Como o Jiu-Jitsu mudou sua vida? Responda no Twitter e ganhe prêmios

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Por iniciativa do campeão Pablo Popovitch, uma nova promoção no Twitter vai premiar cinco praticantes de Jiu-Jitsu. Os prêmios são quatro assinaturas de GRACIEMAG e uma camisa exclusiva de Pablo Popovitch.

Para participar, o leitor precisa estar seguindo o lutador no twitter.com/PabloPopovitch e o twitter.com/graciemag_br, e responder no Twitter de Pablo, em até 140 caracteres: Como o Jiu-Jitsu mudou sua vida para melhor?

As duas melhores respostas vão ganhar uma camisa de série limitada do campeão do ADCC 2009 e uma assinatura anual da revista. Três outros selecionados recebem menção honrosa, e levam uma assinatura semestral de GRACIEMAG cada.

“A ideia principal da promoção é divulgarmos, de uma forma diferente e criativa, como o Jiu-Jitsu é capaz de realmente mudar a vida de uma pessoa”, comenta Popovitch, nosso GMA na Flórida.

Mande sua resposta até o dia 15 de julho, e torça para ganhar!

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There are 14 comments for this article
  1. jack at 7:45 pm

    Antes de conhecer o Jiu Jitsu, eu pensava que o Judô era o “fim do glapping”, com o JJ, aprendi que a luta começa no chão também! (as vezes termina, com o nocaute…) Mas o JJ me fez voltar ao Judô, colecionar revistas GracieMag e concorrentes, me fez investir mais em atividades fisicas, me fez assistir torneios regionais onde meus alunos atuam (ensino inglês), me fez olhar o MMA com novos olhos, me fez ler os livros de alimentação natural e vegetarianismo que tenho ha muiiitos anos nas estantes em casa. Me fez crer que eh possivel brincar de lutar, mesmo para valer com novos amigos na academia, eh possivel torcer para um time ou atletas via twitter enquanto tem gente morrendo do coração com o Riverprate quase na segunda divisão. Em fim, o JJ me mostrou que , apesar do amadorismo do esporte, o Brasil entrou na historia do milenar Japão, para não sair mais de lah! Osss!

  2. Matheus at 12:37 am

    Acho q nas condiçoes q me encontrava era bem dificil piorar ..
    e depois q conhecemos o Jiu-Jitsu acho q soh tem a acrescentar, a melhorar!
    Eu ja tinha treinado antes mas tinha parado por alguns motivos ..
    Smp pensava em voltar a treinar, mas algo smp me impedia. Passaram alguns anos e eu só voltei msm quando me encontrei numa situação mto ruin em minha vida .. num inicio de depressão por conta de término do namoro e drogas.
    No entando percebi q não estava indo a lugar nenhum parado ali e queria fazer algo pra nao ficar parado … voltei a treinar. Os treinos eram na parte da manhã .. mais uma batalha.
    Mas tudo bem, com dedicação e perseverança continuei treinando, e com conselhos do meu professor (msm não sabendo dos meus problemas) e mtas conversas , sai da ” vida louca “. Foi quase altomatico, pois vc estando num lugar onde se tem disciplina, respeito, onde se ganha confiança e aprende a perder e a dar a vola por cima vc tende a melhorar! Comecei a ser mais saudavel fisica e mentalmente ..
    Tinha certo medo de conversar com as pessoas e o jiu-jitsu deu a confiança p/ voltar a sair e conversar e tudo mais .. me mostrou q smp tem um jeito (pra tudo tem uma saída) …
    Tem 1 ano q voltei a treinar, esse ano pego a faixa azul se Deus quizer, treinando firme. As vezes penso em desistir de mtas coisas,mas o Jiu-jitsu me ajuda a ter calma e paciência pra esperar a hr certa.

    Só tenho a agradecer ao meu mestre, meus companheiros de treino e ao Jiu-Jitsu.

    Não é facil me abrir assim .. tomara que eu ganhe a camisa ahahahaha!
    Abraçoooos!

  3. Sekitani Gold Team Japan at 3:07 pm

    Ao ver Royce Gracie vencer oponentes maiores me maravilhei com a arte suave, pensava em quando voltar ao Brasil (vivo no Japão) treinar Jiu-Jítsu, foi quando soube por intermédio de um amigo que havia uma academia em uma cidade próxima aonde eu vivia, comecei a treinar na época que meus pais voltaram para o Brasil, já estava 10 anos no Japão (1991 ~ 2001, 25 anos de idade), foi quando “acordei” que estava aqui parado no tempo, sem ter terminado os estudos, e decidi voltar ao Brasil para estudar Educação Física e quem sabe no futuro dar aulas, voltei e passei muita dificuldade no Brasil, pois minhas economias eu tinha dado toda aos meus pais, eu virei sacoleiro e comecei dar aulas para amigos com a faixa branca mesmo e na faculdade montei uma turma de Jiu também, quando estava no 2º ano da Faculdade meu dinheiro para pagar a faculdade acabou e se continuasse do jeito que estava teria que parar…decidi voltar ao Japão para trabalho temporário (trabalhava 16 horas por dia durante 3 meses para poder pagar a faculdade e continuar meus estudos, na segunda vez que vim aqui no Japão já estava na faixa azul e decidi investir na carreira de me tornar um Professor de Jiu-Jítsu, dava aulas mesmo com esta graduação em 2 Academias e na faculdade, para poder treinar eu pegava 4 trens em São Paulo. Resumindo, hoje tenho uma equipe no Japão com cerca de 70 alunos, formei alguns campeões nacionais Japoneses e trabalho na área que sempre sonhei (Educação Física e Artes Marciais no concorrido mercado japonês onde a grande maioria trabalha somente em fábricas, tudo isso graças ao que o Jiu-Jítsu nos proporciona: ” A perseverança de que mesmo na dificuldade, sempre existe uma saída…

  4. Tiagojsilva2186 at 6:04 pm

    durante a maior parte da minha vida eu fui agrecivo so resovia as minha diferenças na base da briga, e não me relacionava bem com meus familiares e nem com as pessoas e começei a usar drogas por intermedio de conhecido que por sinal e pm,nunha noite em que sai para beber com alguns conhecidos ele apareceu por lá e me chamando para dar um role fomos a outro bar e dali ele me ofereceu o primeiro trago, da li em diante era quase todos os dias, mais ainda assim eu tentava esconder da minha familia, não sei se consegui ou se fizerão vista grossa para evitar um confronto comigo.mas sei que era aquilo que me satisfazia. Mas alguem de quem eu nunca esperava esta atitude, me mostrou o valor das artes marciais, em especifico o jiu-jitso. e minha vida mudou por completo, infelizmente eu nunca consegui levar a diante os meus treinos pois eu não tinha condição nem de pagar a academia, nem muito menos de comprar o meu kimono. mas ainda assim eu aprendi coisa que sempre levarei pro resto da vida, tudo graças ao jiu-jitsu!

    Tiago J Silva, Olinda,23 de jonho de 2011

  5. vasconcelos maia at 11:46 pm

    bem!!!aconteceu quando um amigo meu mim convidou para treinar na academia perto de minha casa, no começo eu achava estranho ,por fato de eu ser timido,e lutas não era comigo.
    então todas as vezes esse meu amigo mim chamava para treinar as noites, e toda vez que eu iria ficava olhando,e depois de uma semana cansei de ser telespctador e fui para lutar.com aquele meu corpo frazinho e aconteceu que á parti dali minha vida mudou…
    no começo apanhei pra carambar…e depois melhorei,depois de dois meses lutei meu primeiro campeonato..pow foi uma sesasão massa, aquele frio na barriga..haahaha é frio que todo lutador sente antes da luta…e ganhei minha primeira luta.dair então lutei varios campeonatos.
    E tambem conhece muitas pessoa ao longo do tempo do meu jiu-jitsu e continuo treinando sempre,mas quero enfatizar uma pessoa especial que conhecir através do jiu-jitsu que foi um norte americano,que mim ensinou desde á andar e voar no jiu-jitsu.mim ensinou não só á arte suave mais á disciplina e o carater de um guerreiro de Deus; ele se chama pr.Thomas Latam,e tenho o mair prazer de compartilhar com voçes do mundo da lutar,um pouco da minha história,se voçe quiser continuar essa historia mim escolha…por favor… conto mais detalhes ..abraços e aprecio á redaçaõ da gracie mag..

    meu nome é vasconcelos maia,”vasco”tenho 24 anos, sou de manaus ,amazonas..abraços pessoal…

  6. Luizfernandolfromero at 12:35 am

    Meu primeiro contato com o JJ foi quando fui assistir ao VT onde participaram o Ralf, o Renzo e o Marcelo Behring contra o Full Contact se não me engano em 93. Eu fazia Capoeira na época e me achava “imbatível”, forte, jovem….mas quando vi que a luta terminava no chão e que eu não sabia nada de chão fui fazer uma aula para ver com o é que era. Bom, vi que era uma luta excepcional e muito inteligente. Me apaixonei tanto que até abri uma academia. Já são 17 anos praticando. O que mais aprendi foi a manter calma em momentos de tensão para tomar rapidamente a decisão correta.
    Luiz Fernando Romero – SP,SP

  7. Adilson Higa at 4:32 pm

    Tatame é lugar de luta. De luta com o adversário, com o tempo, com os golpes, o cansaço e com os limites. Acontece de um dia a luta mudar de lugar, de um dia ao andar de moto – como fazia há mais de 20 anos – um carro vir e bater. Acontece de um dia acordar de um coma de 28 dias na Santa Casa e com o braço esquerdo amputado.

    Mas a mesma luta que cansa e exige preparo, também reergue. “Eu tive falência múltipla de órgãos, só meu coração e pulmão funcionavam e ainda com sangue na cavidade. Perdi 80% do sangue do corpo, mas fui consciente até o hospital. Depois de 28 dias de coma, a médica me disse que amputaram meu braço. Foram 15 minutos de choque, mas como o pior já tinha passado, eu queria sair logo da Santa Casa. Então coloquei na minha cabeça que quanto mais rápido eu melhorasse, mais eu podia tentar levar a vida normalmente”.

    “Jiu-jitsu não tem paraolimpíadas”

    Adilson Higa, 39 anos, primeiro lugar no campeonato baiano e terceiros lugar no Pan-Americano. “Jiu-jitsu não tem paraolimpíadas”.

    Há pouca diferença entre antes e depois do acidente, Adilson não fala com revolta ou usa o fato para tirar vantagem. Pelo contrário, treina pesado para lutar de igual para igual. Afirma que o esporte é baseado em técnicas de alavanca e torções e que é possível fazer isto com um braço, ate porque o jiu-jitsu é uma luta que acontece a maior parte do tempo no chão, com imobilizações certeiras.

    Falta ainda patrocínio, falta a explosão de um jogo nos “velhos tempos”, mas a situação agora é outra, como se os anos de prática tivessem ganho um espaço para expor a perspicácia de um bom lutador. “Vou treinando tudo pra minha realidade do jiu-jitsu, que é um jogo mais junto, mais técnico e cadenciado”.

    O acidente aconteceu em setembro 2009. Em abril de 2010 Adilson competiu em Campo Grande e levou o vice-campeonato. A recuperação só foi possível pelos pulmões limpos e a vida dedicada ao esporte, que começou cedo, aos 5 anos de idade. A criança agitada que os pais colocaram no judô, se tornou o jovem que se mudou para o Japão e começou a encarar o esporte como vê hoje – oportunidade de superar limites. Fora do país conheceu o jiu-jitsu, voltou para o Brasil como tricampeão japonês, bicampeão do All Japan e 38 lutas de vale-tudo com 36 vitórias.

    Não há motivos para se poupar, hoje Adilson está contando os dias para o campeonato brasileiro de jiu-jitsu no Rio de Janeiro (na segunda semana de maio), e também faz contagem para o término da construção da sede própria da academia, no bairro Maria Aparecida Pedrossian. “Se estou conseguindo resultados bons, vou continuar, enquanto eu tiver prazer, vou continuar”.

  8. David at 1:08 pm

    o jiu-jisu mudou minh vida depois que conheci familha gracie e acompanhando suas lutas gostaria muinto de ganhar uma camiseta

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