A Voz do Mestre: Zé Beleza e as “escolas” de Jiu-Jitsu

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Ze Beleza demonstra defesa pessoal na festa de fim de ano em 2013

Ze Beleza demonstra defesa pessoal para seu jovem faixa-branca. Foto: Arquivo Pessoal

Nada mais comum do que um atleta se interessar no Jiu-Jitsu e procurar uma academia. Na visão do professor José Henrique Leão Teixeira, o “Zé Beleza”, experiente faixa-preta professor da arte, o atleta deve conviver não numa academia, e sim numa escola de Jiu-Jitsu.

Na coluna “A voz do mestre” de hoje, bebemos da GRACIEMAG #193, na qual Zé explica como transformar a simples academia em um templo de conhecimento da arte suave. Escute as dicas do mestre e tenha sempre o melhor dos seus professores e alunos:

Planeje, organize e ensine com qualidade

“Dou aulas de Jiu-Jitsu há mais de 20 anos. Tenho bastante experiencia para passar aos professores mais novos, e daí surgiu a ideia de fazer um curso que ensine a ensinar. Planejamento, organização e qualidade no ensino são essenciais para dar aulas de qualquer disciplina, e levar isso para o Jiu-Jitsu ajuda no crescimento do esporte.”

Jiu-Jitsu não é um produto

“Ensinar Jiu-Jitsu não é como vender um produto. Estamos falando de uma arte marcial, no qual se treina e educa os alunos. A escola deve crescer com a qualidade do professor.”

Motive seus alunos a treinar

“Nós criamos um ranking interno para incentivar os alunos que ainda não competem. Isso ajuda a estimular os treinos. O sistema de avaliação estimula também a disciplina e determinação. Entre as crianças é ótimo para motiva-las.”

Jiu-Jitsu como luta e não recreação

“Vejo muitos professores ensinando crianças no estilo “recreação”. Na minha aula, os pequenos aprendem em torno de 15 movimentos de Jiu-Jitsu e auto-defesa. Sempre na brincadeira, mas com um objetivo. No fim, todos fazem o movimento de luta. O segredo é inserir algo útil na brincadeira.”

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