o general (Fabio Gurgel) vai mandar, mas a soldada está pronta para a guerra, sempre”, disse a animada faixa-preta antes de concluir com suas expectativas para mais um Mundial da IBJJF, torneio que ela conhece bem. A vitória passou a ser um mero detalhe, a motivação maior passou a ser o desafio.

“Ganhar ou perder não é o mais importante agora. Eu quero competir, é o esporte que eu amo. Quero sim estar nas cabeças e quem sabe chegar em mais uma final, mas nunca se sabe. Eu estou pronta”, concluiu.

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