Mundial de Jiu-Jitsu 2015: 278 faixas-pretas atingem os 50 pontos mínimos no ranking

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Piramide de Long Beach, palco do Mundial de Jiu Jitsu. Foto: Dan Rod

Piramide de Long Beach, palco do Mundial de Jiu Jitsu. Foto: Dan Rod

O Zurich Open e o Las Vegas Open foram os últimos torneios da IBJJF antes do Mundial 2015, e assim já sabemos quantos faixas-pretas atingiram o mínimo de 50 pontos no ranking mundial para competir na Califórnia. O maior torneio do ano será no fim de maio, dos dias 27 a 31, em Long Beach.

Segundo o ranking mundial oficial da IBJJF, 278 faixas-pretas, entre homens e mulheres, conseguiram fazer os 50 pontos mínimos.

No masculino, 211 atletas garantiram vaga e estão aptos a disputar na faixa-preta. Nosso primeiro destaque vai para o lendário Wellington “Megaton” Dias, único atleta a competir em todas as edições do Mundial na faixa-preta. Mega fez valer sua categoria ao longo da temporada e se classificou com 100 pontos, o dobro do que precisava.

Gustavo Dantas é outro lutador já master que garantiu vaga para o Mundial 2015, ao fazer 51 pontos.

Entre os jovens, a Alliance conseguiu classificar um talentoso recém-graduado: Matheus Diniz, aluno prodígio de Marcelinho Garcia, conseguiu fazer 57 pontos com o título do NY Open.

Da família mais cascuda do mundo, Clark Gracie e Carlos Robson Gracie, ambos com 36 pontos, foram os dois com a melhor pontuação do clã, mas não se classificaram.

No feminino, 67 lutadoras faixas-pretas fizeram a marca de 50 pontos.

Entre os atletas classificados, há faixas-pretas de 23 países diferentes: Brasil, Canadá, Austrália, Jamaica, República Dominicana, Israel, Alemanha, Irlanda, Emirados Árabes, Grã-Bretanha, Itália, Japão, Finlândia, França, EUA, Suíça, Peru, Holanda, Lituânia e Equador são alguns deles.

Marcus Buchecha (1.035 pontos) e Mackenzie Dern (1.349 pontos) vão ao Mundial 2015 como líderes do ranking na faixa-preta.
Vale lembrar que lutadores de outras faixas não precisam ter pontuação no ranking, isso vale apenas na faixa-preta.

Para ver o ranking completo da IBJJF, clique aqui.

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There are 6 comments for this article
  1. Steve Howe at 7:53 pm

    … e assim, a IBJJF, com Carlinhos Gracie, o "Edir Macedo do Jiu-Jitsu" garante que os eventos dela estejam cheios de faixas pretas pagantes. Daqui a pouco vai ter que pagar dízimo pra lutar também.

  2. Mario Fernandes at 11:01 pm

    dESDE O PRIMEIRO MUNDIAL DE 1996 O JIU-JITSU EVOLUIU CONSTANTEMENTE, UM EXÉRCITO ENORME DE BRASILEIROS VIVEM NO EXTERIOR E SUSTENTAM SUAS FAMÍLIAS, OS EVENTOS HOJE SÃO GRANDIOSOS. NESSE PERÍODO CRIARAM-SE INÚMERAS FEDERAÇÕES QUE NADA ACRESCENTARAM. SÓ A UNIÃO FARÁ COM QUE O JIU-JITSU CRESÇA AINDA MAIS E SE TORNE ESPORTE OLÍMPICO. ENQUANTO HOUVER PICUINHA E INTERESSES OUTROS COM CERTEZA NADA MELHORARÁ.

  3. Isaias Moraes at 1:28 am

    Kkkkk muito boa colocação! ! Enquanto o sr Carlinhos "Macedo" Gracie estiver mantendo o "osso", é difícil crer na lisura dos torneios. " Não basta ser bom, ter que parecer bom". Os torneios serão mais isentos qdo houver transparência e eleições nestas federações.

  4. Isaias Moraes at 1:36 am

    Ha méritos no crescimento da IBJJF mas o sensei Papa John , ex tesoureiro da GB nos EUA, tem opinião muito triste sobre os "donos" do esporte. Eleições já seria um passo p/ mudanças sérias. Ps- o Bjj não será olímpico. Não há investimentos neste sentido e eu concordo com o Luca Atala : é melhor o Bjj não ser olímpico, e virar uma modalidade com milhares de restrições e regras para agradar a tv. (Entre outros motivos).

  5. Bruno Carvalho at 2:45 pm

    Isaias Moraes Valendo salientar que o Jiu-Jitsu é extremamente chato de assistir. Os leigos não entendem o que é uma vantagem, uma raspagem, uma inversão… Não acho que o BJJ venha a ser um esporte olímpico.

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