Seria esta a pegada de costas mais emocionante vista no mundo das lutas?

There are 28 comments for this article
  1. Gabriel Magalhães at 10:03 pm

    Sensacional!! se todos fossem assim o mundo seria um lugar melhor, o bom foi ver o sorriso do menino que ganhou no final da luta

  2. Diego Regazi at 12:09 pm

    De modo algum meu caro! Se meu finado avô visse tamanho "espetáculo circense" o chamaria de desnecessário! Isso sim é desnecessário!

    Não sabemos quem ganhou o campeonato, não sabemos quem é aquele garoto que correu num domingo de chuva.

    Um dos maiores designers gráficos do mundo é um garoto com paralisia. Ele é reconhecido pelo que faz bem e não por suas limitações. Temos que valorizar a habilidade e não a necessidade!

    Mais um exemplo que canso de ver na academia: um gordinho começa a treinar, perde uns 10kg e vira capa de revista por sua "determinação". Mas aquele atleta que treina todo dia, faz dieta o ano inteiro, não é se quer citado.

    Como diria o Nobel Vargas Llosa: a civilização do espetáculo!

  3. Nelson Marques Nogueira at 12:21 pm

    Será que é disso que um deficiente físico precisa? Ou será que o importante é o respeito moral diário nos pequenos detalhes, como no momento de pegar um ônibus, ir a um teatro..etc? Na minha opinião, o que aconteceu nesse vídeo é desmoralizante como dar esmolas. Seja deficiente físico ou não, acho que todo ser humano que se preze, não aceita nada de graça, apenas por caridade, e por trás de toda essa emoção está a pequeneza do espírito humano!

  4. Natielle David at 1:02 pm

    Eu não acho que a intenção foi "dar esmola" ou nada do tipo. Nem acho que foi desmoralizante. Eu não sei da história, mas imagine que o garoto deficiente tivesse um sonho de participar de um campeonato ou algo desse tipo. É quase como você ser goleiro profissional e deixar uma criança lhe fazer um gol para vê-la feliz. Não acho que isso seja demérito para nenhuma das partes.

  5. Nelson Marques Nogueira at 1:13 pm

    Natielle David, concord com o que você disse, nesse sentido não vejo problema nenhum realmente (se for um desejo do jovem deficiente). Só não concordo com algumas campanhas "do bem" que na prática cegam os reais valores, e ainda atrasam o que deveria ser feito em termos reais de estrutura para portadores de deficiência por meio de programas que deem resultados a longo prazo pelo governo. Mudando de assunto, já fui estudante de iniciação científica do CNPq (no IPEN-USP), e minha bolsa era de R$300,00, algo ridículo para um país que pretenda crescer e dar oportunidades, concorda? Prazer em falar com você.

  6. Nelson Marques Nogueira at 1:13 pm

    Natielle David, concord com o que você disse, nesse sentido não vejo problema nenhum realmente (se for um desejo do jovem deficiente). Só não concordo com algumas campanhas "do bem" que na prática cegam os reais valores, e ainda atrasam o que deveria ser feito em termos reais de estrutura para portadores de deficiência por meio de programas que deem resultados a longo prazo pelo governo. Mudando de assunto, já fui estudante de iniciação científica do CNPq (no IPEN-USP), e minha bolsa era de R$300,00, algo ridículo para um país que pretenda crescer e dar oportunidades, concorda? Prazer em falar com você.

  7. Natielle David at 1:22 pm

    Nelson Marques Nogueira , claro, de fato acho mais importante que gestos esporádicos de compaixão e humanidade o investimento para que a pessoa desenvolva mesmo com suas limitações habilidades maiores e dignas de respeito. Mas esses gestos são bonitos e importantes, na minha humilde opinião. E hoje a bolsa subiu para R$400, continua sendo algo ridículo, atuo na área de desenvolvimento tecnológico voltado para a indústria petrolífera e o estudante sente muitas vezes seu trabalho e estudo desvalorizados. Bem, é isso, espero que melhore alguma coisa depois que me formar. O prazer foi meu.

  8. Nelson Marques Nogueira at 2:04 pm

    Diego Regazi, parabéns pelo raciocínio. Também acho que vivemos numa sociedade de demagogia, que provavelmente é composta por pessoas que fazem todo tipo de coisas para se dar bem, e, apenas por desencargo de consciência, ou algo que o valha, ficam emocionadíssimas quando algo demagógico como o que está nesse video acontece. Acho que Freud ou Yung somente poderiam explicar esse fenômeno (ou talvez Nelson Rodrigues). Acho que o Brasil vai melhorar quando os brasileiros buscarem resultados, e não emoções. Aqui no Brasil, se você é um Zé ninguém, as pessoas te aplaudem e te amam, se você é um vitorioso vc tem que se Desculpar por isso!

  9. Nelson Marques Nogueira at 2:18 pm

    Pode ter certeza de que você nunca mais se esquecerá dos tempos de Iniciação Científica. Esses serão os seus Anus Mirabilis, e moldarão seu espírito professional. O valor da bolsa é irrelevante. Infelizmente para mim, acredito que o que vale é um voto consciente (democracia) e fiscalização a posteriori, tanto de politicos quanto de instituições privadas que trabalham fora das regras. Vejo que no Brasil, todo mundo é honesto, e os politicos não prestam, mas na hora de tirar a habilitação para dirigir, vejo todo mundo "comprando carta"…até pais de família. Não gosto da postura do jeitinho brasileiro. Mas vamos deixar de rancor, e comemorar o fim de ano. Tudo de bom pra vc!!

  10. Diego Regazi at 3:12 pm

    Ilegítima é a imposição estatal para que uma pessoa possa dirigir. Em um estado livre você n precisa de "caridade" para se desenvolver. Michael Dell começou sua empresa com mil dólares. Quem sabe um dia 27% do preço do meu panetone não deixe de ser imposto…

  11. Bruno Bordinhon at 6:04 pm

    No 5ª Open de Jiu Jitsu de Bragança Paulista teve um lutador de Jiu Jistu sem as duas pernas, foi incrivel e emocionante assistir.
    Concordo com o Diego "falta de informação geralmente fazem opiniões idiotas"

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