Roger volta ao Strikeforce em 2013 e elogia Bochecha: “É ainda mais perigoso em 20min”

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Roger Gracie busca a finalização no Mundial 2010. Foto: Divulgação

Roger Gracie busca a finalização no Mundial 2010. Foto: Divulgação

GRACIEMAG: Você vai fazer a luta principal do Metamoris Pro, dia 14 em San Diego, onde encara o atual campeão mundial absoluto Marcus Vinicius Bochecha, numa luta sem pontos, de 20 minutos. Como vão os treinos?

ROGER GRACIE: Estou fazendo todo meu treinamento em Londres, onde moro. Passei dez dias no México com meus primos fazendo o Gracie Adventure Camp e treinamos bastante juntos. Deu para dar uma afiada no jogo. O melhor de tudo por lá foi ver o Renzo treinando de kimono.

O que você anda sentindo, perto de vestir novamente o kimono para competir?

Será um prazer enorme, estou há mais de dois anos sem competir de kimono, é tanto tempo que já não via a hora!

Como foram as conversas com seu primo Ralek Gracie, antes de assinar com o Metamoris?

O Ralek me procurou enquanto eu ainda estava em Los Angeles, treinando para minha luta com Keith Jardine, no Strikeforce. Ele disse que queria que eu lutasse um evento novo que ele estava preparando. Depois da minha luta, continuamos a nos falar e fiquei de dar uma resposta. Tudo na real dependia de quando seria minha próxima luta de MMA. Como não tem nada previsto por agora, achei que seria uma grande oportunidade de colocar o pano novamente. Devo lutar no Strikeforce só em janeiro de 2013.

Você estava lá na grade, na beira do tatame, quando o Bochecha virou a final do absoluto contra Léo Nogueira. O que achou da atuação do campeão?

O Bochecha é um atleta que tem muito coração, ali ele mostrou muita garra e vontade de ganhar. Isso o faz um adversário muito perigoso. Ainda mais lutando 20 minutos.

Sobre o Strikeforce, você precisou que o evento te liberasse para o Metamoris?

Tenho uma relação muito boa com o Strikeforce, não tem nada no meu contrato que me impeça de lutar Jiu-Jitsu. Mas, de qualquer forma, meu empresário os avisou.

Como você avalia sua estreia entre os médios no Strikeforce, e vencendo um ex-lutador do UFC?

Eu me senti muito bem. Antes eu lutava até 93kg, mas sempre fui leve para essa categoria. O Jardine é um veterano no MMA e foi um prazer lutar com ele. Foi uma luta bem movimentada e a primeira vez que fui para a decisão dos jurados. Deu para aprender bastante, especialmente ao lutar cansado.

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