Danillo: amadurecimento, bocejos e o “esporro” do pai após a vitória sobre Villasenor

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Faixa-preta de Jiu-Jitsu e judô da American Top Team, Danillo “Índio” Villefort, de 27 anos, teve sua exibição mais madura no último dia 11 de setembro. 

O brasiliense radicado na Flórida, que tem passagens pelo UFC (uma derrota por interrupção médica), WEC, Jungle Fight e AFC, venceu com autoridade a parada dura Joey Villasenor (27v, 8d), por decisão unânime dos jurados, no evento Shark Fights 13, no Texas e chegou a sua 12a vitória, com três derrotas.

Ele conversou com o GRACIEMAG.com sobre os bastidores do SF 13, falou sobre o amadurecimento e explicou o que deixou seu paizão, o mestre Francisco Índio, revoltado mesmo após a vitória.

Danillo Villefort em foto de Josh Hedges, nos tempos de WEC.

Villasenor vinha de uma disputa de cinturão com Ronaldo Jacaré, no Strikeforce. O que essa vitória pode significar para sua carreira no MMA?

Há muito tempo eu venho tentando lutar contra um cara de nome, e essa chance pintou na hora certa. Graças ao meu time, eu estava mais pronto do que nunca para ir lá e fazer acontecer. Nunca fugi de desafio, e não seria essa que eu deixaria passar, nem dar um passo atrás. A sorte acompanha os audazes. Depois dessa vitória algumas portas já se abriram para mim, e o meu manager Alex Davis está resolvendo isso. Já já vocês terão boas notícias.

Você controlou bem a luta por cima e por baixo. O que acha que fez de diferente?

Olha, pela primeira vez tive meu irmão Marcão e Jorge Santiago no meu córner, isso foi excelente! No vestiário, porém, algo bizarro aconteceu. Bicho, eu simplesmente não conseguia aquecer antes da luta. Isso me deixou meio bolado, eu não parava de bocejar. Tava cheio de sono, acho que foi a adrenalina. Mas aí o [Marcos] Parrumpinha, o Jorginho e meu irmão me acordaram, e eu entrei bem disposto.

E seu pai, o que comentou da luta?

O coroa gostou muito da atuação, só ficou puto no terceiro round, quando tomei a queda. Ele reclamou pra caramba pro Gesias [Cavalcante] e pro pessoal que estava com ele (risos). Mas viu que eu estava na boa ali por baixo, e se tranquilizou.

Seu pai trabalhou por 40 anos na chefia da segurança do Senado, protegendo figuras como José Sarney. Como ele está vendo essa eleição presidencial no Brasil, agora no próximo dia 3?

Acho que ele sabe de muita coisa que a gente não tem nem ideia né, afinal foram 40 anos trabalhando com isso. Tomara que o povo brasileiro acerte no voto, porque dá pena ver um país tão lindo e cheio de riquezas com tão pouca estrutura. Se nossos atletas tivessem CTs como a gente vê aqui nos EUA, a gente teria resultados muito melhores em todos os esportes.

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