Danillo Índio comenta duelo no WSOF: “O Jiu-Jitsu dele não me assusta”

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Danillo “Índio” Villefort luta amanhã no WSOF. Foto: Kari Hubert/Forza LLC/Forza LLC via Getty Images

Danillo “Índio” Villefort (14v, 4d) calça as luvas neste sábado no WSOF 5, em Nova Jersey, e encara David Branch (12v, 3d). O brasileiro de 30 anos não luta desde sua vitória sobre Kris McCray em março, no WSOF.

Em conversa com GRACIEMAG, Villefort falou sobre os treinos, analisou o rival, que já dominou Paulão Filho, e deu dicas para o irmão mais novo Yuri Villefort, hoje no UFC.

GRACIEMAG: Você vai encarar David Branch, que é faixa-preta de Renzo Gracie. O Jiu-Jitsu dele pode assustar?

DANILLO VILLEFORT: Não me assusta, ele não dominou o Paulo que eu e todos nós conhecemos. Ele vem de uma grande escola, respeito bastante o Renzo, mas confio no meu trabalho. Sou um Blackzilian de pedigree vermelho e sou filho do mestre Índio. Você acha que eu me assustaria? Eu respeito, mas assustado não estou. Vou para comer o fígado dele. Ele é bem experiente, mas vou caçar o David dentro da gaiola. Ele não gosta muito da luta franca, e eu não estou planejando jogar muito na segurança. Vou entrar para finalizar, pode esperar.

Como foram os treinos na Blackzilians para o WSOF?

Foram ótimos, conto com grandes parceiros de treinos e excelentes treinadores. Eu trabalho em tempo integral, mas meu patrão e manager Glenn Robinson me ajudou bastante e deu mais tempo para treinar. Dessa vez está tudo dentro do planejado. Afiei meu jogo por completo. Nunca vou para uma luta contando com uma carta na manga apenas.

Você é um cara que passou por dois grandes eventos, como Strikeforce e UFC. Que aprendizado você tirou como lutador?

Aprendi que cavalo selado só passa uma vez. Entrei bem nos dois eventos e não aproveitei a chance. É vivendo e aprendendo. Dentro e fora devemos ter 100% de dedicação e comprometimento com a nossa profissão, nós somos profissionais e falhas muitas vezes não são toleradas.

Seu irmão fez um bom combate no UFC BH, mas não saiu com a vitória. O que faltou?

Não conversei muito com ele depois da luta, mas o Yuri tem um potencial imenso. Só depende dele explorar isso. O moleque é muito novo, e eu acredito que a hora dele errar e aprender é agora, porque quando ele tiver com a minha idade não poderá errar mais. Já já ele está de volta.

Você e o seu irmão sempre foram vistos como grandes promessas. O que falta para decolarem?

Isso depende do seu ponto de vista. Eu me sinto muito feliz com a minha carreira. Somos fundadores da Blackzilians, um dos maiores e melhores times de MMA da atualidade. Os dois estão com contratos com duas das maiores organizações do mundo. Decolar nós já decolamos, agora aonde queremos chegar o papo é outro.

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