Será o “creonte” um traidor no Jiu-Jitsu? Fabio Gurgel explica

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Pan 2013: Fábio Gurgel fala com GracieMag

Gurgel revê o debate sobre mudança de academia e traição no Jiu-Jitsu. Foto: Arquivos GRACIEMAG

Considerado um dos temas mais polêmicos do Jiu-Jitsu, a troca de equipes durante a carreira de um lutador ganhou até termo específico. O famoso “creonte”, apelido dado por Carlson Gracie para o tal, divide opiniões nas mais diferentes esferas da arte suave.

Para ir mais fundo no assunto, o professor Fabio Gurgel, líder da Alliance, gravou um vídeo no qual discorre sobre o tema. O professor fala sobre o vínculo do aluno com as equipes e as motivações do mesmo para mudar, que são, por vezes, mais responsabilidade do professor do que do aluno.

Confira as ideias e reflexões de Gurgel no vídeo abaixo e responda nos comentários: Seria o “creonte” de fato um traidor no Jiu-Jitsu?

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There are 6 comments for this article
  1. Durval at 1:47 pm

    Concordo plenamente com o Fabio Gurgel.
    Se você pegou faixas foi porque você mereceu, então ninguém tem que apontar dedo e julgar os outros.

  2. Eduardo Serafim at 2:01 pm

    Sensei excelente comentário e ótimas percepções sobre um tema ainda hoje recorrente no na comunidade do Jiu Jistu . Da um ótimo expemplo de maturidade e discernimento para as novas gerações. Por tabela , quebra paradigmas da ” old school ” da qual faço parte . Coragem no comentário, típico de todo grande lutador Oss

  3. Adilson at 6:15 pm

    Parabéns prof. Fábio Gurgel pela iniciativa sobre esse assunto,pois o Jiu Jitsu precisa de pessoas assim para que seja quebrado alguns tabus que atrapalha o crescimento do Jiu Jitsu Brasileiro. Estamos vivendo em outra época e também precisamos mudar nossas maneira de pensar, senão ficaremos para traz!!

  4. Murilo at 9:03 am

    Excelente comentário. O aluno é um ser humano, ele tem família para sustentar, tem o trabalho dele, tem problemas em casa e as vezes trabalha viajando. Julgar é sempre mais fácil que tentar entender e que confiar. E muita das vezes tem o fator psicológico, a autoestima. O Jiu jitsu perde muito com isso, uma arte que deveria incluir, exclui com este tipo de adjetivo.

  5. Léo at 2:54 pm

    A Alliance está transformando o Jiu Jitsu para melhor. Já fui Alliance, sai para companhar a saída do meu professor, hoje voltei, podendo observar o lado de dentro e o de fora.

  6. Humberto A Barbosa Júnior at 4:00 pm

    Professor Fábio fez uma boa colocação sobre esse assunto “Creonte”, concordo em parte com ele, só que eu acho que o Jiu-Jitsu evoluiu e nós todos devemos evoluir juntos com essa mudança, parar de dar bolsa pra aluno so porque ele é bom e trás medalhas pra Equipe, devemos sim tratá-lo com um cliente e que ta pagando suas aulas para adquirir conhecimento, e quando ele não quiser mas ficar na academia ele tem o total direito de mudar de Equipe porque pagou por isso, e a vida segue porque o BJJ é uma grande família …oss

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