Jiu-Jitsu: IBJJF Pro League tem Mahamed Aly como novo integrante

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Mahamed Ali é o sexto indicado para a disputa. Foto: Reprodução

Depois de anunciarem as presenças de Roger Gracie, Marcus Buchecha, André Galvão, Leandro Lo e João Gabriel Rocha, a IBJJF traz mais um nome de peso para o seu GP de pesos pesados, o IBJJF Pro League, que acontece no dia 26 de agosto, em Las Vegas.

Mahamed Aly, super pesado da equipe Lloyd Irvin é a mais nova adição para o torneio, que pagará ao vencedor a bolada de 40 mil dólares, e 10 mil dólares para o vice-campeão.

Mahamed entra na disputa pelo segundo ano consecutivo. No primeiro GP, a fera acabou parada na semifinal, em duelo contra Léo Nogueira, terminado em 4 a 2 nos pontos. O faixa-preta comentou o chamado para a disputa:

“Tô muito empolgado para este GP. Na verdade, no ano passado o convite não era pra mim. Convidaram o Tim Spriggs, ele não pode ir e eu acabei por entrar como reserva. Tive um ótimo resultado. Perdi naquela luta polêmica na semifinal mas sai de cabeça erguida.
Esse ano o convite foi pra mim mesmo e espero fazer melhor ainda do que fiz no ano passado. É uma honra estar em um GP onde só entra a nata do esporte.”

Agora, faltam apenas dois nomes a serem confirmados para o eletrizante GP com os melhores pesados do mundo do Jiu-Jitsu. Quais os atletas devem completar a disputa, amigo leitor? Comente conosco!

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There are 2 comments for this article
  1. Sandra at 1:43 pm

    O IBJJF Pro League FEMININO não tem uma edição, não é ?

    A Tayane Porfírio, a Gabi Garcia, a Dominyka Obelenyte, a Venla Luukkonen, a Joaquina Bonfim, a Alison Tremblay poderiam lutar entre si. Todas contra todas.

    A Bia Mesquita, a Makenzie Dern, a Bianca Basílio, a Cláudia Onofre, a Vanessa English, a Andresa Corrêa também. Todas contra todas num formato que visasse DIVULGAR, VALORIZAR o público feminino do Jiu-jitsu.

    OU então um outro formato com as melhores colocadas no RANKING do ano anterior.
    Assim as melhores acima de 75 kg e abaixo de 75 kg lutariam entre si.
    Seia maneiro ver isso acontecer.

    Assim o jiu-jitsu passaria a valorizar e a estimular as faixas pretas femininas. Já são tão poucas. Poderia haver essa consciência da parte da IBJJF.

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