Em matéria de provocação, Rei Zulu deixava Conor McGregor no chinelo

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Em tempos da consagração da língua ácida do irlandês Conor McGregor no UFC, nossa equipe relembra Rei Zulu, o rei dos bofetões e das provocações. Astro do vale-tudo vindo do Maranhão, Zulu ficou notório pelas duas lutas que fez com um jovem Rickson Gracie, em 1980 e 1984.

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There are 6 comments for this article
  1. Felipe Anjo at 12:36 pm

    A questão é sempre existiram muitos falastrões no mundo das lutas, desde o boxe ao MMA, mas a diferença de qualquer um desses para Conor McGregor é que ele fala coisas que depois acontecem mesmo, isto é, fala o que pro pessoal inicialmente é loucura e palhaçada, mas depois que acontece, percebem o sentido do que ele quis passar, por outro lado também Conor fala coisas criativas, filosóficas, tem conteúdo significativo, é tanto que depois se concretiza, ele é tão criativo que não só fala com a língua, mas com gestos e atitudes, como se fosse em código, e mais tarde alguns percebem, olha foi isso o que Conor quis dizer, por isso ele entrou nessa roupa, fez tal gesto, tal caminhado, já foi querendo dizer isso mesmo, e aconteceu, tá decifrado esse código passado por Conor Mcgregor, um cara desse na verdade é um gênio, não é por acaso está no auge na atualidade, acima de qualquer outro.

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