Nunes comenta luta na altitude e já estuda próximo adversário

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Diego Nunes na luta contra Tyler Toner. Foto: Josh Hedges

Com 15 vitórias e apenas uma derrota, Diego Nunes chegou à quarta vitória em cinco lutas no WEC. O triunfo contra Tyler Toner, nesta quinta-feira, no Colorado, foi por decisão unânime. Agora o lutador já está de olho no próximo desafio, provavelmente contra Mark Hominick, que esteve em ação no mesmo evento e venceu bem Leonard Garcia.

Confira a conversa com o GRACIEMAG.com:

O que achou da luta contra o Tyler Toner?

Tentei dar o melhor de mim e fiz tudo o que foi trabalhado pela equipe. Tínhamos em mente exatamente o que aconteceu. Vínhamos nos planejando, até porque o Toner é campeão mundial de chute boxe. Ele tem a mão muito dura, mas levamos bem em cima e por baixo. Acho que venci bem disparado, apesar de alguns juízes terem dado um dos rounds para ele.

Como segue o futuro no WEC depois dessa vitória?

Ontem mesmo já conversaram com o Joinha (Jorge Guimarães, empresário) e disseram que gostariam de me ver contra o Mark Hominick. Conheço um pouco dele e já chego no Brasil para estudá-lo mais. É um bom striker, com ótimo boxe. Ele se movimenta muito bem, tanto que o Leonard Garcia não conseguiu encontrá-lo no cage. Acho que é uma boa luta para melhorar ainda mais a minha situação no evento, já que ele vem de duas boas vitórias e está com o nome bem forte.

Diego Nunes. Foto: Josh Hedges

Para essa luta, você passou a treinar na Nova União. O que mudou?

Mudou tudo. Foi como se eu tivesse mergulhado em novas águas e saído renovado, purificado. Tudo o que aprendo lá ainda não havia treinado. É uma metodologia diferente de treino e, graças a Deus, me encaixei muito bem. Tenho que aprender muito ainda com a galera e é um prazer.

Como foi lutar na altitude do Colorado?

Fizemos o planejamento com o Dedé (André Pederneiras) e o Pedro “Cubano”, nosso treinador de wrestling. Eles fizeram a conta certinha de quanto tempo antes deveríamos chegar e nos acostumar. O ar é realmente mais seco e pesado, o pulmão sente mesmo. Nos primeiros treinos, cansávamos bastante. Mas ficamos mais de dez dias correndo e treinando e fez a diferença. É só comparar com outros lutadores na mesma noite. Muitos morreram no primeiro round e eu e o José Aldo lutamos muito bem. Consegui explodir bastante e me senti bem.

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