18.09.2007 100 coisas que você deve fazer até chegar à faixa-preta - 51 - 76Tendo como base as experiências de lutadores consagrados, GRACIE Magazine traz um plano de metas dos mais ousados para o amante incondicional do Jiu-Jitsu 51 » Equiparar seu jogo por baixo ao seu modo de lutar por cima – ou pelo menos chegar bem perto disso.
52 » Medir forças com atletas de outras modalidades, como wrestlers em torneios de submission, amigos judocas e por aí vai.
53 » Conversar muito com os mais graduados e velhos mestres.
54 » Raspar o cabelo, nem que seja uma só vez. 55 » Registrar em fotos o auge de sua forma física. Além de servir como acompanhamento, isso vai motivar a não deixar o shape cair, mesmo com o passar dos anos – e das faixas. E você ainda terá uma bela fotografia para um dia tirar onda com os filhos e netos...
56 » Fazer uma viagem inesquecível para lutar ou treinar Jiu-Jitsu com a equipe.
57 » Representar bem e divulgar a bandeira do nosso Jiu-Jitsu no exterior.
58 » Uma vez em San Diego, na Califa, dar um pulinho na Universidade do Jiu-Jitsu. O telefone: (419) 283-7310.
59 » Acostumar-se ao desconforto. Afinal, como dizia Wallid Ismail, “é tempo ruim o tempo todo”.
60 » Se dar mal com as mulheres por causa da sua orelha.
61 » Se dar bem com as mulheres por causa da sua orelha.
62 » Ter tido no mínimo 17 kimonos até pegar a preta. Se não, você não gastou pano o bastante...
63 » Doar seus kimonos velhos para projetos sociais e alunos carentes.
64 » Entender a dinâmica do seu corpo, afinal cada biótipo se adapta de um jeito diferente ao Jiu-Jitsu. O seu jogo deve estar em sintonia com o tipo de corpo que você tem.
65 » Respeitar os faixas-brancas. E azuis, roxas...
66 » Desenvolver sua flexibilidade mental – em qualquer campeonato no mundo, é comum você competir mais tarde ou mais cedo do que o esperado, mudar de área de luta pouco antes do combate... “Nesses casos, relaxe e aceite. A ausência de um pensamento rígido permite que você tire o melhor de cada experiência e evolua”, ensina nosso colunista Martin Rooney.
67 » Absorver qualquer nova técnica que lhe é ensinada, mesmo que não se torne sua especialidade. Certamente pode ser a de algum oponente...
68 » Pelo menos uma vez na vida, decidir competir em algum torneio em cima da hora. Lembre que não existe uma fase “perfeita” para lutar, vá e lute – e quem sabe será a hora perfeita.
69 » Bater, bater e bater, várias vezes. E, quem sabe, até dormir num golpe. Faz parte, tudo é aprendizado até a condecoração máxima.
70 » Fazer uma luta (ou vá lá, no mínimo um treino) sem tempo ou pontos, até pegar.
71 » No caso de ter a chance e amigos em outras academias, visitar novos ambientes. “Gostaria de ter ido treinar mais como outros atletas, para testar o meu Jiu-Jitsu sem a pressão dos campeonatos. Sinto falta por não ter treinado com o Amaury, Libório, Roleta, Cachorrão e Pé de Pano”, revela o hexacampeão mundial Saulo Ribeiro.
72 » Ser o herói de alguém – nem que seja do seu irmão mais novo.
73 » Explicar mais de uma vez, a diversos amigos, a filosofia do Jiu-Jitsu, e não perder a paciência quando ouvir, “Mas lutador não é tudo meio burro, não?”
74 » Ser convidado para ajudar na segurança daquela festa de amigos. Nem que seja para recusar elegantemente, apesar de sentir-se orgulhoso por dentro.
75 » Ter um Gracie favorito.
76 » Dar uma moral, do jeito que você puder, a algum projeto social tocado por um faixa-preta parceiro seu.
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