Suspenso por exame antidoping, Léo Nogueira perde título mundial de 2016

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Léo Nogueira, com o braço erguido, e Alexandro Ceconi, que agora se torna campeão mundial. Foto: Gallerr

A agência americana antidoping USADA anunciou, nessa segunda-feira 27 de março, que o lutador Leonardo Nogueira, de 29 anos, foi testado positivo por uma substância considerada proibida no último Mundial de Jiu-Jitsu da IBJJF, no ano passado.

Léo, que havia se sagrado tricampeão mundial no peso superpesado, vai pegar dois anos de suspensão dos torneios da Federação Mundial.

O período de dois anos de gancho para o atleta começou em 5 de junho de 2016, data em que sua amostra foi coletada. O faixa-preta foi desqualificado de todos os resultados competitivos, obtidos em eventos da IBJJF, desde o dia 1º de junho, data de início do Mundial, e perde com isso medalhas e premiações conquistadas.

Com esse resultado, o então vice Alexandro Ceconi vai herdar a medalha de ouro de Léo e tornar-se campeão mundial pela primeira vez.

Léo testou positivo para a substância clomifeno, no teste realizado em 5 de junho de 2016, logo após o fim do Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu da Federação Internacional de Jiu-Jitsu brasileiro, a IBJJF, realizado em Long Beach, Califórnia.

A USADA foi contratada pela IBJJF para realizar testes para o torneio e coletou a amostra de Nogueira de acordo com o Padrão Internacional de Testes e Investigações da Agência Mundial Antidoping (WADA). Leia a nota traduzida abaixo ou clique aqui para conferir na fonte.

“A USADA anunciou hoje que Leonardo Pires Nogueira, de Dunwoody, Geórgia, faixa-preta de Jiu-Jitsu, testou positivo para uma substância proibida e aceitou uma sanção de dois anos por sua violação de regras antidoping.

Nogueira, de 29 anos, testou positivo para clomifeno como resultado de um teste de drogas em competição realizado em 5 de junho de 2016, na Federação Brasileira de Jiu-Jitsu (IBJJF),no Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu realizado em Long Beach, Califórnia. Apesar da IBJJF não ser signatária ao Código Mundial Antidoping, a USADA foi contratada pela IBJJF para realizar testes para o evento e coletou a amostra de Nogueira de acordo com o Padrão Internacional de Testes e Investigações da Agência Mundial Antidoping (WADA).

Clomifeno é uma Substância Especificada na Classe de Moduladores Hormonais e Metabólicos na Lista de Proibição da WADA e proibido em todos os momentos pelo Código Mundial de Antidoping e o Protocolo USADA para o Teste de Movimento Olímpico e Paraolímpico, que se aplicou aos campeonatos mundias de Jiu-Jitsu da IBJJF em 2016.

O período de dois anos de inelegibilidade de Nogueira começou em 5 de junho de 2016, data em que sua amostra foi coletada. Além disso, Nogueira foi desqualificado de todos os resultados competitivos obtidos em competições sancionadas pela IBJJF, ou qualquer signatário do Código, em 1 de junho de 2016, data de início do Campeonato Mundial de Jiu-Jitsu IBJJF 2016, incluindo a perda de qualquer medalha , Pontos e prêmios.A IBJJF concordou em impor esta sanção.

Em um esforço para ajudar os atletas, bem como todos os membros da equipe de apoio, como pais e treinadores, na compreensão das regras aplicáveis a eles, USADA fornece instruções abrangentes em seu site sobre o processo de teste e substâncias proibidas, como obter permissão para usar uma medicação necessária e os riscos e perigos do uso de suplementos, bem como drogas de reforço de desempenho e recreativas. Além disso, a USADA gerencia uma linha de referência de medicamentos, a Global Drug Reference Online (www.GlobalDRO.com), realiza sessões educacionais com os Órgãos Nacionais e seus atletas e distribui proativamente uma infinidade de materiais educacionais, como a Lista Proibida, Cartões de carteira de referência, boletins periódicos e documentação de referência de protocolo e política.

A USADA é responsável pelo processo de testes e gerenciamento de resultados para atletas no Movimento Olímpico e Paraolímpico dos EUA e dedica-se igualmente à preservação da integridade do esporte através de iniciativas de pesquisa e programas educacionais.”

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