Com 3 ouros no peito, Vitor Oliveira lista suas lições no Chicago Open

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Vitor Oliveira ajusta o triângulo. Foto: Ivan Trindade/ GRACIEMAG

O faixa-preta Vitor Oliveira (GFTeam) conquistou três medalhas de ouro e uma de prata no Chicago Open de Jiu-Jitsu, no último fim de semana, nas disputas com e sem kimono. Confira o que ele aprendeu:

GRACIEMAG: Primeiramente, que lições você tirou da derrota para Flávio Cachorrinho, na final do aberto com kimono?

VITOR OLIVEIRA: Preciso variar minhas quedas mais. Acho que errei ao ter me exposto muito, e ele aproveitou para fazer os pontos. Ataquei muito, mas foi o que me levou a perder. Ele de fato soube anular meu jogo, pois é um cara forte e experiente. Com aquele kataguruma dele, ele me tirou do chão como se eu fosse uma pena. Eu imediatamente tentei fechar a guarda, se não ele ia me jogar de cabeça [risos]!

Como foi a vitória na final do médio, contra o Carlos Rodriguez, da Carlson Gracie?

Eu já tinha lutado com ele antes, Carlos começou fazendo uma pegada cruzada no meu kimono para me derrubar, porém defendi e derrubei. Depois ele tentou me raspar e fomos para fora. Voltamos em pé e ele me puxou, foi quando pus pressão para passar até ele ficar de quatro apoios. Peguei as costas e acabei saindo no braço, mas caímos numa posição ruim para mim. O juiz levou a gente para o meio, me ajeitei, raspei, acelerei depois e passei. Com o joelho na barriga, ele tentou dar as costas. Aí aproveitei a mão na gola, coloquei um gancho e estrangulei no berimbal – o detalhe desse estrangulamento é dominar uma gola e segurar uma perna; depois, basta deitar de costas no chão e apertar o pescoço.

Que lição você tirou do Chicago Open de Jiu-Jitsu?

Foi um campeonato bom, tive 90% de aproveitamento – foram três medalhas de ouro e uma de prata. Gostei do meu modo de lutar, testei meu gás, fui feliz nas finalizações. Porém, tenho muito que melhorar. Um dos melhores lances foi como venci o absoluto sem kimono. Eu nem ia entrar, decidi na hora, achei que valia tentar, após perder o ouro no absoluto com kimono. Então procurei não me precipitar, e na final contra o Léo D’avila peguei as costas e, quando ele tentou escapar, acabei montado. Passei uma perna pelo pescoço, puxei a cabeça e fechei o triângulo para finalizar. Tem coisa melhor?

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