Royler e o valor da arte suave no MMA

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Royler numa demonstração com o irmão Rickson. Foto: Susumu Nagao

Desde a infância, Royler Gracie é acostumado com os desafios e lutas em que seus parentes  e ele mesmo defendiam a eficiência do Jiu-Jitsu. O chamado vale-tudo evoluiu e hoje é mais conhecido como MMA, um esporte que cresce em número de fãs por todo o planeta.

A partir de 1993, o Jiu-Jitsu ganhou reconhecimento mundial com Royce Gracie, através do UFC, e outros diversos representantes que fizeram fama nos ringues. Nesta primeira fase, cada lutador defendia a sua modalidade. 

Hoje em dia, a maioria esmagadora dos lutadores treina diversos tipos de técnica. Atento a tudo, como às vitórias com finalização de Brock Lesnar e Fabrício Werdum sobre Shane Carwin e Fedor Emelianenko, respectivamente, Royler tem o olhar de quem vivenciou toda a evolução do esporte. A lição: muita coisa mudou, mas o Jiu-Jitsu ainda é fundamental.   

Royce provando o que Royler diz no Pride. Foto Susumu Nagao

“Sou um fã incondicional do Jiu-Jitsu. Houve uma revolução no vale-tudo e na luta, graças ao Jiu-Jitsu. O cara que não sabe chão não vai ter como se salvar. Lutar um vale-tudo sem saber chão é impossível. Mesmo que o cara não queira, tem que aprender chão”, comenta. 

“Há muitos anos viemos provando isso e cada vez fica mais nítido. Os grandes lutadores, inclusive os campeões das categorias, são faixa-preta de Jiu-Jitsu. Mesmo quando são strikers ou do wrestling. Temos aí o Anderson Silva, o Wanderlei, o Demian Maia, o Georges St. Pierre e até o Brock Lesnar agora está aprendendo bem, entre tantos outros”, diz Royler, que chama a atenção para o poder da finalização. 

“Veja o caso do Brock. No wrestling não existe finalização, nem no karatê ou kickboxing. Todos têm que treinar chão. É o caminho de o cara se profissionalizar e melhorar a condição como atleta de MMA”, finaliza.

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