Felipe Pena, o dono da faixa-roxa no Mundial

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Felipe e seu espelho, Rominho. Foto: Deb Blyth.

Aos 19 anos, Felipe Pena (Gracie Barra-BH) tornou-se campeão mundial pela primeira vez este ano, em Long Beach. Para matar a sede, pegou logo dois ouros de uma vez, no meio-pesado e no absoluto, na faixa-roxa, semana passada.

No pódio, veio a faixa-marrom, apesar da cara de surpresa de Felipe. Não devia, porque tem sido um ano vitorioso – ele faturou seu peso no Pan, Phoenix Open, Samurai Pro…

No Mundial, na semana passada, Felipe fez seis lutas no peso. Pegou o oponente em cinco. No absoluto, mais quatro lutas, e mais duas finalizações. Felipe teve ainda um adversário repetido no peso e no absoluto, Marcos da Silva. Felipe e Marcos duelaram nas duas finais! Na primeira, Felipe finalizou. Na segunda, no absoluto, foi nos pontos. “Pode não parecer, mas estou exausto”, dizia, para quem olhava para suas feições relaxadas.

Felipe justificou a surpresa pela nova faixa: “Vi alguém perguntar para o Draculino, e ele disse que não, que eu precisava de mais tempo na roxa, por isso fiquei bobo”. Perguntei se o sentimento de ganhar a nova faixa superou o de vencer o Mundial. “Foi bom, mas não tão bom assim. Vencer o absoluto no Mundial é melhor!”, disse ele, sem esquecer de agradecer a todos os seus professores, de Marcelo Uirapuru a Vinicius Draculino.

Felipe não é um lutador qualquer. Tem como ídolo Rominho Barral, para quem é quase um irmão. Seu irmão de verdade, aliás, é outro casca-grossa da pesada: Augusto Vieira, o Tio Chico. Está explicado de onde vem essa conquista?

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