Você também pratica o “Casa-Jitsu”?

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Não é de hoje que treinar em casa é uma prática adotada pelos fissurados em Jiu-Jitsu. A academia, para muitos, não basta.

Voltemos aos remotos treinos da arte suave no Brasil. A família Gracie, por exemplo, sempre teve este costume, seja para dar aulas particulares ou, por exemplo, nos tradicionais treinos na casa da família em Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro.

Na introdução do estilo nos EUA também foi assim. Muitas vezes o dojô era montado na própria garagem das casas, numa época em que a modalidade começava a ser difundida.

No Brasil, muitos seguiram da mesma forma. Carlos Liberi, responsável hoje pela estruturada Gracie Barra Campinas, chegou a ter cem alunos no tatame em sua garagem. Já o campeão Caio Terra, hoje radicado nos EUA, quebrou as paredes do apartamento em Copacabana e o transformou numa academia particular, o que foi fundamental na sua evolução.

“Só não tinha tatame nos quartos da minha mãe, meus irmãos, na cozinha e banheiros. Eu não tinha quarto, dormia no dojô! Como ali não era uma academia, recebia faixas-pretas de diferentes escolas. Era um faixa-azul que treinava com pretas o tempo todo. Hoje o dojô é menor, mas ainda está lá e meu irmão o usa bastante”, fala Caio.

O mesmo fez o faixa-preta Gabriel Willcox, atualmente campeão do Internacional de Masters. A fera derrubou as paredes do terceiro andar de sua casa, na Urca (RJ), e montou uma verdadeira academia, com dojô e aparelhos de musculação que recebem seus alunos e praticantes de diversas partes do mundo, que aparecem para visitar.

“Minha casa virou uma academia! Os treinos são fortes e já recebi feras como o campeão do ADCC e ex-UFC Dean Lister”, recorda.

A lutadora de MMA e faixa-preta da CheckMat Ana Maria Índia também não perde tempo. Quando bate a fissura de um treininho, junta as amigas na varanda do apartamento, no Recreio dos Bandeirantes. Já Miltinho Vieira, também lutador de MMA e faixa-preta da BTT, montou o dojô num dos quartos do apartamento em Ipanema. Também não dá para se esquecer de Ricardo Arona, que transformou a casa, em Itacoatiara, num centro de treinamentos, com tatame e ringue ao ar livre.

E o “Casa-Jitsu” não fica restrito aos professores e lutadores profissionais. Muitos praticantes, restritos ao horário das diversas tarefas do cotidiano, às vezes sem tempo de comparecer todos os dias na academia, arrumam espaço para um treininho caseiro. O advogado Bruno Ferreira, por exemplo, esperou os pais viajarem.

“Quando eles voltaram, um dos quartos do apartamento tinha virado dojô! Mas nem teve problema, pois minha mãe passou a usar o espaço nas aulas de alongamento que fazia. Hoje estou casado e me mudei, mas o tatame permanece na casa dos meus pais. Sempre reúno os amigos e treinamos lá”, conta o faixa-preta da Nova Geração.

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Thiago Campos, de Patos, na Paraiba, entrou em contato com o GRACIEMAG.com para mostrar o seu dojô. Praticante de judô, passou a treinar mais no chão depois que fez o seu tatame na garagem de casa, em 2007.  “Devido ao pouco espaço, treinávamos nas regras do Jiu-Jitsu e com o tempo fui deixando de treinar judô. Uma das vantagens de se treinar em casa é o privilégio de estar com os amigos e desfrutar de uma atmosfera completamente sadia em um esporte magnífico e complexo”, diz o lutador, que treina com os amigos ao som de músicas gospel (confira as novas fotos na galeria acima).

Mark Stites, que mora em Dallas, no Texas, também pratica o “Casa-Jitsu”. Mark fez o dojô em casa antes mesmo de comprar a própria cama! Botou os tatames na garagem, pendurou um saco, adicionou mais uma pá de equipamentos e agora, além da academia, treina com os amigos em casa. “Costumamos fazer treinamentos intervalados, de alta intensidade, específicos para o Jiu-Jitsu. Como a academia fica perto, também costumamos nos aquecer aqui”, conta (confira as fotos na galeria acima).

A faixa-preta Rosalind Ferreira, de Minas Gerais, campeã do Europeu, do Brasileiro Sem kimono, do Brasileiro e do Internacional de Masters em 2010, também não deixa de treinar em casa. Seu pai, mestre Adilson, fez um dojô onde ficaria a sala de TV da casa. “Aí virou uma verdadeira academia e, claro, funciona todos os dias, inclusive nos domingos tem gente tocando o interfone às 7 da manhã para treinar (risos)! Também montei um tatame na casa da minha mãe, na área de serviços. Na casa dela, que também é professora, aparece gente às 6 horas da manhã. Tenho que correr para tirar as roupas do varal e a minha cadela, que fica brincando lá!”, conta a lutadora (confira as fotos na galeria acima).

Breno Fernandes Eiras é praticante desde os 15 anos, hoje tem 32 e é faixa-preta formado pelo mestre Luiz Paulo, de Niterói, no Rio de Janeiro. Breno ministra aulas na própria casa, em Rio Bonito, interior do Rio. “Minha equipe se sentiria muito honrada com a publicação da nossa foto no graciemag.com. (confira as fotos na galeria acima)” Tá aí Breno!

Família que pratica Jiu-Jitsu na Suíça, Len, Viola e Duncan Frei treinam na Triangle Academy, filiada à Gracie Barra, e são assinantes da revista GRACIEMAG na Europa. No entanto, a maioria dos treinos acontece num galpão ao lado de casa. Os rolas são com o pessoal do Jiu-Jitsu, mas amigos que praticam judô e MMA também participam. “Treino com a minha esposa, filho, primo e amigos”, conta. Enfim, família que treina unida, permanece unida!

O “Casa-Jitsu” também é praticado por Kron Gracie. Na foto enviada, o faixa-preta, filho de Rickson Gracie, treina com amigos num dojô caseiro na Austrália.

O pessoal de frente da Alliance, em São Paulo, também aproveita para se aperfeiçoar em casa. E olha que são quatro campeões mundiais. “Nós usamos o tatame para fazer posição e tirar aquelas dúvidas antes e depois dos campeonatos! A sala aqui do AP que moramos é um tatame e, por coincidência ou não, nós quatro que moramos juntos fomos campeões mundiais pela IBJJF em 2010. Eu no pesado faixa-preta, Gabriel Goulart no médio faixa-marrom, Mateus Luckmann no pena Azul adulto e Murilo Tavares no pesado azul juvenil”, fala Bernardo Faria.   

Do outro lado do planeta, na terra dos cangurus e do surfe, os leitores do GRACIEMAG.com também matam a sede por treinos em casa. “Essas fotos foram tiradas no que chamamos aqui de Barraco do Jiu-Jitsu, diretamente da Gold Coast, na Austrália! Só para a galera saber que a Gold Coast não tem só surfe não, aqui tem Jiu-Jitsu também!”, comunica o leitor Vicente Cavalcanti.

Claudio Ribeiro é brasileiro, mas vive no Havaí, na ilha Kauai, onde treina com o faixa-preta Bruno Ewald “Longman”. “Mas também treinamos muito aqui em nossas casas. Costumo rolar com o meu filho Rayom no quintal. Achamos bem legal essa matéria do ‘Casa-Jitsu’, pois realmente mostra o hardcore da arte suave! Aloha!”.

Luiz Aguiar, mas conhecido como Murf, é outro que também treina em casa. Graças a isso, a irmã também começou a praticar e ambos tatuaram “Jiu-Jitsu”, tamanha a paixão pelo esporte. “Comecei a treinar em 2001 e foi uma paixão. Fiquei afastado por causa do trabalho, mas sempre coloco o kimono. É um sentimento impossível de ser descrito! A minha irmã descobriu a paixão pelo Jiu-Jitsu também. Ela até conheceu o namorado nos treinos! Sempre buscamos aprender e, com o tatame em casa, não tem horário para isso! Faz um mês que uma prima nossa começou também. A família no Jiu está crescendo!”, conta.

Leandro Abrahão era aluno do Roberto Tozi, em Campinas, e nos finais de semana fazia um rola em casa para apurar as técnicas e interagir com a galera. “Hoje trabalho em São Paulo, sou faixa-marrom do Roberto Godói. Em alguns finais de semana ainda nos encontramos pra fazer um rola na garagem de casa.”

Alexandre Maron também é de São Paulo e treina na Alliance, com Fabio Gurgel. “Aos sábados fazemos um treininho na varanda do meu apartamento com o professor Eduardo Miranda e também com o Antonio Peinado.”

João Vinícius é de Pau dos Ferros, no Rio Grande do Norte. “Sou faixa-azul, aluno de Bruno Ramos, de Natal, professor da Nine Nine aqui. Já treinamos na sala da minha casa, logo após fomos para a casa de um amigo e aluno chamado Clístenes, dando continuidade ao ‘Casa-Jitsu’!”.

Jean Feijó é da filial da Gracie Floripa em Blumenau, no Sul do Brasil. “Também praticamos o ‘Casa-Jitsu’ aqui no tatame montado na casa do Marcelo. A galera é viciada em Jiu-Jitsu e, sempre que possível, nos juntamos pra fazer um treino a mais. O bom de ter tatame em casa é que, quando não tem treino e dá aquela vontade de fazer um rola, a agente aproveita e já vai vendo as posições novas. Inclusive, as da GRACIEMAG!”.

Alunos do Mestre Welton Ribeiro, que e já treinou grandes atletas do cenário atual das artes marciais como Thales Leites, entre outros, também se reúnem para praticar o “Casa-Jitsu”. Na casa do arquiteto Leonardo Cupolillo (Tio Léo), em Niterói (RJ), os rolas acontecem aos sábados e feriados. “O dojô é conhecido pela galera como tatame da Bariri. Os treinos fazem com que possamos tirar dúvidas, além de ser muito divertido”, conta Marcelo Azevedo.

Outro faixa-preta que curte treinar em casa é Rodrigo Antunes, da BTT, e a fera conseguiu reunir um time de primeira. “Vi a matéria na e gostaria de compartilhar a nossa ‘Toca’. Aproveitando que a academia que eu dava aulas queria se desfazer dos tatames, comprei-os. Depois de algum tempo, convidei amigos para um rola, o grupo foi aumentando e hoje quase todo sábado temos entre 10 a 15 amigos de diferentes academias treinando, só faixas-pretas da pesada!”

Praticante da arte suave no Canadá, Nathan Fitzmaurice
Pratica o “Casa-Jitsu” constantemente. “Quando não estou treinando na Gracie Barra Fort McMurray, estou suando na garagem dos sogros do meu irmão!”.

Kylson Mota também não dispensa um treininho caseiro e, enquanto isso, aproveita para integrar a filha no Jiu-Jitsu. “Tenho um tatame na minha casa. Já estou iniciando minha filha kyara nessa que pra mim é uma terapia, algo além de uma arte marcial”, fala.

Felipe Cavalcante é mais um adepto do treino caseiro na Austrália e isso rendeu frutos ao praticante. “Sou faixa-preta da Splinter BJJ. Durante dois anos e meio morando em Perth, na Austrália, consegui um emprego numa área afastada da cidade e a solução foi comprar um tatame e treinar com a galera local. Com o dojô, fiz uma graninha boa dando aulas particulares. Recebi uma proposta para dar aulas no outro lado da Austrália, em Brisbane. Me mudei, mas trouxe comigo o tatame particular. É uma boa maneira de se manter em forma e praticar posições.”

Na falta de espaço, o “Casa-Jitsu” foi a solução dos problemas de Ricardo Puléo. “Sou de Curitiba e me mudei em 2006 para Ponta Porã, interior do Mato Grosso do Sul. Dava aula em uma academia onde tínhamos sempre reclamações devido aos treinos serem numa sala pouco ventilada. Um dos meus alunos tem uma sala grande em casa e foi cedida pelo seu pai para que pudéssemos fazer dela o nosso QG. Compramos raspa de pneu, conseguimos doação de lona e montamos o nosso dojô. Foi assim que começou a nossa “Casa-Jitsu”. Hoje treinamos na casa desse meu aluno, temos um bom tatame, ainda somos poucos, mas os poucos que somos fazem uma família!”

Johnny Gui inovou na Nova Zelândia com o “Fazenda-Jitsu”. “Represento e treino na academia Nine Nine. No inicio de 2003, fui pela primeira vez à Nova Zelândia, especificamente para a cidade de Dunedin, em Sawyers Bay. Fui com o intuito de ensinar um grupo de aproximadamente dez alunos. Ia ficar um mês, acabei passando sete meses. Hoje em dia, mesmo com a equipe estando em uma grande academia, não deixo de treinar onde tudo começou, na garagem de casa, em uma pequena fazenda. Chamamos essa turma de “Fazenda-Jitsu”! Nessa turma temos o campeão da seletiva do Abu Dhabi na faixa-azul leve que irá lutar em breve na terra do xeque, Adam Johnson, além da turma de crianças, filhos de amigos que aprendem a arte suave desde de cedo.”

Já Rafael Marangoni apresentou uma legião adepta do “Casa-Jitsu”. “Sou de Mogi das Cruzes, em são Paulo, professor de uma turma com 120 atletas e também praticamos o ‘Casa Jitsu’”.

Faixa-preta da CheckMat, Anderson Dj Kron fez da área ao lado da piscina o espaço mais especial de sua casa, um tatame com estúdio de treinamento funcional bem completo, espaço este que costuma receber os amigos Leon Amâncio, Caio Callado, Bernardo Tovolaro e Thomas Malocka, entre muitos outros amigos e alunos. Depois do treino, vale aquele mergulho para refrescar!

Lutador que tem na galeria de medalhas nada menos que o título mundial, a fera da Brasa Felipe Costa se mostra um verdadeiro adepto do Jiu-Jitsu caseiro. Além de ter participado dos treinos no famoso apartamento de Caio Terra, em Copacabana, um dos primeiros comentados na série de reportagens, Felipe também tem o seu próprio dojô e não deixa de praticar o “Casa-Jitsu” ao redor do planeta. Nesses treinos caseiros, Felipe até mostra uma raspagem (veja no vídeo abaixo).

O faixa-preta Francis Abramson também se empolgou com a matéria e nos enviou fotos das antigas. Francis costuma fazer treinos caseiros com uma turma da pesada e é adepto disso há bastante tempo. Nos anos 90, já rolava com feras como o falecido mestre Pedro e outros praticantes da família Gama Filho, além do professor Francisco Toco e praticantes de diversas outras academias. Essa diversificação é uma das características mais bacanas do “Casa-Jitsu’.

Diretamente de Portugal, o nosso leitor Sérgio Vita, Telinho, faixa-preta de Léo D’ilha, também treina num dojô caseiro e nos enviou a foto.

O leitor Bernardo também conta sua história: “Aqui em casa somos três irmãos fissurados. Infelizmente só tinha essa foto, sem lutadores, mas ela representa bem a paz que impera em treinar em casa. Sempre recebemos visitas ilustres dos queridos amigos da Gracie Barra BH para treinar. Queimamos um incenso e ligamos o som com músicas clássicas de Mozart na hora do treino!”.

O faixa-marrom Marcley Sousa é de Goiás, lutador da Gracie Barra, e também adora um treininho em casa. “Sou praticante da arte mais perfeita do mundo! Moro em uma cidade no interior chamada Iporá. Sem o apoio de ninguém, montei o meu próprio CT com tatame, parte de treinamento funcional e etc…”, conta Marcley, que vem se dando bem nas competições.

Evaristo Medrano treina em San Antonio, na BTT Texas, academia comandada pelo faixa-preta de Murilo Bustamante Marcelo Salazar. No entanto, quando volta a sua cidade natal, South Padre Island, não deixa os treinos de lado. Com o irmão e amigos, os rolas correm soltos na garagem da mãe. “Fazemos isso nos últimos quatro anos. É uma coisa especial, especialmente no calor do verão no Texas!”.

No Nordeste do Brasil, a arte suave segue com mais adeptos de treinos caseiros.

“Sou praticante do Casa-Jitsu em Fortaleza, Ceará, e treino na Equipe Evolution Fight Team. Montei o espaço para termos a oportunidade de trocar posições e dar um rolinha. E não existe desculpa de não ter quimono, porque sempre tem um disponível! E rola uma boa integração da galera também”, conta Paulo Cesar.

Silas Fabiano, do Rio Grande do Norte, tratou de botar a família para treinar: “Realmente, para quem treina e gosta de Jiu-Jitsu, estender os treinos à casa é algo natural. Depois que descobri a Gracie Barra Natal, me matriculei e não parei mais. Hoje tenho um dojô e consegui trazer meu cunhado para treinar. Também estou iniciando a minha filha. Ela sempre me pergunta: ‘papai, cadê meu kimono, vamos treinar!’”.

De volta aos EUA, tomamos conhecimento da fera João Marcelo “Lit. John”, de apenas 8 anos, campeão Pan-Americano e 19 vezes vencedor do Naga, entre outros títulos importantes. E o moleque ainda pratica wrestling! “Lit. John” treina com o professor Marcelo Ribeiro na Gracie Barra North Austin, no Texas. Mas também complementa os treinos com rolas na garagem de casa!

Agora no Rio de Janeiro: “Minha filhota Kyara (1 ano e 4 meses) já se acostumou com o kimono que ganhou do padrinho Fábio Andrade, Faixa Preta da Nova União Bangu”, conta o também faixa-preta Kylson Mota.

Vale lembrar que é importante a presença de um praticante mais graduado na hora de treinar sem a supervisão do mestre.

Bons treinos a todos em 2011!

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There are 16 comments for this article
  1. Thiago Campos at 10:55 pm

    Amigo Carlos Ozório gostaria de parabenizá-lo pela excelente matéria de uma realidade vivida no nosso Brasil, aproveito a oportunidade e lhe envio fotos antigas do período que comecei treinar em minha casa e fotos da realização de um sonho impossível, que virou realidade e hoje lindas recordações que não existe sonho impossível quando se tem Deus no coração!

    Espero que todos gostem!

  2. Carlos Eduardo Ozório at 12:52 pm

    Thiago, as fotos e um pouco da história do seu dojô já estão publicadas, assim como as de Mark Stites, que também faz o “Casa-Jitsu” em Dallas, nos EUA! Vamos galera, mandem fotos dos seus tatames caseiros!

  3. Domani Souza at 7:58 pm

    Tbm tenho um dojô em casa, na segunda sala do 1º andar, temos 3m x 3m. A chapa esquenta, até meu filho de 7 anos entra…

  4. Batista Sousa at 5:13 pm

    Essa matéria do site GracieMag sobre o Casa-Jitsu é uma oportunidade histórica para os amantes do esporte que milagrosamente treinam em casa, dominando uma arte tão complexa!

    Parabéns aos que tiveram ousadia suficiente para fazer frente ao esporte que impactou o mundo!

  5. elcio assis cardoso junior at 9:36 am

    Nós praticantes e fissurados pelo JIU JITSU, não conseguimos ficar só nos treinos na academia, mesmo porque temos outras responsabilidades, e o casa-JITSU, foi uma das ferramentas para eu e um companheiro meu Luciano Marcos( JABA), chegarmos à faixa-preta, pois utilizavamos estes treinos para “rolar” com pessoas de outras academias, e evoluir, alem de nos possibilitar treinar mais, sem peocupação. Na casa do Jabá, até hoje ainda acontece uns treininhos no meio do expediente onde conseguimos fugir e fazer aquilo que mais gostamos que é treinar JIU JITSU.
    Uma vez que se pega o vírus do JIU nunca mais se cura e o casa-jitsu é uma das formas de saciar esta necessidade que as vezes bate sem avisar.
    abraço a todos que sabem do que estou falando.

  6. Luciano Pereira Padilha at 12:36 pm

    Muito boa essa matéria, alias, otima. Sou aluno do Mestre Omar Salum (clube omar salum de jiu-jitsu)e sou faixa azul já a algum tempo. E por essa razão “tempo”, é que tinha dificuldade de treinar mais rigoroso. Até o dia em que montei um dojô na sala. Tenho 36 anos, passo o dia trabalhando, faço teologia e historia e tenho um trabalho pastorío na igreja. O pouco tempo que tenho sempre estou na academia, e o pouco tempo que me resta estou rolando no dojô em casa. Realmente o jiu-jitsu é o sangue que corre em minhas veias. Muito obrigado pelo incentivo grace. Deus abençoe a todos.

  7. Anthony at 11:45 pm

    OOOSSSSSSSSS a todos,

    Estou a procura de um bom neurocirurgião daqui do RJ para operar minha hérnia de disco lombar. Meu sonho é voltar a treinar.

    Vocês conhecem alguém que operou e ficou 100 % para treinar Jiu-Jitsu?

    Por favor enviem a resposta para adm200176@hotmail.com

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