Jiu-Jitsu é uma das armas de Babalu nesta quarta

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Babalu em foto de Esther Lin

Renato Babalu enfrenta Robbie Lawler nesta quarta-feira (16 de junho), no Strikeforce, em Los Angeles. Para o compromisso contra o trocador Lawler, que conta com 14 nocautes na carreira, o chão está afiado. Por isso, Babalu agradece ao mestre Carlos Gracie:

“Ele me permitiu treinar em locais diferentes e me viu crescer e ter sucesso. O Jiu-Jitsu mudou a minha vida, me faz confiante. Devido a ele, com o mestre Carlos, Márcio Feitosa e os meus alunos, sei que posso terminar uma luta a qualquer momento. É a maior arte marcial”, diz.

Entretanto, Babalu sabe que no MMA não basta apenas saber os caminhos pelo chão. É preciso estar preparado em todos os campos. Vale lembrar que, quando mais jovem, o lutador foi campeão de kickboxing, no Brasil. O primeiro nocaute foi com 13 anos de idade.  

“Na época, meio que me assustou. Não sabia que eu era capaz de fazer aquilo, naquela idade. Mas isso sempre foi a minha vida. Passei toda a minha vida numa academia.”

Meu olho de tigre está de volta” Renato Babalu

Na última apresentação, quando defendeu o título de meio-pesados do Strikeforce, Babalu acabou derrotado por Gegard Mousasi. Agora, se sente pronto para brilhar novamente.  

“Não há uma segunda chance no ringue. Merecia perder a minha última luta, porque estava cansado e desmotivado. Às vezes é bom perder. Meu olho de tigre está de volta. Estou pronto para lutar.

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