Marquardt afia o chão para não desperdiçar nova chance

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Marquardt na vitória contra Toquinho. Foto: Josh Hedges

Nate Marquardt completou em agosto cinco anos de Ultimate Fighting como um dos principais atletas na categoria de médios do MMA mundial.

Agora, para ele chegou a hora de não desperdiçar mais chances pelo cinturão de Anderson Silva.

O americano de Aurora, Colorado, já teve sua oportunidade contra Anderson, em julho de 2007, no UFC 73, quando acabou derrotado no primeiro assalto.

Depois, galgava os degraus de volta ao topo quando perdeu para Thales Leites, no UFC 85. Venceu mais duas pedreiras e pegou Demian Maia de jeito, com um soco, mas perdeu para Chael Sonnen.

Foto: divulgação

Agora, novamente postulante ao cinturão do UFC, depois da vitória sobre Rousimar Toquinho, no UFC Fight Night 22 em setembro, Marquardt (30v, 9d, 2e) volta a mirar no campeão Anderson.

“Gostaria de lutar pelo cinturão de novo, é o meu sonho. Não foi dessa vez, então não estou chorando por isso. Lógico que quero isso, mas, se não aconteceu, estou preparado para fazer mais uma luta e depois tentar o título novamente”, comenta ao GRACIEMAG.com.

Se não é o próximo adversário pelo título, Nate aproveita para observar bem o combate entre Anderson e Vitor Belfort, que acontece no dia 5 de fevereiro, em Las Vegas.

“Vai ser uma grande luta Anderson contra Belfort. Vou ficar de olho e pronto para enfrentar o vencedor, se for o caso.”

Enquanto isso, o lutador segue afiando o chão, uma das suas grandes qualidades, com o faixa-preta Amal Easton, que prepara feras como Shane Carwin e Brendan Schaub. Nate se mostra um grande admirador da arte suave.

“Treinava muito de kimono, principalmente quando dava aulas. Agora treino menos, mas gosto muito e me divirto quando uso o kimono”, diz.

No último confronto, o Jiu-Jitsu foi uma das prioridades para enfrentar Rousimar Palhares, o Toquinho. Valeu a pena. Nate conseguiu se desvencilhar da perigosa chave de calcanhar do brasileiro e venceu por nocaute.

“O Toquinho é um grande lutador, mas também sou faixa-preta e luto e treino com caras de alto nível no Jiu-Jitsu. Tenho bastante experiência, treino com uma galera muito boa e me sinto preparado para enfrentar os grandes faixas-pretas.”

Amante da luta de chão, Nate reverencia e agradece à família que mais representa o Jiu-Jitsu.

“Os Gracie são os pais do MMA. Se não fosse por eles, o esporte não estaria como está hoje. Não seria a mesma coisa. Eles que realmente criaram isso e têm grande parte na importância que esse esporte alcançou”, encerra.

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