Do presídio ao cage do Strikeforce

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Beerbohm x Rafaello Oliveira. Foto: Esther Lin

Lyle Beerbohm, que vai enfrentar o faixa-preta de Jiu-Jitsu Vitor Shaolin no dia 15 de maio, pelo Strikeforce, tem uma história diferente. Ex-viciado em drogas, o início no MMA aconteceu no dia que saiu da penitenciária, em Washington.

Assim que saiu do cárcere, Beerbohm entrou numa academia de Jiu-Jitsu e, oito dias depois, fez sua primeira luta amadora. Já são 13 vitórias no MMA, com sete nocautes e cinco finalizações. A estreia no Strikeforce foi em junho de 2009. Com as artes marciais, Beerbohm encontrou a disciplina e determinação que faltavam na sua vida.  

“Se não tivesse ido à prisão, talvez não estivesse vivo hoje. Não estaria limpo e reabilitado, fora das drogas. Troquei a metanfetamina pelo MMA”, diz Beerbohm.  

“Depois de assistir MMA na TV, eu sabia que no fundo era isso o que ia fazer”, completa.  

Beerbohm, que foi um bom lutador de wrestling no colégio, terá pela frente Vitor Shaolin, um dos maiores campeões do Jiu-Jitsu competitivo, que conta com 20 vitórias e três derrotas no vale-tudo. Nada que tire a sua confiança.

“Esse é o meu objetivo. Eu quero ser o campeão, quero uma luta de cinco rounds”, finaliza.

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