Rio: Jiu-Jitsu no comando de paz nas favelas

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Foi-se o tempo em que os praticantes de Jiu-Jitsu no Brasil agoniavam-se pelos cantos, a lamentar que a arte marcial que virou arma importante do exército e polícia nos EUA era ignorada pelas forças de combate no Brasil.

Sim, pois deu no jornal “O Globo”: depois do Bope do Rio e de diversas unidades táticas pelo país, o Jiu-Jitsu chegou aos comandantes. E a primeira autoridade a bater no peito e falar do Jiu-Jitsu como disciplina importante na corporação é uma capitã de apenas 48kg e 1,61m.

Rosana Alves dos Santos, 30 anos, comanda a nova Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de Copacabana, que vai se instalar na Ladeira dos Tabajaras e no Morro dos Cabritos. Por trás de uma aparência doce e até frágil, surge uma policial com pós-graduação em segurança e cidadania, fluente em inglês e espanhol, e com cursos de defesa pessoal e proteção de autoridade. E que treina Jiu-Jitsu.

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