18.09.2007 100 coisas que você deve fazer até chegar à faixa-preta - 77 - 100Tendo como base as experiências de lutadores consagrados, GRACIE Magazine traz um plano de metas dos mais ousados para o amante incondicional do Jiu-Jitsu 77 » Ter o Jiu-Jitsu como estilo de vida e aproveitá-lo ao máximo. Para isso, deve-se entender que a arte não se resume a uma modalidade esportiva.
78 » Descobrir o que é persistência na própria pele – afinal, é quase certo que você vai ficar um tempo parado por conta de uma lesão. Mesmo Âassim, não esmoreça.
79 » Saber que a GRACIE Magazine é a melhor revista sobre Jiu-Jitsu no mundo, e sempre pedir para o jornaleiro amigo separar seu exemplar.
80 » Não se espantar com expressões curiosas como “nó de porco”, “creonte”, “calçar a bota”, “amassa-pão”...
81 » Soltar volta e meia um “bicho” no final da Âfrase, e saber que isso nunca saiu de moda.
82 » Descobrir o que te motiva antes de um Âtreino e o que serve como alívio após um dia ruim na Âacademia – seja uma música, uma leitura ou algum Âpensamento positivo.
83 » Desenvolver um estilo próprio como lutador.
84 » Desenvolver um estilo próprio como professor.
85 » Entender que cada “façanha” ou briga na rua não acrescenta nada a um praticante, e sim representa um passo atrás na sua busca pelo reconhecimento no Jiu-Jitsu. Como afirma Saulo, “Eu nunca daria uma faixa-preta a uma pessoa sem escrúpulos, ou melhor, essa pessoa nem treinaria comigo porque não seria capaz de abrir minha alma para ensiná-lo.”
86 » Encontrar um meio de tirar prazer das grandes e pequenas coisas no Jiu-Jitsu, desde o aquecimento até os dias ruins na academia e as derrotas.
87 » Aprender noções de primeiros socorros.
88 » Aprender a lidar com o medo, a insegurança e a ansiedade que todos temos, uns mais, outros menos. Por isso a competição é um dos melhores ambientes para se autoconhecer, não só como atleta.
89 » Entender sua responsabilidade como atleta graduado. “Se o cara pretende ser professor a responsabilidade é ainda maior, já que deve ser o exemplo para os que serão seu espelho. O Jiu-Jitsu não tem apenas a função de criar bons lutadores, mas homens capazes, dignos e honrados de levar a bandeira do Jiu-Jitsu adiante. Essa é a maior responsabilidade do faixa-preta”, ensina Robert Drysdale, professor da Brasa.
90 » Refletir sobre os erros.
91 » Depois de crescer com os erros, tirá-lo dos ombros.
92 » Enxergar a faixa-preta como um começo, não como o fim do caminho. “Aprimorei muito meu jogo depois que cheguei na preta”, lembra o astro da Alliance Marcelinho Garcia.
93 » Pelo menos a partir da faixa-marrom, competir sem kimono. O grappling tende a se desenvolver como modalidade, e você não vai querer ficar fora.
94 » Inovar nos exercícios. Não passe o resto da vida fazendo polichinelos.
95 » Enxergar o mais rápido possível que a academia não é lugar de competir, e sim de treinar e tentar posições. “Só batendo e exercitando suas deficiências você vai se tornar um lutador completo. Esse negócio de ‘ganhar treino’ é bobagem e limita o jogo e o aprendizado”, lembra Saulo.
96 » Experimentar técnicas de respiração, ginástica natural e yoga, para auxiliar seu desempenho como atleta. Apesar de vistas com desconfiança antigamente, hoje tais recursos estão largamente consagrados por grandes lutadores. Rickson, por exemplo.
97 » Preparar seu discurso antes da cerimônia de recebimento da faixa.
98 » Criar a sua própria lista com 50, cem ou 200 metas que você VAI cumprir até a faixa-preta.
99 » Aplicar a principal lei do Jiu-Jitsu à própria vida: enfrentar os desafios da maneira mais simples possível, pois certamente este será o modo mais eficiente.
100 » Largar a revista e ir treinar.
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