World Pro: absoluto paga 20 mil dólares e atiça até os magrinhos

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Levinho, Rafa quer testar a 50-50 entre os pesadões. Foto: Carlos Ozório

No saguão do Officers Club & Hotel, alguns dos favoritos ao título do World Pro Jiu-Jitsu Cup, que começa nesta quinta-feira em Abu Dhabi, se encontram e se confraternizam.

O assunto é o prêmio para o absoluto da preta, que subiu 8 mil dólares: vai pagar 20 mil ao grande campeão. “Que isso, sô. Se eu ganhar prometo um churrasco lá em Los Angeles depois do Mundial”, convida Rômulo Barral.

O papo e as risadas não param. Bráulio Estima conversa com Rômulo Barral e Alexandre Souza sobre os resultados do Pan, em especial o título dos médios de Kayron Gracie.

“Eu apostei nele, o bicho tava duro demais nos treinos”, comenta Rominho, dizendo que a experiência de dar uns toques técnicos e psicológicos no Gracie e também em Otávio Sousa, além do faixa-marrom Lucas Rocha, lhe apontou seu futuro: treinar a nova geração da Gracie Barra. “Gostei de preparar a molecada pro campeonato. Estou ficando velho, começando a me machucar demais nos treinos e daqui a pouco vou parar de competir. Só vou lutar enquanto tiver podendo treinar duro como faço sempre”, diz o mineiro, que costuma fazer 15 rolas por dia antes das competições.

De calça jeans e pólo, Celso Venícius despede-se e vai para o quarto.

É onde já estavam Rafael Mendes, o irmão Gui e Claudio Calasans, bronze no absoluto no Mundial 2009. “Quanto? Vinte mil? Ih, até eu vou entrar”, diz o pena Guilherme, a sério. “Será que a 50-50 funciona no absoluto?”, pergunto.

“Mas claro! É ela mesmo que vai ser a salvação! Vou entrar nessa também”, dispara Rafael Mendes, 66kg.

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