Beatriz Mesquita e o desafio à parte com Nicolini

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Bia no pódio com Michelle e Fabiana Borges. Foto: Arquivo Pessoal.

Apontada pelo GRACIEMAG.com, no início do ano, como uma das apostas para 2010, Beatriz Mesquita não decepcionou. No Mundial Sem Kimono, na Califórnia, a representante da Gracie Humaitá conquistou mais um título, no peso leve, e por pouco também não faturou o ouro no absoluto, ficando com a prata.

“Fiquei muito feliz, porque é o meu primeiro título mundial na faixa-marrom e preta, ainda não tinha. Além disso, era o meu segundo campeonato sem kimono. O primeiro foi no Brasileiro do ano passado, mas fiz apenas uma luta. Então foi ótimo. Treinei apenas duas semanas em San Diego com a Letícia (Ribeiro) e o Fabrício Morango e, pela experiência sem kimono, acho que foi muito bom. Claro, também queria ter vencido o absoluto, mas estou satisfeita!”, fala ao GRACIEMAG.com.

No peso, Bia fez duas lutas. Primeiro derrotou Claudia Gadelha por uma vantagem, antes da final contra Michelle Nicolini, um desafio a parte para a atleta neste evento.

“Fizemos duas lutas muito duras. Na categoria, fiquei por cima e fiz dois pontos depois que ela saiu para fora com a chave de pé encaixada. Quando voltou para o meio, consegui fechar a guarda e finalizei com um armlock.”

No absoluto, a faixa-marrom fez duas lutas antes do segundo confronto contra Nicolini.

“Novamente a luta estava dura. Tentei puxar para guarda e ela foi no meu pé, que já estava dolorido da outra final. Acabei batendo e até machucou um pouco”, admite.

No Mundial com amigas como Michelle Tavares, Mackenzie Dern e Letícia. Foto: arquivo pessoal.

E os treinos não param. 2011 já começa a todo vapor e Bia tem um sonho a ser realizado na próxima temporada.

“O início de ano já vai ser frenético. Tem a seletiva para Abu Dhabi, em janeiro, e logo em seguida o Europeu. Depois vem o Pan e o Mundial, que é o meu principal foco em 2011. Quero esse título de kimono também.”

Beatriz é de Saquarema, cidade litorânea do Rio de Janeiro, mais conhecida pelas boas ondas para o surfe do que para o Jiu-Jitsu. Mas a casca-grossa representa bem a cidade nos dojôs. Por isso, costuma receber homenagens.

“Treino lá com o Luis Fernando, que é da Gracie Humaitá. Mas vou sempre também na Gracie Tijuca, no Humaitá e, antes dos eventos grandes, para San Diego, com a Letícia”, conta.

“Quando volto, meus pais sempre me preparam uma surpresa ao lado do pessoal que me apóia lá em Saquarema. Geralmente, quando eu chego, tem festa”, encerra.

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