Como nasce um campeão

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Aryzinho contra Malfacine. Foto: Ivan Trindade.

A primeira vez em que apareceu nas páginas da revista GRACIEMAG foi em 2004, como coadjuvante, ao lado de Ronaldo Jacaré. De lá para cá, Ary Farias colecionou títulos e logo na estreia na faixa-preta, no Europeu 2011, garantiu o ouro, com vitória sobre o tricampeão mundial Bruno Malfacine, numa luta parelha.

“A vitória chegou no detalhe, por 6 a 4, numa verdadeira guerra. Mas o Bruno é um fenômeno e continua sendo o número 1”, fala Aryzinho numa entrevista imperdível, nas páginas da GRACIEMAG #169 , em todas as bancas.

“É irreal pensar que sempre vou ganhar, mas também espero sempre que a derrota não venha. Sei que mais dia, menos dia, um faixa-preta vai me apertar num campeonato. Derrotas tenho todos os dias, nos treinos e na vida. Mas não nasci para perder, tenho espírito e alma de campeão e estou fortalecendo isso”, diz.

Não perca essa e muitas outras reportagens. GRACIEMAG #169 vem repleta de informações e lições essenciais para desenvolver o seu Jiu-Jitsu. Assine a revista aqui.

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There are 9 comments for this article
  1. ju santana at 8:15 am

    acho ele muito , mas muito bom, nao tem como duvidar….

    mas vamos olhar pelo lado da creontagem…..

    pq nao valorizar quem honra sua equipe por anos e nunca creonta….

    qual exemplo verdadeiro do lutador de jj??? aquele que troca de equipe como um jogador de futebol? Jiu -jitsu hj e igual a futebol? O cara troca de equipe e isso é normal , nos fazemos dele uma capa e levamos ele la no ceu pq ele e um creonte??

    Eu nao acho me desculpe e nao acho que um atleta tem que ser valorizado por isso, os valores tem que permanecer na arte marcial, e nao e o caso do Ary, veja bem, como atleta ele e um fenomeno e ninguem pode falar nada , mas nao to falando disso que ninguem interprete errado.

    Temos dezenas de casos de grandes lutadores que nunca creontaram e sao sinistros, vou citar alguns, Xande Ribeiro, Saulo Ribeiro , Roger, Carcara, Kayron, Kron… so pra citar alguns poucos. Esses sim merecem o destaque pois treinam a mais de 15 anos e sequer pensaram em creontar seu mestre e sua equipe……E sao desses ai que o jj precisa como exemplo e como destaque na midia, nao podemos valorizar o errado, nao mesmo.

    Parabens ao Ary , e diversas vezes mundial, brasileiro, pan etc…. Mas luta nao e so isso e a Gracie Mag que me perdoe, mas desse tipo de campeao o jj nao precisa mesmo….Uma vergonha !!

    • Carlos Eduardo Ozório at 12:05 pm

      Santana, destacamos os melhores da arte suave, quem trabalha de forma séria para o desenvolvimento do Jiu-Jitsu e os atletas que brilham nas competições. Quanto a trocar de equipe, isso é uma opção pessoal do Ary e, claro, cada leitor pode ter a sua própria opinião.

  2. marcos cunha at 1:07 pm

    Esse negócio de trocar de academia é fogo, mas é uma coisa mais normal hoje em dia. Por exemplo o malfacine antes da Alliance era de outra equipe, Vella foi para a alliance e depois voltou para a ryan, andeson silva era da chute boxe e hoje é minotauro….. Vamos lembrar de diversos atletas

  3. Wilson Xavier at 1:51 pm

    O pior p/ qualquer coisa é a ignorância! Infelizmente no jiu-jitsu ainda encontramos muitas pessoas assim, se não fosse por esse motivo nosso esporte cresceria e evoluiria em ritmo muito mais acelerado!
    Creontagem tem a ver com traição! Não com troca de equipe e a busca por melhores condições, depende da atitude e da forma de agir do atleta. Se ainda existem lideres no jiu-jitsu com visão turva e de pouca sabedoria, que não se esforçam para oferecer melhorias e vantagens, que lhe seja dado o que é de direito: A liderança da mediocridade, atletas medianos e sem aspiração de mais.
    Parabéns Ary! Sou a favor da busca constante pelo bem e pelo melhor, com honra, dignidade e sabedoria e não apenas por servidão e/ou gratidão cega.
    Acredito que seus exemplos de campeão vão muito além do tatame, mas poucos ainda podem enxergar isso.

    Sucesso sempre.

    Wilson Xavier
    Professor de Brazilian Jiu-Jitsu
    Projeto Social Desporto para Todos
    Assoc.Kihon de Jiu-Jitsu
    São Paulo/SP – Brasil

  4. Marcelo at 2:46 pm

    para/ ju santana , querida acho que você esta super equivocada com as suas palavras em cima do ary farias. jiu-jitsu è uma arte assim como os jogadores de futebol fazem o futebol uma arte. em termos de equipes de mudar ou não mudar è o porque isso não interessa para nos. se o aryzinho mudou de time ele concerteza teve os motivos proprios que nos não sabemos.. os irmão Xande Ribeiro e Saulo Ribeiro se você nao esta informada eles sao amazonense e treinavam com o professor Paulo Coelho la no amazonas e eles mudaram de time porque foram atras das suas melhoras .
    cada um tem a sua historia se você vim aqui para ficar criticando a historias dos atletas você não vai contruir a sua guria

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