Um pouco mais de Brock Lesnar

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Brock Lesnar em foto de Josh Hedges

Ele cresceu numa fazenda em Dakota do Sul e prefere a vida no campo. Um cara que não troca família pela badalação e, quando não está treinando, adora uma cerveja com os amigos. Mas quando está no octagon, se transforma. Como uma locomotiva, parte para cima dos oponentes no intuito de exterminá-los. Este é Brock Lesnar, o atual campeão peso pesado do UFC. Numa entrevista a Nalty Jr., Brock conversou com a revista NOCAUTE recentemente. Confira parte desse bate-papo aqui no GRACIEMAG.com: 

Randy Couture disse após ser derrotado por você que se iniciava uma nova era no MMA, a de atletas capazes de unir força, velocidade e técnica. Concorda com isso? 

Sim, mas não há muitos caras por aí que se encaixam nessa descrição. 

O que mais te impressiona nos treinos de Jiu-Jitsu? 

O Jiu-Jitsu é importante no jogo de qualquer lutador. Não importa o quão bom você é em outras disciplinas, se não conhece o Jiu-Jitsu. Cedo ou tarde, você será pego. Mas nada, realmente, chegou a me surpreender. Uma coisa difícil é que, como sou um wrestler, os instintos dizem certas coisas. E, quando começamos a aprender Jiu-Jitsu, percebemos que o que funciona no wrestling pode acabar nos colocando em dificuldade. 

Brock treina com Comprido. Foto: divulgação

Então o trabalho com o Rodrigo Comprido está aprovado? 

O Comprido me dá uma ajuda imensa. É ótimo tê-lo por perto, ele me desafia. Por causa dele e do Erik Paulso estou conseguindo adaptar meu wrestling à defesas contra finalizações.  

Quero ser o maior campeão de todos os tempos” Brock Lesnar

Qual é o seu objetivo no MMA? 

Minha meta é manter o título de pesados do UFC pelo máximo de tempo possível. Quero derrotar quem o UFC colocar na minha frente. Não ligo para rankings, esse tipo de coisa. Isso é perda de tempo. Quero ser o maior campeão de pesos pesados de todos os tempos.     

Você lutou no pro-wrestling (telequete). Se incomoda quando as pessoas diminuem essa modalidade como esporte? 

Não, porque não é um esporte. É entretenimento. Mas isso não quer dizer que os que estão ali não sejam atletas. Eles trabalham tão duro quanto atletas profissionais, sem descanso. É um trabalho muito duro. 

Lesnar e o katagatami na última vitória, contra Shane Carwin. Foto: Josh Hedges

O que você acha do Fedor Emelianenko? 

Quem é Fedor? 

Fale de você fora do octagon? 

Não há nada no mundo mais valioso que a família. Sou um cara bem normal. Passo muito tempo com os meus familiares, trabalho na minha terra e adoro tomar uma cerveja com os amigos, mas só quando não estou treinando.

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There are 3 comments for this article
  1. JOSUÉ PISTILLI at 10:10 am

    A luta do Brock não me convenceu…parece combinada…o cara deu a queda para o Brock Lesnar e facilitou o estrangulamento!!! Não me convenceu!!!!!

  2. Botelho Pinto at 9:06 pm

    O que esse cara falou faz muito sentido.

    Desde o começo eu suspeitei que o nocauteador invicto Carwin estava ansioso para perder logo a luta e enfeitar o seu cartel.

    Está na cara que estes atletas invictos tem todo interesse em abandonar a invencibilidade, e a estratégia do UFC é fazer o maior número possível de marmeladas e lutas combinadas, para manter a credibilidade e permanecer no topo como o evento de lutas mais respeitado.

    E, além da facilitação de Carwin, é bom observar que a posição da lua naquela noite foi de fundamental importância para o desfecho da luta.

    Mas parece que ninguém percebeu…

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