Torneio de catch wrestling resgata regras antigas da modalidade

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Torneio de Catch wrestling

Na Copa Euclydes Hatem, todas as finalizações eram permitidas. Os lutadores de Jiu-Jitsu agradeceram e venceram boa parte das lutas. Foto: Catch Wrestling Brazil/ Divulgação

Nos anos 1930, o professor Carlos Gracie era um grande entusiasta dos torneios de catch as catch can, uma modalidade de luta agarrada em que os atletas do Jiu-Jitsu costumavam reinar. Seus irmãos, Oswaldo e George Gracie, foram inclusive campeões brasileiros da modalidade.

Pois 70 anos depois, em Fortaleza, fãs do esporte decidiram reeditar o estilo, num torneio de catch wrestling sob as regras originais da luta.

A companhia Catch Wrestling Brazil realizou, no último dia 14 de junho, a Copa Euclydes Hatem em parceria com a Federação Cearense de Wrestling. O torneio valeu como a primeira etapa de grappling no calendário da Federação. Entre os árbitros, destaque para a fera do MMA Alexandre Pequeno.

Sob as regras ancestrais do esporte, o regulamento permitiu qualquer finalização, inclusive cervicais. A luta é uma melhor de três rounds de três minutos cada, com um de descanso. Para vencer o round, o lutador precisava finalizar ou imobilizar o rival com os dois ombros no chão e a guarda passada.

“Foi uma disputa de estilos, tivemos equipes de Jiu-Jitsu, luta livre, shoot combat e wrestling olímpico. Foi uma vitória maciça do Jiu-Jitsu em quase todas as categorias”, informou o organizador Christiano Milfont.

Veja um pouco do evento de catch wrestling:

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