O “heroísmo” que o Jiu-Jitsu talvez pudesse ter evitado

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Montagem feita na internet com Casey, jovem australiano que virou sensação após uma briga estúpida.

Casey Heynes, 15 anos, ganhou 15 minutos de fama com um ato de menos de 15 segundos.

Casey é o garotão rechonchudo que virou celebridade no YouTube ao revidar uma agressão numa escola em Saint Marys North, na Austrália. Com o contra-ataque, tão inesperado quanto violento, virou um símbolo anti-bullying, o mal que infesta os colégios do planeta, e em especial os americanos, segundo a grande mídia dos EUA.

Mas Casey é o “herói” que ninguém gostaria que se multiplicasse. Em especial os entusiastas e professores de Jiu-Jitsu, que cada vez mais defendem que a arte é o melhor remédio para combater o mal da covardia que assola os colégios.

http://www.youtube.com/watch?v=s0z2zsf3Oe8

De fato, o Jiu-Jitsu bem ensinado não oferece apenas os meios para a criança se defender sozinha. Após treinar nas boas academias do ramo, o aluno ganha autoconfiança, amigos e a compreensão de que intimidar e medir forças com coleguinhas é uma grande bobagem.

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There are 15 comments for this article
  1. yean at 7:54 pm

    sou totalmente contra a violencia, mas o muleke procurou, e ele tem q agradecer a Deus do gordinho não praticar nenhuma luta, pq na ira q tava, ele tinha matado o folgado.

  2. Alessandro Capodeferro at 9:04 pm

    Que triste ver um vídeo como este! Se por um lado a gente vibra com a reação do rapaz agredido injustamente, por outro lado é horrível ver que apenas a violência resolve as coisas na nossa vida, desde a escola! Casey também precisa treinar jiu jitsu, porém como já dizia mestre Hélio Gracie, acredito que o pequeno agressor, que fica agredindo indevidamente o rechonchudo Casey é que precisaria aprender jiu jitsu, pois é um frouxo, um inseguro que quer provar a si mesmo que é superior e faz isso agredindo uma pessoa maior que ele. Esse sim seria mudado de forma surpreendente pelo jiu jitsu entendo que agredir e humilhar os outros, maiores ou menores que você, não leva a nada. Se o pequeno (e aparentemente franzino!) agressor soubesse jiu jitsu, a violência desmedida e quase grave que fez Casey reagir não seria necessária. Aí sim, teríamos um mundo melhor, porém infelizmente o mundo todo que assiste ao vídeo vê em Casey um herói por sua violência e agressividade, ignorando o fato de que isso pode apenas gerar mais e mais violência nas crianças e conseqüentemente nos adultos! Jiu Jitsu neles, nos agressores e nos agredidos!

  3. max at 10:06 pm

    ainda vez foi pouco, na boa sofrer como o gordinho sofria cara, num dá mesmo, acho que a escola tem que ter politicas de prevenção, mais como isso dificilmente se controla os mulekes que estão no dia-a-dia sendo humilhados tem quer reagir de alguma forma,e se for na mesma moeda que seja……….

  4. felipe amorim at 10:45 pm

    coleguinhas? aquilo ali é bandidinho abusado, o miserável deu sorte que foi nos estados unidos, se fosse, a bala ia comer pra cima dele…. o gordinho aguentou calado 3 anos, foi pouca reação para muita humilhação.

  5. Vitor at 12:05 am

    Velho sou grande fã da graciemag, mas desta vez ela pisou na bola. Confesso que não entendi o título da matéria. “O “heroísmo” que o Jiu-Jitsu talvez pudesse ter evitado” ??? O jiu-jitsu é em sua essência uma arte de auto-defesa, mestre Hélio que o diga. Uma maneira do fraco enfrentar o forte. E o que a revista, de modo infeliz, sugere é que o jiu-jitsu poderia ter evitado uma retaliação justa e moderada a uma agressão gratuita??? wtf O video mostra inúmeras pessoas que louvaram a atitude do guri e porque deveríamos fazer diferente? Não vivemos em um mundo de compreensão e de respeito ao próximo. Sou totalmente contra a violência gratuita, mas o que o muleke fez foi apenas se defender.

    Sugiro: O heróismo que o jiu-jitsu pode ajudar a construir.

    • Carlos Eduardo Ozório at 12:08 am

      Vitor, com o Jiu-Jitsu o garoto poderia ter sido simplesmente imobilizado. Teria o mesmo efeito, sem tanta contundência. Acho que seria por aí.

    • Marcelo Dunlop at 10:36 am

      Ô Vitor, briga com a gente não, velho. O título da nota só é compreendido lendo a nota: eu não julguei a reação do aluno, e sim defendi que com a popularização do Jiu-Jitsu (quem sabe, ensinado nos próprios colégios), a prática do bullying tenderia a diminuir.

      Com isso, viríamos menos agressores, menos agredidos e menos traumas. E, consequentemente, menos “heróis” como o ex-humilhado Casey.

  6. jeff at 1:49 am

    Concordo com o Vitor !E falar e mais facil do que agir,se soubesse jiu talvez tivesse quebrado o braco do outro !
    E ainda assim estaria na razao,levou um soco na cara,e isso so nesse video ! Vai saber pelo oque ele ja passou.O outro e seus amigos tiveram uma boa licao !

  7. Vinicius Marino at 8:39 am

    Eu também não sou a favor de violência gratuita. Pratico e gosto muito do jiu-jitsu, agradeço por nunca precisar usá-lo. Mas ele não usou de violência contra o garoto imbecil que o agrediu, ele usou o instinto de defesa dele. Depois de 3 anos aguentando calado ser zuado, esculachado e tudo mais por vários garotos da mesma escola. Ele apenas soltou tudo que o oprimia em poucos segundos e o franzino se deu mau nessa.
    Como o próprio mestre Hélio sempre apoio a auto-defesa, sim eu sou a favor do garoto ter feito o que fez. E isso não vai causar influência nos garotos do mundo todo para que reajam, e sim para que quem pratica bullying vai pensar 2 vezes antes de fazê-lo, pois agora eles sabem que suas vítimas tem um “herói” para se basear e podem fazer o mesmo.

  8. josildo at 9:23 am

    Pessoal da gracie mag, infelizmente tenho que concordar com o colega de arte suave, Vítor. Eu já fui vítima desse tipo de ato na escola quando era criança… inúmeras vezes. Só que diferente do garoto do vídeo, eu era o franzino… e ainda sou rsrsrs, e tmbm o mais importante, não demorava tanto pra reagir. Algumas vezes até levava a pior, mas nunca baixava a cabeça e resolvia qualquer tipo de desrespeito de uma maneira ou de outra( leia-se: na conversa … ou na porrada ). Na época eu nem sonhava com jiu-jitsu. Hoje já posso dizer que a grande maioria das confusões que poderia me meter são evitadas apenas pelo fato do possível adversário perceber um ar de autoconfiança em mim. Mas se quiser ir em frente estarei pronto para responder à altura. Então já que o garotão não pratica jiu-jitsu, deve usar os recursos que tem à sua disposição. HHHaaaa… quase esquecia: agora o pequeno meliante deve saber o que significa humildade, pois percebeu que o outro não lhe deu uma lição antes porque não quis.

  9. felipe amorim at 11:20 am

    mais uma vez eu digo que a matéria foi tendenciosa para criticar a atitude do menino, basta ver como foi posta a palavra heroísmo, entre aspas….. é fácil falar de fora, se botem no lugar do agredido, não precisa 3 anos não, as vezes a gente se ira com brincadeira de um dia só, imagine 3 anos, indo pro matadouro, dia após dia…..

  10. Cazzo at 11:59 am

    Concordo com o Vitor.O gordinho tomou soco na cara, foi humilhado e o máximo que fez foi jogar o outro no chão.Se isso não é se defender na medida correta eu não sei o que é.

    • Marcelo Dunlop at 1:04 pm

      Não é que a reação tenha sido um erro. O errado é que isso aconteça entre crianças, em qualquer colégio do mundo.

  11. boipiranha at 3:50 pm

    tem que ver o filme da agressao varias vezes…
    dai vai reparar que o magrelo esta com sua gangue…talvez ate seja um da propria gangue filmando…e na hora que corta o video da pra ver um outro pivete da gangue(esse de porte razoavel)se preparando pra ir atras do balofinho… a gangue sempre tem um talismanzinho, um pivetinho de criacao protegido e que caça encrenca com os outros…
    lamentavel!
    to sentindo que tem gente que ta querendo entrar pra redaçao do site pra ficar fazdo correcoes nos titulos das materias…

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