Thiago Alves quer vitória ao estilo Pitbull no UFC 183, em janeiro

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Thiago Alves na vitória sobre Seth Baczynski, em abril. Foto: UFC/Divulgação

Thiago Alves na vitória sobre Seth Baczynski, em abril. Foto: UFC/Divulgação

O primeiro mês de 2015 marca um novo começo na carreira do lutador Thiago “Pitbull” Alves. No dia 31 de janeiro, pelo UFC 183, em Las Vegas, o atleta encara Jordan Mein pela categoria dos meio-médios. Dono de um estilo de luta agressivo, o brasileiro planeja anotar um novo nocaute ou finalização na carreira, que marcaria em definitivo seu retorno à concorrida divisão após um longo período afastado por lesões. Será a 19ª luta de Pitbull no octógono, atrás apenas de Gleison Tibau (23), Vitor Belfort e Demian Maia (19) como brasileiro com mais lutas pela organização, ao lado de Anderson Silva, Lyoto Machida e Gabriel Napão.

Natural de Fortaleza, no Ceará, Pitbull é dono de um cartel com 25 vitórias e nove derrotas. Entre os triunfos, 11 foram por nocaute e dois por finalização. E é com uma dessas duas maneiras que ele quer emplacar a segunda vitória, agora livre do tormento das lesões. “Convivi com problemas físicos nos últimos dois anos, mas isso é passado. Estou 100% recuperado de tudo e pronto para anular o jogo do meu oponente. Eu vou nocautear ou finalizar ao estilo Pitbull”, garante o lutador de 31 anos.

Realizar a segunda luta em um período de 10 meses é motivo de comemoração para Thiago Pitbull. Entre 2012 e 2013, o brasileiro conviveu com uma série de lesões e foi forçado a passar por quatro cirurgias para recuperar lesões no peitoral, joelho e bíceps. Porém, a volta foi arrebatadora. Seguro e ditando o ritmo do combate, ele retornou ao octógono em abril deste ano, pelo UFC on FOX 11, dominando Seth Baczynski e vencendo por decisão unânime dos jurados. Após 777 dias sem lutar, Pitbull reencontrava a vitória, com direito a bônus de Luta da Noite da edição.

“Eu cresci muito durante o período de adversidades, aprendi como lutador e como pessoa. Enxergo tudo de uma maneira diferente depois de tudo que passei. É muito ruim não poder fazer o que você mais gosta, que é lutar. Via meus companheiros treinando e lutando e a ansiedade só aumentava. Pude extravasar e soltar um pouco do que estava preso em mim na luta contra o Baczynski. Foi uma grande luta”, recorda o lutador.

Tomado por uma vontade de encerrar seu próximo combate antes que ele chegue até o final do terceiro round, Pitbull intensifica seus treinos na equipe América Top Team (ATT), que defende há 12 anos. Katel Kubis e Ricardo Libório são seus head coaches. Junto com eles, Luciano Macarrão auxilia na parte de luta em pé e Ailton Barbosa no Jiu-Jitsu, enquanto Kami Barzini orienta os treinos de wrestling. O responsável pela preparação física é Everton Bittar, e o renomado nutricionista Mike Dolce cuida da dieta do cearense.

“Tenho uma excelente estrutura de treinos e logística em minha equipe, tudo para eu desempenhar de uma ótima maneira minha função dentro do octógono. Meus companheiros de equipe me ajudaram muito durante o período em que estava me recuperando de lesões e cirurgias. Quero encerrar essa luta contra o Mein de maneira rápida e dedicar a vitória aos meus fãs, à American Top Team e a todo meu time, que sempre esteve ao meu lado”, revela.

Adversário de Thiago Pitbull no UFC 183, Jordan Mein exibe em seu cartel profissional 29 vitórias e nove derrotas. Canadense, o atleta de apenas 25 anos venceu seus últimos confrontos, batendo o brasileiro Hernani Perpétuo por pontos e, em agosto de 2014, nocauteando Mike Pyle ainda no primeiro round.

UFC 183
Las Vegas, Nevada, EUA
31 de janeiro de 2015

Anderson Silva x Nick Diaz
Kelvin Gastelum x Tyron Woodley
Miesha Tate x Sara McMann
Ian McCall x John Lineker
Thiago Alves x Jordan Mein
Diego Brandão x Jimy Hettes
Thales Leites x Tim Boetsch
Thiago Marreta x Andy Enz
Ildemar Marajó x Rick Monstro

(Fonte: Assessoria de imprensa)

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