Marcelo Garcia e o manual da guarda-x

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Mente positiva, ego negativo

As lições de vida e de Jiu-Jitsu do campeão Marcelinho Garcia

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Dossiê da guarda-x

Garcia ensina os macetes de sua técnica predileta, a qual ele recorreu para enfrentar os principais desafios de sua carreira competitiva, com ou sem kimono

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As lições da número 1

Mackenzie Dern, líder do ranking mundial feminino, dá dicas para as meninas que ainda têm receio de vestir o kimono: “O ideal ao começar é chamar as amigas para a academia”

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Os perigos da especialização precoce

Como impor regras rigorosas e cobrar grandes resultados das crianças são atitudes que podem causar repulsa ao esporte

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Grand Slam de Jiu-Jitsu

Ricardo Evangelista e Tayane Porfírio reinam com ouro duplo na Cidade Maravilhosa

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Mitos que caem

Uma leitura diferente dos resultados de 2015, o ano que não acabou

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Carta a José Aldo

Vencer não é tudo; a maioria dos contos de samurai termina com o guerreiro morrendo corajosamente no fim

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10 mandamentos para 2016

Conselhos para você alcançar um ótimo condicionamento físico ao longo da nova temporada

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E mais:

  • 5 perguntas para o embalado Claudio Calasans
  • A guarda-X, por Felipe Preguiça
  • A guarda-X, por Vitor Toledo
  • A história por trás do Shinai

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There is 1 comment for this article
  1. Paulo Cesar Soares at 11:36 pm

    Mente positiva; ego negativo
    Pratico jiu-jitsu, entre indas e vindas, desde 2001. Acabei de chegar à faixa-marrom. Guardadas as devidas proporções, acho que como Marcelinho estou diante de um divisor de águas no meu jogo e isso se deve a esta matéria. A ideia de "aceitar" se expor visando o crescimento não é exatamente nova, mas o astro da Aliance me fez entender de fato, fez "minha ficha cair".
    "Gastar o mesmo tempo que se leva ficando bom em um jogo para ficar bom em outro" traduz uma espécie de sabedoria, de paciência à qual estamos dispostos quando escolhemos um jogo, mas falha quando queremos "adicionar" outro.
    Falha por falta de paciência consigo, ou falha por excesso de vaidade: ninguém quer ficar sendo amassado ou raspado até assimilar uma nova postura de luta. Mas tá aí… esse é o segredo. Pensando bem é como aprender a andar de bicicleta depois de certa idade: enquanto se é criança, aprende-se rápido porque não há vaidades quanto aos tombos. Quando se é mais velho, a vergonha de cair impede de ousar.
    Muito obrigado pela lição-treino desse mês… vamos lá aprender a andar de bike de novo.
    Até mês que vem!

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